Mark
Depois de alguns confrontos difíceis conseguimos escapa da morte certa, o anão é um cara bem boca suja mas parece ser gente boa e nos dávamos bem em batalha. Caminhamos por algumas horas até os pés começarem a doer. Nos distanciando o máximo que conseguimos dos Stomalack. Não tinha demorado muito para o som do dragão fica para traz, quem quer que tenha invocado aquilo tinha salvado nossas vidas, e se eu o encontrasse ia querer invocar uma criatura daquela.
Por sorte o anão parecia conhece bem a região, ele nos guiou evitando muitos encontros com soldados inimigos.
- Melhor parar e fica na floresta, com sorte terão bastante trabalho e não vão fazer ronda.
- Concordo, meus pés estão cansados você faz fogo mago?
- Eu não recuperei minha magia toda mais posso tenta – esse anão é folgado, estendo minhas mãos e estralo os dedos, apenas faíscas, d***a eu lembro do glifo mais nada sai.
- Vou procura madeira, galhos vai treinando. - Ele diz saindo.
Enquanto espero o anão fico pensando que dois dias atrás eu estava em casa, com meus amigos e mestre, todos pareciam amigos de verdade, porem poucas horas atrás eu estava lutando pela minha vida, lado a lado com um anão, e pode acredita quando digo que o dia de hoje não foi o mais bagunçado da minha vida, você tinha que ver meu último dia na floresta. Como tudo pode muda em tão pouco tempo, sou tirado dos meus pensamentos por um anão folgado que m*l se aguenta com uns poucos gravetos, a cena era até cômica, parecia uma criança emburrada tentando ajuda o pai catando lenha.
- Bom elfo espero que ascenda essa fogueira, estou cansado e preciso de descanso e de uma fogueira.
- FIIAMME.
Estralo os dedos concentrando o máximo que posso e do meu indicador sai um filete de fogo que logo ganha vida nos gravetos.
- c****e mano sempre achei meio fresco vocês elfos, mais tenho que falar que hoje você lutou bem, nem parece com as mocinhas, que os velhos anões fala.
- Haha, sim lutamos bem apesar de você está a baixo da média na luta, tinha que me concentra na luta e em você vai que eu pisasse.
- Ah cala boca amanhã estaremos tomando uma cerveja de ébano na melhor taverna de Olímpia, você bebê né?
- Sim eu bebo, mais diz aí onde é essa taverna.
- Cara tô falando de Iron Forge, os anões são brutos mais com certeza meu povo vai te recebe bem.
- Espero que seu povo me aceite mesmo, mais vai dormi cara eu fico de vigia.
Eu não sabia muito sobre Iron forje, mas esperava ser recebido mesmo, até porque não tinha pra onde ir, e não estava afim de virar mercenário pra sobreviver.
- Não precisa nem fala duas vezes – falando isso ele capota para o lado e desmaia.
Mais uma vez eu fico sozinho com meus pensamentos, Iron Forge poderia mesmo não ser uma má ideia é longe o suficiente dos elfos, porém perto o bastante de Stomalack, eu não sei se eles iram atrás da gente lá, mas indo pra lá talvez seja obrigado a entra nessa guerra e eu ainda não sei se quero me meter nessa guerra mesmo odiando o império.
Pensei tanto que nem percebi a hora que o anão acordou e eu dormi. Sonhei que estava correndo no meio das chamas, atrás guerreiros armados, e na frente fogo em um momento de distração uma lança na coxa a dor foi tão real que eu acordei do sono suando frio e com a respiração acelerada, o sol entrando pelas folhas, eu poderia fica ali deitado por muito tempo, mas eu estava com um anão chato pra caramba.
- Bora bela adormecida – esse anão é folgado (já falei isso?) Mesmo assim me levantei.
Caminhamos por um tempo em silêncio, e mesmo que eu tentasse meu sonho não saia da minha cabeça, aquelas cenas nunca sairiam nem o motivo daquilo tudo está acontecendo, iria sai da minha cabeça.
- Sabe anão que cidade e essa que faz viagem pra anão e elfo? Ainda mais sem documentos.
- é o estreito de Cadech a viajem é por mar então sem jurisdição, nosso maior problema é a falta de grana. - Ele tinha razão mais prefiro deixa para pensa isso lá.
Depois disso ficamos em silêncio até chegarmos em um amontoado de árvores caídas, o anão já fica de prontidão sacando a espada. As árvores seguiam uma trilha com pegadas humanas mais outras enormes que certeza era de alguma fera. Seguimos a trilha o chão estava queimado e tinha escamas de dragão.
- Anão, aquele dragão foi invocado por alguém, neste exato lugar, essas marcas são símbolos antigos.
- Quem invocaria um dragão?
- Não sei, mas alguém poderoso muito poderoso, porém sem controle esse queimado todo indica uma invocação malfeita, e esse sangue indica um ataque, até onde sei, criaturas não domadas podem ataca até mesmo seu invocador. d***a eu sempre quis um dragão, mais nunca achei um nem pergaminhos de invocar.
- Quem não quer um dragão? Como você sabe disso tudo? Tu era um nerd né?
- Eu cresci aprendendo essas coisas, acho melhor sai daqui pode ser lar de espíritos da floresta, espíritos furiosos com um certo dragão.
- Melhor mesmo vem falta alguns quilômetros.
Caminhamos até o sol começar a desce quando avistamos um porto com apenas um navio e em cima do rio o que parecia uma loja de beira de estrada. E eu só conseguia pensa em um ensopado de cabrito...