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2614 Palavras

Dulce Chamei Maitê para jantar em minha casa, já que eu não poderia deixar Christian sozinho por muito tempo e não estava pronta para pedir favores ao Christopher.  — Um caminhão passou por cima de você? — Maitê perguntou ao meu primo depois de encara-lo por longos dez minutos.  — Eu só andei um pouquinho rápido. — ele tentou se mover, mas fez cara de dor e desistiu. — Imagine que eu dei de ombros agora.  — Um pouquinho rápido? Você é motoqueiro ou suicida? — arqueou as sobrancelhas.  — Quer descobrir? Quando eu me recuperar, te levo pra dar uma volta.  — Ainda pretende subir em uma moto?  — Essa não é a primeira vez que eu me arrebento.  — Você é doido. — riu. — Sim, eu aceito dar uma volta com você.  — Vocês são uma versão do sexo oposto um do outro. — comentei. Eles se olharam,

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