Helena:
Assim que o sinto ereto na minha barriga, sinto minha calcinha molhar, então me afasto dando minha bolsa para ele, que logo vai ao banheiro.
Respiro devagar.
Se controla Maria Helena, ele é só um funcionário, sua política não permite ter relações com funcionários, imagino que nem excitação por eles.
Depois que ele volta, é minha vez de ir ao banheiro. Passo álcool em gel no assento, limpo e sento, permito passar minha mão direito na genitália, toco até encontrar o lugar encharcado, mordo os lábios ao sentir meus dedos úmidos. Queria me livrar desse desejo ali mesmo, mas ouço vozes no banheiro, retiro e seco minha mão com papel, depois urino e me seco.
Dou descarga, me ajeito e saio da cabine, caminho até a pia, lavo a mão e o rosto, me encaro por breve segundos, assim que percebo que as duas mulheres me reconheceram de algum lugar, saio em disparada.
Caminho até o Gean, que parecia distante, ele não parece perceber minha presença.
— Deram alguma notícia?
— Ainda não. Me diga, quanto ficaria o tratamento dela, aqui?
— Não sei.
— Eles vão te cobrar… não esqueça de me dizer.
— Já conversamos sobre isso.
— Ela se negou a aceitar sua ajuda e o trabalho, então não deve fazer isso, eu pago o que ela gastar.
— Sou uma mulher de palavra, não retrocedo com o que prometi. Não se preocupe com isso.
— Ok, então… — diz descontente.
Após 30 minutos, aparece um médico.
— Boa noite, senhora Maria Helena, é sua parente a senhora que entrou aqui hoje?
— Sim. O que ela tem?
— Precisamos dos dados dela. A mesma teve um desmaio, bateu a cabeça, a causa foi fome e cansaço.
— Quando ela vai ter alta? — pergunta ele.
— Não tão cedo, ela precisa descansar, se alimentar e voltar à consciência, está fraca demais e precisamos saber se ficou com sequelas devido à queda.
— Tudo bem. Obrigada, doutor.
— De nada.
Ele sorri e sai, então o Gean foi dá os dados da mãe e depois fomos para casa. Chego e vou logo tomar banho, em seguida passo um creme de corpo e um perfume, saio de toalha e vou ao closet, procuro uma roupa de dormir, me visto com um baby Doll lilás e me deito para dormir.
Fecho os olhos e, minutos depois, ele chega, se deita ao meu lado e lentamente vem abraçar meu corpo. Sinto sua respiração forte no meu pescoço e permaneço imóvel, até que sinto novamente seu m****o rígido na minha lombar.
— O que é isso? — grito e me viro para o mesmo.
— Me desculpa — diz sem esboçar arrependimento — mas você e seu cheiro de pêssego me causam muito t***o — olho para seu m****o parecendo uma madeira.
— Você precisa dormir na sala — falo manhosa, querendo outra coisa.
— Também sente, não sente?
— Sai do meu quarto — falo em um fio de voz.
— Sumo daqui se me disser o que quero saber.
Fico muda, não queria ele longe, meu corpo estava em chamas.
— Licença — diz e põe sua mão sobre minha barriga.
Logo ela vai descendo e ultrapassa meu short de cetim, agora sua mão se encontra na minha v****a e sinto seus dedos brincarem com a área molhada.
— Que gostosa — diz em um gemido.
— Isso não pode acontecer — falo em gemidos.
— Não quer sexo, não faremos, só deixa eu te dar prazer? — pergunta segurando forte em meus cabelos da nuca e eu solto um gemido em permissão.
O mesmo tira meu short e abre minhas pernas, depois passa sua mão pesada por toda a região, logo molha meu c******s com meu próprio líquido, então faz movimentos circulares. Começa devagar e logo vai mais rápido, me fazendo gemer e contorcer de prazer.
Ele debruça por cima de mim, sem parar sua mão.
— Posso usar minha boca? — questiona e então chupa minha orelha, fazendo minha mente funcionar e imaginar sua língua em mim.
— Hanrãn.
Ele sorri e logo passa sua língua devagar, depois começa a sugar e chupar meu c******s como se fosse bala, me fazendo não controlar mais meus olhos e tudo que eu queria era seu braço para arranhar e descontar o prazer que estava sentindo. Era fora do comum, sentia meus pés gelarem, vontade de gritar, pedir para ir com calma, é um prazer incrível, incontrolável.
Depois, ele continua fazendo isso e penetra em mim seus dedos, ficando em cheio no lugar certo e me fazendo ter um orgasmo, aperto seu pescoço com força, além de prendá-lo com a boca no meu c******s até que a sensação de prazer estremo diminuísse.
Logo fico deitada sem forças e ele sorri.
— Posso gozar em você?
Eu não respondo, não tinha mais força depois do tanto que ele me chupou.
— Vou ter isso como um sim.
Ele se masturba, segurando com força o bico do meu seio e me causando excitação novamente. Após alguns segundos, se posiciona na entrada da minha v****a e joga seu esperma ali. O mesmo entrou um pouquinho, até pensei em puxá-lo mais para dentro, mas me controlei, eu tinha que seguir minha própria política (não me relacionar com funcionários).
Ele cai em mim cansado, beija meu pescoço, depois deita ao meu lado e faz carinho em minha cabeça e braço.
Quando me recomponho, vou ao banheiro me limpar, quando volto ele não estava mais ali, então deito e durmo.
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Dia seguinte acordo até feliz, vou ao banheiro, faço o matinal e logo desço para o café. Passo pela sala e vejo o mesmo dormindo angelical, era bonito, porém, eu devia me manter longe.
Vou para a sala de jantar e a mesa ainda não estava posta, então vou até a cozinha e procuro por algo para comer, vasculho os armários e não encontro nada comestível.
— Não se preocupe, senhora, eu já vou preparar o café.
— Posso te ajudar?
— Não, senhora, vai descansar que logo tudo está pronto.
— Ok, então.
— Desculpa eu ter acordado um pouco mais tarde hoje.
— Sem problemas, eu que acordo cedo demais.
Vou até uma poltrona e me sento, como não tinha nada para fazer, fico ponderando o mesmo. Tinha um maxilar perfeito, algumas sardas nas bochechas, sua cor era instigante, ele era um moreno de sol, suas sobrancelhas grossas o tornavam atraente e quando está acordado, seus olhos castanhos claros, carrega em si bondade, honestidade e mansidão.
Parecia ser perfeito para alguém se apaixonar.
O mesmo abre os olhos e se assusta ao me ver ali.
— Tudo bem? — questiona em dúvida.
— Sim, só esperando o café da manhã.
— Hoje temos algo para fazer?
— Você não, só eu que irei à empresa.
— Posso ir? — pede como uma criança, com entusiasmo e cara de pidão.
— Melhor não, todos vão ficar perguntando e...
— Por favor, é só falar que sou seu namorado, como ontem.
Reviro os olhos e imagino que qualquer desculpa que eu der, ele vai achar uma solução.
— Ok — falo com tédio.
— Que bom! — grita de alegria.
Fomos tomar café e depois nos arrumar.