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1372 Palavras
DEVENDO AO PESADELO, [30/06/2023 17:26] Capítulo 26 Marielle narrando Uma semana depois... Assim como a minha mãe não tinha aparecido, Pesadelo também não tinha lembrado de mim essa semana e eu acabei nem levando Isa para creche porque ela ficou doente, com febre e eu tenho certeza que era por causa de nossa mãe, ela perguntava dela todos os dias. Eu não conseguia acreditar que a minha mãe tinha simplesmente nos abanodnado aqui no morro como se a gente não fosse nada, eu estava muito abalada porque eu não tinha futuro nenhum para dar para minha irmã, eu simplesmente tinha virado marmita de bandido e daqui eu não poderia sair. — Como ela está? – Heloisa pergunta entrando dentro de casa — A febre diminuiu agora que ela dormiu. — Eu trouxe comidas gostosas para a gente comer olhando filme – ela fala – minha mãe foi viajar. — Achei que iria ficar com Martin – eu falo para ela. — Ah, eu queria ficar com você um pouco, você anda tão distante de mim sabe – ela me encara — Só estou preocupada com a minha irmã e com a minha mãe sumida. — Ela foi embora, ela não sumiu – Heloisa fala — Eu sei de tudo que ela é, mas ela ainda é nossa mãe. Eu tenho apenas 17 anos e fui simplesmente abandonada com uma criança de 3 anos aqui, sem saber nem o que fazer. — Você poderia ir na casa da sua tia, irmã do seu pai – ela fala – ela com certeza ajudaria você. — Minha tia – eu falo lembrando que Pesadelo não me deixaria ir embora – eu pensei em pedir para ela ficar com Isa, seria melhor a ela, mas se Isa ficou doente asism pela nossa mãe que m*l dava bola a ela, imagina se eu a deixar. — Ela não conseguiria ficar longe de você, você é a mãe dela bem dizer – Helo fala – e nem a gente conseguiria ficar longe dessa pentelha fofoqueira – eu sorrio — Você tem razão. – eu falo – mas as vezes eu penso que estou sendo completamente egoísta com ela. — Eu tenho certeza que o melhor lugar dela é ao seu lado. — Obrigada Helo. — Vamos colocar um filme – ela fala sorrindo. Ela tinha trazido todo tipo de doce, refrigerante para a gente passar a noite juntas, a gente traz um colchão para sala e nos espalhamos ali, Isa acorda para comer com a gente e Helo pede pizza, ela tinha a pensão do pai dela que ia direto para ela e Martin dava dinheiro com certeza a ela para ela não ficar sem. Nos acordamos cedo e Isa estava melhor e queria ir para creche, Helo ada estudava e eu tinha parado para conseguir trabalhar e não passar fome, ela levou a Isa até a creche para mim e eu comecei a organizar a casa e resolvo ir falar com Pesadelo. Ele poderia ter alguma noticia da minha mãe, eu pensei muito se deveria fazer isso porque com certeza ele voltaria a se lembrar de mim, uma coisa que ele tinha esquecido nessa semana inteira. DEVENDO AO PESADELO, [01/07/2023 23:42] Capítulo 27 Pesadelo narrando — Você não me procurou mais – Karina fala colocando aos mãos sobre o meu ombro parada atrás de mim e eu acendo um baseado – achei que tinha perdiod o interesse. — Para de besteira – eu respondo – você recebe a sua grana. — Mas não quero apenas o dinheiro, quero você. — VocÇe sabe que jamais vou assumir mulher nenhuma, jamais terei outra fiel. — Para de bobagem – ela fala dando um sorriso e beijando o meu pescoço – você sabe que sou diferente e especial. — Para de falatório e vem aqui – eu puxo ela pela mão e ela estava de minissaia, ela senta em meu colo e a gente começa a se beijar, eu passo a mão pelas suas coxas. — Pesadelo – a voz de Marielle soa – Desculpa – ela fala – eu volto outra hora – eu empurro Karina — Fica – eu falo firme e ela para na porta — Como assim fica? – Karina pergunta – eu estou aqui com você, como assim ela fica. — Vai embora Karina – eu falo — Eu vou embora – Marielle fala – eu não queria atrapalhar em nada, até – eu a interrompo — Você é s***a Marielle? – eu pergunto e ela n**a – eu mandei você ficar, vaza ?Karina. — Como? – ela pergunta – você vai me mandar vazar e ficar com essa magrela? — Eu mandei você ir c*****o, tá s***a? – ela me encara — Eu não aceito isso – ela fala – eu não aceito. — Aceita e vai p***a, você não tem que aceitar nada – eu a encaro e ela me olha e sai andando, ela para e fala algo para Marielle mas a mesma a ignora e Karina sai ainda mais furiosa. – O que você quer? Veio atrapalhar a minha f**a? Sentiu saudade de mim marielle? — Eu vim pedir sua ajuda, não queria atrapalhar nada – ela fala nervosa. Eu olho com ela ainda com o baseaod sobre os dedos e levo até a boca e dou uma tragada. Ela se aproxima lentamente me olhando com os olhos arregalados e eu a encaro estreitando os olhos. — Por acaso tenho cara de ong para fazer caridade Marielle? – ela me encara — É que você pode saber. — O que eu posso saber? — Sobre a minha mãe – ela fala – faz uma semana que ela está desaparecida e não votla. — Sua mãe saiu do morro com uma mochila, fugiu, não percebeu? Deveria dar graças a Deus que aquela mulher foi embora – eu falo e ela me encara — Ela é minha mãe e da Isa, a gente só tem a ela, minha irmã está sentindo falta dela – ela fala meio com a voz engasgada – com febre, perguntando da mãe. — Sua mãe nunca deu bola para você e para sua irmã e agora es´ta com pena dela? Você é inocente de mais garota – eu falo me levantando — Eu só achei que você poderia saber de algo, eu estou preocupada – ela fala — Preocupada com alguém que te rouba dinheiro? – eu pergunto – que deixa você e sua irmã passar fome? Nem dinheiro para o leite você tinha, mas a sua mãe tinha dinheiro para encher o maldito de cu de cachaça. — Não precisa ser grosso comigo, eu só achei que você poderia me ajudar – ela fala com os olhos cheios de lagrimas – não é porque você é sem coração, que eu preciso ser também, no fundo ela é minha mãe e é claro que eu me preocupo com ela, como se a sua mãe tivesse viva iria se preocupar com você mesmo sendo ogro que é. – ela desabafa mas depois me olha assustada e dar alguns passos para trás com medo da minha reação. — Anda tira a p***a da roupa – eu falo – estragou a minha f**a, vai você mesmo. — Estou menstruada – ela fala rapidamente e eu a encaro — Como é que é? – eu pergunto – toma a maldita pirula, controla essa m***a para não menstruar. — Não posso mandar nisso, se ela resolve vir, ela resolve vir – ela responde — Então vaza daqui – eu falo para ela – anda, antes que eu perca a porcaria da paciência. — Você realmente não tem nenhuma noticia? — Você é s***a? – eu pergunto e ela n**a – então vaza, se você não pode sentar , não me serve para nada. Te procuro quando isso ai acabar. Ela me olha. — Obrigada mesmo assim – ela fala — Espera – eu falo e ela me encara — Levou sua irmã no médico? Como a garota está? — Está melhor, só pergunta pela mãe. – ela fala — Tá, agora vaza – eu falo e ela assente. Essa velha maldita já deveria ter ido conhecer o demônio a muito tempo.
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