—Basta dizer que você sente o que eu sinto—, cantei alto enquanto pulava na cama, meu short voando a cada salto —Estou me sentindo s****l, então deveríamos ser sexuais!— —É bom saber que você ainda está de bom humor—, uma cabeça apareceu pela minha porta e meu rosto caiu instantaneamente. Sebastian entrou na sala com seu sorriso habitual. Abaixei minha camisa e saí da cama, esperando que ele não tivesse visto nada. —Não se preocupe, baby, eu já vi tudo isso antes.— Ele sorriu andando em minha direção e depois baixou a voz até ficar quase inaudível —Mas eu realmente não me importaria de ver tudo de novo.— —Por que você continua me chamando assim?— Perguntei-lhe gentilmente, afastando-o: —Sou uma mulher adulta, não seu bebê.— Ele encolheu os ombros e pegou meu copo de suco de maçã, bebe

