Luna Minhas mãos tremiam diante da visão de alguém a quem deveria amar e não temer. Toda a minha vida fui reprimida, humilhada, espancada, pela mulher que me olha com um desdém que eu jamais olharia para meu filho. -Continua uma porca, mas pelo menos uma porca com elegância. - A mulher cuspiu unicamente com o intuito de me machucar. -Minha mãe não é porca, você é uma pessoa má - Arthur, que sempre foi ensinado a tratar as pessoas com respeito, não importando sua aparência, sua raça ou sua cor, fala revoltado. A mulher olhou para ele e sorriu, apertei a mão do meu filho com uma força excessiva, pronta para avançar nela se tentasse machucá-lo com suas palavras cortantes. -Pelo visto, você realmente se tornou uma mãe como eu nunca fui pra você. O garoto tem fibra. - Seus olhos voltara

