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1116 Palavras
Viviane Narrando _ Às vezes, o MB pensa que eu sou otária. Eu não mereço que ele me trate assim, não mereço essa falta de respeito. Sei que, às vezes, também exagero. Quando ele sai do quarto, pego o celular e fico olhando as fofocas, faço algumas compras até que acabo pegando no sono. Acordo no dia seguinte e passo a mão pela cama. Não acredito que o MB não dormiu comigo mais uma vez. Quero saber onde ele passou a noite. Levanto e desço as escadas para procurar por ele pela casa. Viviane: Por que não foi para a cama?_ pergunto ao vê-lo deitado na espreguiçadeira, na beira da piscina. MB: Não me faz pergunta b***a. Você sabe que eu não fui para a cama porque não quis_ responde rude, sempre assim, nem depois do sexo rola carinho Viviane: De mau humor tão cedo? Que insuportável_ falo, deitando ao lado dele, carinho não faz m*l a ninguém MB: Ô, Viviane, se eu fosse você, iria querer saber o que está acontecendo na goma da sua mãe. Ontem fui lá resolver um B.O. e, vou te falar, sua irmã estava toda quebrada porque o Roberto amassou ela na porrada_ fala com raiva. Meu sangue ferve assim qje escuto Viviane: Pois eu vou ir lá agora. Por que não deu um tiro no meio da cara daquele maluco? _ pergunto, me levantando. MB: Sou dono do morro, sua maluca. Tenho que matar, Depois eu souber de alguma coisa. Não posso simplesmente sair matando sem ter certeza de p***a nenhuma, se não perco o respeito no bagulho. Mas que lá tem alguma coisa estranha, lógico que tem! Só que eu preciso descobrir o que é_ fala pensativo e eu respiro fundo Viviane: Eu só não quero que ele faça alguma coisa com a Fernanda. Eu acabo com ele! Minha mãe já está acostumada. Se não estivesse, já teria se separado há muitos anos, mas simplesmente não me escuta. Só qur a Fernanda não pode pagar por os erros da Lívia_ falo e saio dali, cansei de papo, quero ver de perto o que estar se acontecendo naquela casa. Subo as escadas sem um pingo de paciência, tomo um banho e visto um short jeans e um cropped. Pego minha pistola e coloco na cintura. Mesmo o MB sendo um ignorante, ele teve prazer de me ensinar atirar e me deu uma arma, disse que era para me protege em uma invasão. Pego a chave da minha moto e desço as escadas. Saio de casa e não vejo o MB. Se ele me ver, vai perguntar para onde estou indo com essa pistola, mas não me importo. Saio cantando pneu por toda a favela e, em pouco tempo, já estou de frente para a goma da minha mãe. Paro em frente à casa, desço da moto e já vou entrando. Não tenho necessidade de bater. Estou na casa da minha mãe. Viviane: Vim saber que c*****o está acontecendo aqui! Eu já soube que esse cuzão do Roberto amassou a minha irmã na porrada e vim saber o porquê, já que essa garota nem vida própria tem_ falo com raiva, olhando para a minha mãe, sinceramente meu sangue esta fervendo de raiva Lívia: Ele disse que ela estava respondendo ele_ fala assustada. Fernanda: Mãe, para de defender o Roberto! Ele me bate por prazer. Eu não respondi nada para ele, só falei a verdade_ fala, saindo do quarto. Quando vejo Fernanda, acabo ficando de boca aberta, a garota está toda quebrada, o Roberto amassou ela legal. Viviane: c*****o, que p***a foi essa aqui? Cadê o desgraçado do teu marido? Quero perguntar a ele que bagulho é esse de fazer uma parada dessas com a minha irmã_ falo, olhando para o corpo machucado da Fernanda. Lívia: Não faz nada com ele_ pede, com medo. Viviane: Sinceramente, quem merece uma bica é a senhora. Fica defendendo gente errada e safada_ falo com raiva. Fernanda: Ele está no quarto. A mamãe sempre defende quem está errado_ fala triste, enquanto estica as mangas do casaco que está usando e as manchas parece esta pior Vou até o quarto e encontro Roberto deitado no colchão, fingindo que nada se aconteceu, so esta um pouco quebrado. Viviane: Acorda, seu vagabundo desgraçado! Está pensando que você é quem? Você deixou a minha irmã toda roxa!_ falo, chutando o colchão onde ele está deitado. Roberto: Aí, sua vagabunda! Bati e bato de novo. Se sua mãe tivesse te batido, você não teria se tornado mulher de bandido_ fala debochado. Viviane: Antes virar mulher de bandido do que ter um pai como você. Se é que pode se chamar de pai. Se eu fosse sua filha, já teria te matado. E, além de tudo, eu até posso ser mulher de bandido, mas ele não anda me batendo igual você bate na Fernanda, seu gigolô de p**a pobre_ falo, sem paciência. Roberto: Minha vontade é de te quebrar na porrada_ fala, me olhando com raiva. Até parece que eu tenho medo dele, se eu fosse ele não tentava a sorte. Viviane: Se você é esse homem todo, pula para cima. Está pensando que eu sou a Fernanda?_falo, bem cínica, encarando a cara dele. Lívia: Não faz nada, Viviane, por favor, minha filha Não tem necessidade disso_ pede assustada com a situação Mal ela termina de falar, sinto um tapa forte no rosto. Viviane: Filho da p**a! Você vai se arrepender_ falo, puxando a pistola. Disparo contra o braço e as pernas dele. Roberto: Desgraçada!_ grita, caído no chão e sangrando. Viviane: nuca mais levante a mão para me_ quando termino de falar escuto a voz do MB MB: Que p***a é essa aqui?_ pergunta, entrando do nada no quarto. Viviane: Vim aqui dar o papo para os dois. Simplesmente minha mãe defende esse maluco, e o Roberto resolve me dar um tapa na cara. Olha para a Fernanda! A garota está toda roxa_ falo, indignada. MB: Fernanda, conta o que realmente acontece dentro dessa casa. Eu sei que tem coisa estranha aqui. Só você ou a dona Lívia podem falar. Se continuarem escondendo uma hora vou descobrir_ fala firme, olhando para Fernanda, que fica vermelha. Lívia: Aqui não acontece nada de errado. Isso é coisa da cabeça de vocês_ fala, com medo. Viviane: Responde, Nanda. O que está acontecendo nessa casa? Por que você está com a cara toda quebrada? O Roberto não iria te bater assim só por que você respndeu ele_ falo, sem paciência por ela estar tão calada. Ela fica quieta, apenas me olhando. Os olhos começam a lacrimejar, e parece que está pedindo socorro. Agora, socorro com o quê? Não... espera. Não pode ser. Ou pode?
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