MB Narrando
_ c*****o, o que a Viviane tem de chata, a mulher tem de gostosa. Quando termino de dar banho nela, já estou pronto para t*****r com ela mais uma vez. Coloco ela com as mãos na parede e eu volto meter fundo nela, enquanto ela empina a b***a para mim, ficando parecendo um coração.
MB: v***a do c*****o, geme para o seu homem, vai — falo, dando tapas na b***a dela.
Viviane: Assim, meu vagabundo... me fode do jeito que eu gosto — fala, gemendo com alto e com prazer
MB: Você gosta, né, sua v***a? — falo, segurando o pescoço dela.
Viviane: gosto amor, me fode com força vai_ falar com a voz rouca de prazer
_ Fico transando com ela ali por um tempo, até meu celular começar a tocar. c*****o, se eu soubesse, teria colocado o celular no silencioso. Eu lá ia imaginar que alguém fosse atrapalhar meu momento? Depois, o vapor começa a me chamar pelo radinho. Deve ser alguma coisa séria mesmo.
Viviane: Não atende, não, amor — pede, safada.
MB: Não enche, Viviane. Você sabe que o dever me chamar — falo, nervoso.
Viviane: Tá bom, MB. Vai resolver os teus B.O.s — fala, entrando debaixo do chuveiro de cabeça e tudo.
_ Saio do box, olho bem para a cara dela, passo a toalha na cintura e saio do banheiro. Pego meu celular, que está no bolso da bermuda, e olho para a tela. É um dos meus vapores. Só pode ser coisa séria. Eles não me ligam por besteira, principalmente quando estou casa.
Ligação on
MB: Fala, JD. Qual foi dessa vez? — pergunto, nervoso. Detesto que me atrapalhem.
JD: Patrão, foi m*l atrapalhar seu momento de lazer, mas é que, na casa da sua sogra, estava a maior briga. Eu não entrei para não atrapalhar, porque é a mãe da patroa. Por isso resolvi ligar. Tem uns cinco minutos que parou — fala, nervoso.
MB: Estavam brigando por quê? — pergunto, nervoso.
_ Aquele Roberto não me desce pela garganta. Estou ligado que ele faz alguma coisa e ainda vou descobrir e no dia que eu descobrir ele esta fedido, não vou pensar duas vezss antes de mata.
JD: Não deu para ouvir direito, não. Mas parece que o Roberto bateu em alguém. Se eu não me engano, foi na Fernanda. A garota gritava mais que tudo. Só parou quando a dona Lívia chegou — fala, com raiva. Nenhum de nós gosta dele aqui no morro, e ele sabe muito bem disso.
MB: Conta cinco minutos que eu tô chegando aí — falo, com raiva, e desligo.
Ligação off
_ Só pode ser brincadeira um c*****o desses. O Roberto está pensando que o meu morro é brincadeira? Ele sempre bate na Fernanda, mas parece que agora foi pior, já que o JD me ligou. Isso me deixa nervoso. Ele não imagina o quanto. Sinto nojo daquele homem, e nem eu sei por quê. Mas uma hora vou descobrir e quando eu descobrir o bagulho vai ficar doido.
Viviane: Parou de ficar comigo para ir resolver coisa do morro. Até parece que esse morro é mais importante que eu — fala, me vendo vestir a roupa.
MB: E quem disse que não é? — pergunto, tranquilo.
_ Ela poderia ficar sem essa, mas não! Prefere tirar a minha paciência.
Viviane: Eu não sei por que ainda estou com você — fala, se deitando nua, da até vontade de fuder ela de novo, só não tenho tempo
MB: Porque você é interesseira, e fora que eu ainda sei te satisfazer bem — falo, segurando o pescoço dela e dando um beijo possessivo nela
Viviane: Seu canalha — fala, me olhando com raiva.
_ Pisco o olho para ela e saio. A Viviane tira a minha paciência. Não sei por que ainda estou com ela. O único benefício que ela me dá é esse. Coisa que qualquer mulher pode fazer. Fora isso, a Viviane só me dá gasto. É o tempo todo gastando, e eu me fodo. Não sei para onde vai tanto dinheiro.
_ Quando chego de frente para a goma da Lívia, está tudo em silêncio, mas não me importo com nada disso, nunca me importei e na verdade meu interesse é outro . O JD está do outro lado da rua e balança a cabeça. Vou até a porta e bato.
Roberto: Quem é? — pergunta, e eu não respondo.
Roberto: Quem é? — pergunta mais uma vez.
MB: Papai Noel. Pergunta b***a do c*****o. Cadê a dona Lívia e a Fernanda? — pergunto, sem paciência, já entrando na casa assim que ele abre a porta.
Roberto: Estão no quarto da Fernanda_ falar com um olhar assustado
_ Não digo nada, apenas entro. Quando chego ao quarto, a Lívia está limpando os machucados da Fernanda.
MB: Posso saber que c*****o aconteceu aqui? — pergunto, vendo a garota toda machucada.
Lívia: Ela caiu — fala, com medo.
MB: Para de encobrir o erro do Roberto, dona Lívia. Que c*****o foi esse, Fernanda? — pergunto, olhando bem para a cara dela.
Fernanda: O Roberto que me bateu — fala, fria
Lívia: Nanda, você não poderia ter feito isso — fala, com um olhar assustado.
MB: Tem alguma coisa de errada nessa casa, e pode ter certeza de que eu vou descobrir. E você, Roberto, vai tomar uns bolos para aprender. Ela é sua filha, não seu saco de pancada. Tá pensando que pode fazer o que quer no meu morro? Tu tá fudido, irmão. Se estiver pensando isso, está muito enganado. Meu morro, minhas regras, até a Viviane que é minha fiel se apronta é cobrada — falo, procurando alguma coisa que dê para bater nele.
JD: aqui patrão, sabia que iria ser útil_ falar entrando na casa e me entregando hna barra de ferro
_ O desgraçado tem tanta sorte que o JD trouxe uma barra de ferro.
Roberto: Por favor, não me bate, patrão — pede, assustado e eu não ligo
MB: Quando a Fernanda pediu por favor, tu parou? Não, né? Então comigo também não tem conversa — falo, arrastando ele para a sala.
_ Ele abre a mão, e eu começo a bater. Como eu sou paciente, não bato só na mão. Acabo acertando o corpo todo. Quando vejo ele mole no chão, paro e vejo a dona Lívia observando tudo e chorando.
MB: Não adianta chorar, não, dona Lívia. A senhora pode prestar mais atenção dentro de casa e, qualquer coisa, chamar nós, porque nós resolve. E, se ele aprontar alguma de novo, vai apanhar de novo — falo e saio da casa.
JD: Continuo observando a casa? — pergunta, sério quando saimos da casa
MB: Continua. E tenta ficar escondido e mais próximo para ouvir tudo, porque, qualquer vacilo desse Roberto, eu vou jogar ele dentro daquele sítio. Ele tá fudido — falo e subo na moto.
_ Saio cantando pneu e vou para a minha goma. Nem subo para o quarto quando chego. Vou direto para a área da piscina e pego uma dose de whisky. Fico ali pensando naquele olhar de medo da dona Lívia.
_ Eu vou descobrir. E, se ela estiver apoiando aquele cuzão do Roberto, vai acabar se complicando junto. Será que ele está roubando? Todo mundo sabe que eu não apoio esse tipo de parada na minha favela.:::