A porta se fechou atrás deles. O gabinete ficou silencioso. Demasiado silencioso. Nicholas permaneceu de pé por alguns segundos, imóvel, encarando a mesa. O mapa ainda aberto. Os documentos espalhados. E, bem no centro, como um ponto final colocado à força: O anel-sinete. Pequeno. Pesado demais para o tamanho. Ele deu um passo à frente. Depois outro. Parou diante da mesa. Ficou olhando. Aquele anel já tinha passado por tantas mãos. Do avô. Do pai. Agora, do primo. Nunca deveria estar ali. Nunca deveria ter voltado para ele. Nicholas estendeu a mão. Pegou o anel. O metal estava frio. Por um instante, segurou-o entre os dedos, como se ainda pudesse devolvê-lo ao lugar de onde tinha vindo. Como se pudesse largá-lo e ir embora. Mas não havia mais esse caminho. Ele deslizou o ane

