Morte Narrando Não tinha conversa, não tinha música, não tinha Larissa, put.a nova, aliado nenhum que me fizesse tirar os olhos da Gabriela. Era como se eu estivesse hipnotizado. O baile inteiro fervendo, luz piscando, grave batendo no peito, e ainda assim tudo ficava em segundo plano quando ela se movia. Gabriela estava linda. E não era a roupa, que eu não podia negar que caiu como uma luva nela, as costas nua, deixava ela sexy sem ser vulgar, mas o que tava me chamando atenção. Era ela. O jeito. A presença. Mesmo deslocada, ela chamava atenção sem esforço nenhum. Ela dançava meio sem jeito, tentando acompanhar a Maya, rindo quando errava o passo, balançando o corpo sem malícia, sem pose. Não tinha maldade ali. Tinha verdade. E isso era o que mais me pegava. Gabriela era dessas que cla

