DEVENDO AO PESADELO, [30/06/2023 00:39]
Capítulo 24
Pesadelo narrando
Eu jogo ela na cama e tiro os seus tÊnis, ela meio que acorda e me encara.
— Os duendes me disseram que vão esconcder o pote de ouro no fim do arco íris – eu a encaro sem paciência nenhum – é rosa e as moedas serão de chocolate.
— Cala a p***a da tua boca e vai dormir garota – eu falo para ela e ela começa a rir.
— Estão me oferecendo chocolate – ela olha para o nada – dizem para eles irem embora que eu quero dormir.
— Quem está te oferecendo chocolate? – eu pergunto passando a mão pelo rosto.
— Ele é rosa – ela fala – tem as bochechas vermelha.
— Cala boca Marielle e vai dormir – eu a empurro na cama e ela me encara.
— Eu estou passando m*l – ela fala ficando de joelhos na cama e eu a encaro e ela se aproxima de mim passando a mão sobre o meu rosto e eu seguro as suas mãos – eu quero te beijar.
Ela me beija e eu a empurro.
— Vai dormir – eu falo
— Unicornio está na janela – ela fala e eu a encaro e ela dar um grito e começa a correr pelo quarto – Unicornio, vai entrar, pega ele cavalinho pega ele cavalinho – ela fala sério e eu respiro fundo.
— Vai dormir p***a – eu a empurro na cama e ela cai na cama e começa a gargalhar.
— JK dar uma surra no Julian – eu falo no rádio – agora p***a, essa guria tá virada no capiroto. – jogo o rádio longe.
Ela gargalhava que nem uma maluca na cama e do nada para eu a encaro e me aproximo.
— Estou passando m*l – ela fala sentada olhando para o nada
— O que está sentindo? – eu pergunto e ela vomita tudo, começa a vomitar tudo em mim.
— Sua filha da p**a eu vou te m***r – eu falo para ela e a mesma cai na cama dormindo.
Eu olho para tudo vomitado, junto tudo, jogo ela no chão e a mesma está desmaiada, tiro a sua roupa, levo ela dormindo para de baixo do banho e a mesma não responde, seco ela e ela estava meio acordada e meio zonza, nunca deve ter usado d***a na vida e coloco uma camiseta ejogo ela na cama.
Saio do quarto e tranco a porta do quarto para que ela não saia e vou para boca, encontro JK.
— Cadê Martin? – eu pergunto
— Deve está pegando a Heloisa – ele fala – Cadê a Marielle?
— Enloqueuceu mas dormiu – eu falo e ele começa a rir
— A d***a fez efeito?
— Viu bicho rosa a unicórnio – ele começa a rir
— Deve ser a primeira vez que ela se d***a – ele fala
— Quem é o cara que se aproximou dela? – eu pergunto
— Não sei não – ele fala – fomos atrás mas ele desapareceu.
— Puxa nas câmeras, quero a imagem dele, se ele for do morro, quero que traga ele aqui. – eu falo acendendo um baseado – muito estranho chegar direto na Marielle.
— Tá achando que é o que? – ele pergunta
— Não sei, mas a mãe dela some do nada, aquele filho da p**a do Ricardo volta e assume a delegacia e um cara se aproxima direto nela com todas as mulheres para se aproximar, quem é de dentro do morro sabe que ela é minha e mulher minha ninguém se aproxima – eu falo. – ele é de fora e provavelmente a mãe dela foi abrir boca para alguém.
Eu coloco o baseado na boca e fico pensando no pai dela, aquele filho da p**a escondia muitos segredos, a filha que tanto o ama nem imagina o m***a que ele era.
DEVENDO AO PESADELO, [30/06/2023 16:26]
Capítulo 25
Marielle narrando
Eu abro os meus olhos e vejo que estou no mesmo quarto que eu troquei de roupa para ir no baile, lembro de pouca coisa, lembro de um cara se aproximando e Pesadelo atirando para cima e eu correndo dele, não sei como cheguei aqui, eu olho vejo que estou com uma camisa dele e nua por baixo, mas não sinto dor, não sei se ele chegou a encostar em mim, mas minha cabeça chegava está explodindo, sentia um peso enorme dentro dela, que coisa h******l.
Eu me levanto e vou em direção a porta e vejo que eu estava trancada dentro do quarto, eu bato na porta chamando por ele diversas vezes mas nada, tinha um relógio e vejo a hora que era 14h da tarde, eu tento encontrar meu celular e acho ele embaixo da cama, mas estava sem bateria, mas não demorou muito para a porta ser aberta, ele entra e tranca ela colocando a chave no bolso.
— Pronto, agora vai me deixar trancada aqui dentro? – eu pergunto para ele – eu quero ver minha irmã.
— O que aquele filho da p**a queria com você? – ele pergunta me encarando – porque ele nunca foi visto no morro e foi direto puxar assunto com você.
— Eu não sei, eu não lembro dele ter falado nada – eu falo para ele – eu juro.
— E você quem mandou sair da p***a do camarote? – ele pergunta
— Foi as meninas Pesadelo – eu respondo – elas me convidaram e eu fui, eu não fiz nada de mais eu juro.
— Certeza? – ele pergunta – tem certeza? – eu o encaro
— Eu tenho, eu juro, eu juro eu não conheço ele e nem vi ele.
— Você estava dançando para ele – ele fala apontando o dedo na minha cara – dançando, se divertindo, rindo e ele até mesmo te beijou.
— Eu não lembro – eu engulo seco já imaginando o pior.
Ele passa a mão pelo rosto e se afasta.
— A próxima vez que você colocar uma bebida na boca, eu juro que eu te mato – ele fala – você entendeu?
— Entendi – eu respondo – eu não vou mais beber, eu prometo, eu prometo. – eu falo sem parar.
Ele apenas tira a chave do bolso e destranca a porta, ele pega e sai deixando a porta aberta, eu vou atrás dele.
— Eu estou sem roupa – eu olho para ele e ele me encara.
— Tem roupa no armário – ele fala
— Eu posso pegar minha irmã? – eu pergunto
— Pode.
Eu assinto com a cabeça e ele desce as escadas, eu vou para o quarto e visto a primeira roupa que eu encontro e vou em direção a casa da tia dele, era atrás do bar meio restaurante e encontro minha irmã na frente brincando com a Ingrid.
— Mana – ela fala correndo
— Meu amor – e abraço ela
— Você está bme? – ela pergunta – eu fiquei preocupada mas Martin garantiu que você estava bem.
— Estou, o que aconteceu ontem?
— Julian o barman deu bebida batizada para nós – ela fala
— Ele me drogou? – eu pergunto
— Sim, Pesadelo mandou dar uma surra nele, nunca mais vai te entregar bebida na mão.
— Ele se machucou?
— Não, ninguém conseguiu encostar nele, Julian é top nas brigas – ela fala rindo
— Coitado.
— Coitado nada Mariele, você é muito santa – ela fala – ele d***a todas as meninas no bar a mando dos traficantes para elas darem fácil para eles.
— Mana eu te amo, morri de saudade mas adorei dormir na tia – ela fala sorrindo
— Eu também estava com saudade, vamos para casa? – ela assente – obrigada Ingrid, mas nós vamos indo para casa.
— Ta bom – ela fala – a gente se fala depois.
Isa vai contando sobre tudo que fez na casa da mãe de Martin e até menciona Pesadelo, homem alto cabeludo e barbudo ela fala, cheio de tatuagem e disse que ele era legal, eu a encaro e ela me encara sorrindo. Quando entramos dentor d ecasa eu estranho não ver minha mãe ali, ela não estava no quarto e a casa estava exatamente igual de quando sai daqui.
— Nossa mãe não vai voltar? = Isa pergunta – estou com saudade dela.
— Eu não sei meu amor – Isa me olha e eu dou um sorriso para ela. – mas ela logo deve chegar.
— Estou com saudade dela – Isa fala meio emburrada
— Vem vamos olhar televisão – Isa assente.
Minha mãe já estava fora há uns dois dias, e no máximo que ela tinha ficado era isso, iria começar a ficar preocupada se ela demorasse para voltar