Dulce Eu e Christopher estávamos deitados no chão de frente à lareira acesa. Tínhamos acabado de t*****r pela terceira vez naquela noite e ficamos abraçados debaixo do cobertor. Ele dormiu rapidamente e eu fiquei dedilhando seu braço que estava sobre mim. Apesar do clima frio, eu me sentia confortável. Comecei a pensar em como ele havia desabafado sobre o seu pai comigo mais cedo. Sempre achei que ele fosse um livro aberto para mim, mas eu estava errada. Assim como eu, Christopher também tinha os seus pesos. Creio que todo mundo tenha algo r**m para carregar, por mais diferentes que suas dores sejam. Errei em pensar que estava sozinha, eu nunca estive sozinha. Devagar, eu me desvencilhei de seu abraço e levantei, começando a ir até o quarto. Peguei meu celular e abri a agenda no número

