Kotori Kimura

1381 Palavras
Enquanto isso, no Japão, em Tóquio, o médico estaria conversando com Kumiko, que estava com suas roupas normais e sentada no leito. Ele dizia: - Kumiko, você teve uma recuperação bem rápida. Acreditamos que como o seu organismo está acostumado com as lutas, este nem quer tempo para descansar e sim se recuperar o mais rápido possível. Com as lesões que você sofreu durante a luta contra Midori, era para você ter demorado para se recuperar. - Entendo.- disse Kumiko.- E Ren? Como ela está? - Bem, o caso dela já é diferente. Na verdade, nem sabemos por quanto tempo ela irá melhorar, já que ela não é uma humana. - Sim... Mesmo assim, doutor, posso ver ela? - Pois é aí que está. Ela não quer que ninguém a veja, para que possa se recuperar. Isso é até estranho. Kumiko fica confusa. Logo, o médico fala: - Você já recebeu alta. Pode ir para casa. - Obrigada, doutor.- Kumiko sorri e saía do quarto. Ela caminhava pelos corredores do hospital, com a Yatagarasu em sua bainha. De repente, ela escutava: - Você viu? A mulher planta fugiu. - Como ela conseguiu? Kumiko achou estranho isso. Ren ter fugido? Por quê? Ela se vira para os médicos e fala: - Que papo é esse que ela fugiu? - Ah, você deve ser Kumiko Nakamura. Pois bem, escutamos dizer que a mulher planta fugiu de seu leito. Como, não sabemos dizer. Nesse momento, a garota estava pensativa. Por que ela fugiria? Qual motivo a levaria chegar nessa intenção? - Obrigada.- disse Kumiko, que apressava o passo. Ela saía do hospital. Olhava para o movimento da avenida e nada. -"Mas que d***o ela foi fazer"?- pensava a garota. De repente, uma kunai era lançada no chão. Tinha o cabo vermelho e a lâmina brilhava cor prata. - Essa kunai. - dizia Kumiko.- Deve ser algum integrante do clã Kimura. - Kumiko! - Alguém chamava por ela e a garota vê uma moça em cima de um prédio. Ela usava roupas estilo ninja, que continha um quimono azul, com alguns detalhes pretos. Tinha um coque e cobria o seu rosto, além de portar uma espada. - Kotori Kimura. O que você quer?- indaga Kumiko. - O que eu quero? Pois bem, que tal um confronto para desenferrujar? Depois eu conto o que eu preciso que faça. - Claro. Sem poderes? - Sem poderes. Kumiko sorri e fala: - Venha quando quiser. Kotori pula do prédio e sumia em sombra. Ela reaparecia na frente de Kumiko com duas shurikens e uma kunai, uma em cada mão. Ela atira as shirikens, mas Kumiko se esquiva sem problemas. Em seguida, é lançada a kunai e a garota rebate com a espada, onde depois esta era guardada. Elas então partiam para cima uma da outra. Trocavam tilintares com as suas espadas. Kotori dizia: - Quem diria que o Clã Nakamura ainda teria a Espada Yatagarasu. - Mas e vocês, Kimura? Por que escondem tanto mistério de seu artefato? O que ele tem de tão especial que precisa ser mantido sob sigilo?- indaga Kumiko. - Você não entenderia. Elas pulam para o prédio da arena do Tournament I e ali continuavam os tilintares das espadas. Kumiko quase acerta Kotori, da mesma forma que esta quase acerta aquela. - Mas eu vim pedir ajuda à você.- dizia Kotori. - Qual o motivo?- indaga Kumiko. Elas voltavam para terra firme e as pessoas se assustavam, quando elas apareciam em uma velocidade incrível. - Você já ouviu falar do Olho n***o?- indaga Kotori. - O Olho n***o? Aqueles caras existem mesmo?- dizia Kumiko. - Claro que existem. O Clã Kimura é a prova viva da existência deles, mas não sei dizer por quanto tempo. - Conte o que está rolando. Elas se pressionam com as espadas se encarando por alguns segundos e depois se afastam. Voltavam a trocar tilintares. - O Olho n***o está visando roubar o nosso artefato, que junto com outros semelhantes, poderão dominar o mundo. - Mas, do que está falando? - Kumiko?- De repente, uma voz era escutada ao lado do ouvido da garota. Era Ren. - Ren?- dizia a garota.- Que faz aqui? - Eu estava procurando por Midori Watanabi. - Aliás, eu vi você participar do Torneio. Confesso que me surpreeendi em ter que bater de frente com esse Midori. Confesso que nem eu conseguiria vencê-lo daquele jeito.- disse Kotori. - Obrigada.- dizia Kumiko, que se virava para Ren.- Ele não está no Japão. Está na Espanha, mas logo ele virá. - Tudo bem. Kumiko e Kotori guardam suas espadas e a garota do Clã Nakamura dizia: - Você está bem? - Sim. - Que bom. Já pode voltar para casa. Passarei sua gratidão para Midori. - O problema é que... Eu não tenho casa. - Do que está falando, Ren? Os Espíritos da Natureza não vivem nas matas? - Sim, eu sei. Mas eu queria ficar com vocês. Queria me aventurar no mundo dos humanos e conhecer os seus costumes. Sem contar que quero ser mais forte. Ela se lembrava da luta que teve com Natsuko, onde quase morreu. - Quero ficar mais forte.- dizia Ren.- Um dia, pode acontecer de você e Midori Watanabi se darem m*l em alguma coisa e então, eu poderei ajudá-los. - Sim, tem toda razão.- dizia Kumiko, pensativa.- Parando para pensar, você pode vim conosco em uma missão. - Uma missão?- indaga Ren. - Sim. Iremos ao Clã Kimura e ouvir de seu povo o que aconteceu e quem é exatamente o Olho n***o. - Ah sim. Entendi.- disse Ren. - Quer ir ao meu clã? Tudo bem, Kumiko, vamos. - Kotori olhava para Ren.- Vamos lá, garotinha. Agora vocês duas formaram uma equipe. As três então iam rumo ao Clã Kimura para pegarem as informações necessárias. Enquanto isso, naquele mesmo dia, um avião aterrissava no Japão. - Enfim chegamos.- disse Midori. - Verdade, mas confesso que sentirei falta de Madrid, mas mesmo assim, obrigada por ter se esforçado por mim, Midori.- dizia Kumiko. - Que tal? Estamos casi llegando en nuestras casas.- disse El Hombre. Eles desembarcavam, todos que estavam no avião. - Midori Watanabi chegou? Quando Midori desceu, escutou alguém lhe chamar. Uma voz desconhecida para ele, que olhou para ver quem o havia chamado e era um monge. - Você me conhece?- indaga o garoto. - Não, mas já ouvi falar de você e temo que alguém ameace sua vida.- disse o monge.- Meu nome é Hu e vim da China, de muito longe para lhe ajudar a se livrar de quem quer que lhe cause algum prejuízo. - Prazer, Hu. - dizia Midori, meio receioso com a presença do monge. - Nossa, um monge.- dizia Tabi. - Como te llamas?- indaga El Hombre. - Bem, parece que terei de me explicar.- disse Hu.- Vim de muito longe para poder ajudar Midori a se livrar da Yakuza, na qual também vem ameaçando o meu povo. Eles foram nas minhas terras e ameaçaram tirar a vida deles. Confesso que sou forte, mas e se eu falhar? Pareço confiante perto do meu povo, mas também tenho receio de não protegê-los. Quando soube que queriam lhe m***r, Midori Watanabi, me certifiquei de falar com você o quanto antes, para que possamos nos livrar da Yakuza. Midori pensava no que ele dizia e os quatro iam para um banco se sentar para descansar as bagagens que carregavam. O garoto dizia: - Você quer mesmo me ajudar a nos livrar da Yakuza? - Sim.- responde Hu.- Ou enfraquecê-los o quanto antes. - Entendi. O problema é que a Yakuza tem o Five Killers à disposição, sem contar que eles são muitos. A Yakuza se espalhou pelo mundo. Não tem como derrotá-los. - Existe outro meio? - Talvez se vocês se livrassem apenas da Yakuza local.- disse Tabi. - Isso seria bom.- disse Midori. O garoto pensava mais um pouco.- Vamos fazer o seguinte. Vamos voltar para a casa e no caminho, conversaremos melhor sobre isso. Que tal? - Por mim tudo bem. Faremos isso.- disse Hu. Kumiko, Ren e Kotori iam para o Clã Kimura. Midori, Tabi, Hu e El Hombre iam para casa, mas debatiam a ideia da Yakuza incomodar Midori e os monges. Qual será o desenrolar da história?
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