Capitulo92

765 Palavras

Não aguentei, soltei uma gargalhada curta. — Marreco cego pras merdas da irmã, só rindo mesmo. Mas, ok, vou falar com a Ayala. A gente dá um jeito de puxar a Valentina pro lado certo. Ele sorriu, aliviado, e voltou a comer. O bebezinho no meu colo se remexeu, então eu o balancei de leve. Quando notei, parte da comida no isopor ainda estava intacta, pois ele comeu rápido e deixou um restinho. — Vou botar num pote pra levar pra cela — ele disse, indo buscar um isopor extra ou uma vasilha. Concordei, ajudei a empacotar. Então, quando olhei pro lado, avistei uma cena que me pegou de surpresa: havia um homem sentado sozinho numa mesa distante, o corpo robusto, tatuagens aparentes nos braços, e um semblante intimidante. Apesar de ter algo de assustador nele, senti que não conseguia parar de

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