7

630 Palavras
General; Na moral, não tenho paciência para surto de criança mimada não. A minha vontade é de encher essa garota de porrada. General: Coé, tira essa garota de perto de mim ou vou encher ela de porrada. Tô avisando. Amanda: Ninguém vai bater em ninguém, se acalmem. Triz: Ninguém um c*****o, deixa ele vir encostar a mão em mim pra ver quem é que vai bater em quem. Cruzou os braços toda folgada. General: Tu tá ligada que não tá botando medo em ninguém, né. - ela riu debochando. - Tá achando engraçado? Triz: Tô mesmo. Típico macho que acha que vai colocar medo usando ameaças do tipo, aí eu vou te encher de porrada, já te avisei e blá blá blá. - Falou rápido e fazendo umas expressões chatas. Levantei puto indo para perto dela. Amanda: Parou! Os dois. - me empurrou pro sofá. - Parecem duas crianças. Será que eu posso terminar o almoço em paz? A tonga deu de ombros virando a cara e minha mãe observou um pouco, saindo de perto e voltando para cozinha logo. Triz: Você é muito escroto caram - Concordei. General: Tu jura gatinha? Eu não fazia idéia dessa parada. Valeu. - Sorri sem mostrar os dentes e ela jogou uma almofada em mim. Já fui catando o bagulho de volta e joguei com força na direção dela. Para acertar mesmo. Achei que não ia doer mas acertou bem o olho da otária. General: Culpa tua que veio de gracinha. - bufei levantando. - Deixa eu ver esse c*****o. Abre essa p***a. Abriu o olho e ficou piscando que nem i****a. Dei um tapa na cabeça dela que devolveu outro. Tapa ardido do c*****o. General: Tá enxergando então tá suave.. - abaixei um pouco a cabeça encarando ela. Triz: Tá ardendo. - respirei fundo e me afastei. General: Quase me convenceu. - ela revirou os olhos e cruzou os braços - Senta aqui. Triz: Por um minuto jurei que você tinha acreditado. - sentou do meu lado. - O que foi? General: Bora fazer um acordo? Referente a grana que a coroa tá querendo te dar. - Mandei o papo de uma vez só. Coitada ficou toda vermelha, nervosa. Triz: Ah, mas você sabe? - ficou toda sem graça. General: Sei gatinha - puxei ela pelo braço pra cima de mim. - Bora negociar? Triz: Depende, qual seria sua proposta? - Ela perguntou sentando no meu colo assustada. General: Tá escrito na tua cara que tu curte luxo e esses bagulhos.. Tu fica com sessenta mil e me dá os outros quinze. Bati no braço dela que tava no meu ombro. Não gosto que fiquem me tocando não. Triz: E em troca eu ganho exatamente o que? - garota esperta. General: Tu faz o que ela te pediu, não me importa o que é, ganha o dinheiro e dá minha parte. E eu te dou teus luxos, sem reclamar. Triz: Tem coisa errada nessa proposta, no fundo eu sei que você tá aprontando alguma coisa. - Cruzou os braços. General: Isso já não é do teu interesse, qual vai ser? Ela ficou me olhando por uma cota sem dizer nada. Acho que pensando nisso. Triz: E quando eu voltar para minha casa? - passei a ponta dos meus dedos na coxa dela. General: Aí é outro assunto, o bagulho é só pro tempo que tu ficar aqui. Tendeu? Triz: Sessenta mil reais e mais um mês de puro luxo.. - mordeu o lábio e olhou em volta. - Têmos um combinado. Concordei e ela sorriu empolgada. Eu tô pouco me fodendo pro dinheiro, tem mais coisa importante para mim em jogo. Coisa grande e que qualquer um mataria para ter mas quem vai ganhar, sou eu. E essa menina é a chave.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR