(10 Meses Antes)
Ela hesitou por uma fração de segundo, os músculos tremendo de pura exaustão, mas a minha ordem não dava margem para recusa. Puxei os joelhos dela para cima com firmeza. Mandei que ela segurasse as próprias pernas contra o peito, abrindo-se inteira para mim.
Fiquei surpreso com a sua elasticidade impressionante. As articulações cederam com facilidade, e a pose a deixou completamente exposta. A visão da i********e rosada e úmida sob a luz fraca do abajur era um espetáculo particular para os meus olhos.
Olhei do centro do corpo dela para o rosto pálido logo acima. Carmem fazia um beicinho involuntário, os lábios grossos e o cabelo desgrenhado caindo sobre a testa suada.
Ela tinha a exata expressão de uma princesa maltratada que tinha acabado de descobrir que o mundo não era justo.
Aquela imagem me atingiu direto na espinha. Um desejo profundo, irracional e egoísta dominou a minha razão.
Toda aquela minha ideia inicial de me segurar, de prepará-la aos poucos com paciência para não estragar as próximas noites, desapareceu da minha mente.
Eu não queria mais ser cuidadoso. Eu queria testar o limite absoluto dela. Eu precisava ir até o fundo e ver o quanto ela aguentava receber de mim.
— Respire fundo — avisei, ajeitando o meu corpo na beirada da cama, posicionado exatamente entre as pernas erguidas dela.
Antes de avançar, passei o polegar sobre o c******s firme e avermelhado dela. Dei uma pincelada rápida e precisa no botão inchado. O corpo de Carmem deu um salto no colchão, a respiração falhando em um arquejo de surpresa.
Aproveitei o espasmo de prazer e empurrei o meu quadril. Soltei um suspiro pesado quando a umidade quente me engoliu de novo. O aperto era ainda mais intenso e sufocante nessa posição. A b****a dela parecia abraçar cada milímetro do meu p*u.
Dessa vez, não fui com cuidado. Fui direto até a metade com velocidade.
Os gemidos dela recomeçaram quase no mesmo instante, perdendo qualquer traço de timidez. A cabeça de Carmem caiu para trás no travesseiro e ela começou a revirar os olhos, os dedos finos apertando a própria pele das coxas para suportar a invasão rápida. Seus s***s balançando sem nenhuma resistência.
Eu decidi ir além. Inclinei meu tronco, firmei os meus pés no chão e mergulhei o restante do meu m****o de uma só vez, batendo o meu quadril contra o dela com força.
Carmem abafou um grito agudo. O choque a fez soltar as próprias pernas. Ela tentou fechá-las instintivamente para me expulsar e se proteger da dor. Eu não deixei.
Prendi as coxas dela com as minhas mãos, usando a força dos meus braços para mantê-la escancarada sob o meu peso.
Nossos olhos se encontraram. Através das lágrimas retidas e da respiração descompassada que agitava o seu peito, Carmem me lançou um olhar sombrio. Ela me olhou como se me odiasse profundamente naquele segundo.
Aquele lampejo de raiva genuína no meio da submissão alimentou ainda mais o meu ego.
Encarei o ódio dela com um sorriso no canto da boca e recuei alguns centímetros. Assim que aliviei a pressão extrema no fundo da b****a, ela soltou a respiração presa, os ombros relaxando um pouco contra o edredom amarrotado.
— Tente não me machucar, signore — a voz dela saiu embargada, um sussurro carregado de fadiga.
— Não me ensine como fodê-la — rebati, o tom ríspido cortando o quarto e deixando claro quem estava no controle da noite.
Continuei o movimento. Puxei o quadril para trás e voltei a empurrar. No entanto, contive o meu impulso. Não fui mais até o talo nas investidas seguintes. Eu não queria machucá-la de verdade a ponto de impossibilitar o uso do corpo dela nos dias seguintes.
O quarto foi preenchido pelo som da pele batendo contra pele. A fricção gerava um calor que subia pelas minhas pernas e se espalhava pelo meu abdômen. A cada estocada controlada, ela soltava murmúrios arrastados, aceitando a invasão.
Senti a pressão se acumulando na base do meu p*u. O meu próprio clímax se aproximava em uma velocidade cega. O prazer intenso estava embaralhando os meus pensamentos.
Parei o movimento de forma abrupta e tirei o meu cajado de dentro dela de uma vez. Carmem soltou um gemido confuso com a perda do contato, o corpo caindo mole sobre a cama.
Segurei-a pelo braço direito e a puxei para cima sem cerimônia, forçando-a a se ajoelhar no colchão bem na minha frente.
Minha mão envolveu o meu próprio m****o. A pele estava fervendo, escorregadia e absurdamente quente pelo calor interno do corpo dela. Comecei a me masturbar na frente do rosto de Carmem, bombeando a mão em um ritmo acelerado.
— Você vai tomar tudo — ordenei, ofegante. — E se cuspir, vai lamber o chão.
Ela olhou para o volume latejante nas minhas mãos, os olhos escuros arregalados.
— Mas eu nunca...
Não dei tempo para ela terminar a desculpa de virgem. Puxei a nuca dela para a frente, enredando os dedos nos cabelos escuros, e fiz Carmem engolir o meu p*u.
Os espasmos dominaram o meu corpo por completo. Parei de respirar por um segundo enquanto os jatos quentes e fortes saíam, atingindo o fundo da garganta dela sem a menor piedade.
Carmem engasgou com a quantidade e a força repentina do meu g**o. O corpo dela tensionou contra a minha mão. Os olhos lacrimejaram novamente, mas, por cima do meu m****o, ela me lançou um último olhar. Era a expressão perfeita de uma donzela irritada sendo domada.
O pescoço dela se moveu repetidas vezes. Ela apertou a garganta e tomou tudo. Como uma boa garota.