General;
Na moral, não tenho paciência para surto de criança mimada não. A minha vontade é de encher essa garota de porrada.
General: Coé, tira essa garota de perto de mim ou vou encher ela de porrada. Tô avisando.
Amanda: Ninguém vai bater em ninguém, se acalmem.
Triz: Ninguém um c*****o, deixa ele vir encostar a mão em mim pra ver quem é que vai bater em quem.
Cruzou os braços toda folgada.
General: Tu tá ligada que não tá botando medo em ninguém, né. - ela riu debochando. - Tá achando engraçado?
Triz: Tô mesmo. Típico macho que acha que vai colocar medo usando ameaças do tipo, aí eu vou te encher de porrada, já te avisei e blá blá blá. - Falou rápido e fazendo umas expressões chatas.
Levantei puto indo para perto dela.
Amanda: Parou! Os dois. - me empurrou pro sofá. - Parecem duas crianças. Será que eu posso terminar o almoço em paz?
A tonga deu de ombros virando a cara e minha mãe observou um pouco, saindo de perto e voltando para cozinha logo.
Triz: Você é muito escroto caram - Concordei.
General: Tu jura gatinha? Eu não fazia idéia dessa parada. Valeu. - Sorri sem mostrar os dentes e ela jogou uma almofada em mim.
Já fui catando o bagulho de volta e joguei com força na direção dela. Para acertar mesmo. Achei que não ia doer mas acertou bem o olho da otária.
General: Culpa tua que veio de gracinha. - bufei levantando. - Deixa eu ver esse c*****o. Abre essa p***a.
Abriu o olho e ficou piscando que nem i****a. Dei um tapa na cabeça dela que devolveu outro. Tapa ardido do c*****o.
General: Tá enxergando então tá suave.. - abaixei um pouco a cabeça encarando ela.
Triz: Tá ardendo. - respirei fundo e me afastei.
General: Quase me convenceu. - ela revirou os olhos e cruzou os braços - Senta aqui.
Triz: Por um minuto jurei que você tinha acreditado. - sentou do meu lado. - O que foi?
General: Bora fazer um acordo? Referente a grana que a coroa tá querendo te dar. - Mandei o papo de uma vez só.
Coitada ficou toda vermelha, nervosa.
Triz: Ah, mas você sabe? - ficou toda sem graça.
General: Sei gatinha - puxei ela pelo braço pra cima de mim. - Bora negociar?
Triz: Depende, qual seria sua proposta? - Ela perguntou sentando no meu colo assustada.
General: Tá escrito na tua cara que tu curte luxo e esses bagulhos.. Tu fica com sessenta mil e me dá os outros quinze.
Bati no braço dela que tava no meu ombro. Não gosto que fiquem me tocando não.
Triz: E em troca eu ganho exatamente o que? - garota esperta.
General: Tu faz o que ela te pediu, não me importa o que é, ganha o dinheiro e dá minha parte. E eu te dou teus luxos, sem reclamar.
Triz: Tem coisa errada nessa proposta, no fundo eu sei que você tá aprontando alguma coisa. - Cruzou os braços.
General: Isso já não é do teu interesse, qual vai ser?
Ela ficou me olhando por uma cota sem dizer nada. Acho que pensando nisso.
Triz: E quando eu voltar para minha casa? - passei a ponta dos meus dedos na coxa dela.
General: Aí é outro assunto, o bagulho é só pro tempo que tu ficar aqui. Tendeu?
Triz: Sessenta mil reais e mais um mês de puro luxo.. - mordeu o lábio e olhou em volta. - Têmos um combinado.
Concordei e ela sorriu empolgada. Eu tô pouco me fodendo pro dinheiro, tem mais coisa importante para mim em jogo. Coisa grande e que qualquer um mataria para ter mas quem vai ganhar, sou eu.
E essa menina é a chave.