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DEVENDO AO PESADELO, [01/07/2023 23:56] CCapítulo 28 Marielle narrando De nada adiantou falar com ele, quando saio da boca eu encontro Martin e ele me encara. — Marielle – ele fala — Martin , será que você consegue me ajudar? — Se é para te livrar do louco do meu primo, não vai adiantar – ele fala — Não, eu quero saber se vocês tem alguma noticia da minha mãe – eu respondo – estou preocupada, eu não consigo falar com ela. — É não – ele fala me olhando – infelizmente a gente só viu ela saindo do morro. — E porque ninguém impediu, esse ogro filho da p**a não impediu ela, agora me impedir de ir em uma farmácia fora ele me impede – eu falo nervosa — Porque você é minha propriedade, a sua mãe não – a voz dele soa atrás de mim e Martin me encara. — Vou fazer as cobranças – Martin fala saindo e eu me viro encarando Pesadelo. Maldita hora que eu vim até aqui achando que ele poderia saber de algo ou me falar, mas no fundo ele era a única pessoa que poderia saber de algo. — O que eu posso fazer para você ir atrás de noticias dela? – ele começa a rir — VocÊ é inocente pra c*****o, fica se preocupando com quem não está nem aí para você, por isso é dessa forma. — Para de me ofender – eu falo baixo sem querer levantar a voz para ele não ficar cismado comigo. — A sua mãe deve ter o metido pé para bem longe – ele fala Eu olho para ele e vejo um sorriso irônico em seu rosto parecendo está feliz pelo fato de que eu estava sozinha. — Eu preciso pegar algumas coisas na farmácia para Isa – eu olho para ele e ele me encara – não tem aqui no morro, precso comprar a pomada das manchas que ela tem na pele que vem e vai. E está acabando, só tem para hoje. — Um vapor te leva então – ele fala — Só que – eu o encaro – eu estou sem dinheiro porque eu não posso sair para trabalhar. — Agora o meu dinheiro serve? Eu sirvo? – a suas palavras soam como humilhação. — Eu não posso sair para trabalhar , você não me deixa sair do morro – eu falo — Anota em um papel – ele fala – e eu mando o vapor comprar. — Você não ia me deixar sair? – eu questiono — Se é com meu dinheiro que vai ser pago é da forma que eu quero. – ele fala — Você não pode mandar na minha vida dessa forma, decidir as coisas sobre ela – eu resmungo baixo. — Eu já disse que eu posso, você é minah propriedade – ele entra para dentro da boca e eu sigo ele. — Essa dívida não é enorme dessa forma, uma hora eu vou ter que terminar de pagar, até quando? Até quando? Qual é o valor exatamente dela? – ele me encara — A dívida acaba Marielle quando eu cansar de você – ele fala – até lá, você continua minha. — Eu odeio você – eu respondo para ele segurando as lagrimas – você está simplesmente destruindo a minha vida. — Engraçado, sua mãe te rejeita, rejeita sua irmã, vocês passam fome e necessidade e a mesma bebe enche o ** de d***a e você preocupada e eu que estou sustentando você e a sua irmã, você me odeia c*****o? — Você me estupra – ele me encara – isso deveria ser crime dentro do morro, mas o próprio dono dele, comete. — Não – ele fala se aproximando e segurando o meu braço – você está pagando uma divida – ele segura em meu queixo – não posso fazer nada se você fica ai se fazendo para pagar ela – ele me larga – porque se você quisesse, as coisas poderiam ser bem boas, poderia sentir prazer, mas fica chorando e se fazendo na hora. — Você tirou a minha virgindade da pior forma possível, eu tenho nojo de quando você encosta em mim , até mesmo do seu cheiro – eu fecho os olhos achando que ele me machucaria mas ele apenas me solta me jogando para trás e eu bato em uma mesinha. — Problema seu – ele fala – porque eu estou me divertindo – ele volta acender o baseado – se você não está, ai eu já não posso fazer nada. Eu olho para ele com o pior sentimento do mundo, eu saio da boca sem falar nada e sem ao menos ele me mandar embora, eu desço correndo para casa pelos becos, mas quando eu me aproximo eu vejo fumaça, saio correndo e vejo alguns vapores junto de JK tentando apagar o fogo que vinha da minha casa, mas o fogo já estava consumindo tanto, eu apenas paraliso encarando aquilo tudo sem reação nenhuma. DEVENDO AO PESADELO, [02/07/2023 23:35] Capítulo 29 Marielle narrando Minha casa pega fogo totalmente e eu fico ali paralisada vendo os vapores correndo para tudo que é lado tentando apagar o fogo, eu realmente não tinha sequer reação. — Ei Marielle – Helo fala me sacudindo – cara, estou te chamando. — Minha casa está pegando fogo. — Estou vendo,- ela fala – todo mundo está vendo, o que aconteceu? — Eu não sei – eu respondo – eu sai para falar com Pesadelo e quando voltei a casa estava pegando fogo. — Marielle cadê a Isa? – William chega nervoso pergutando — Na creche – eu respondo para ele — Meu deus, como isso aconteceu? – ele pergunta — Eu não sei, eu não estava em casa. — Você está bem? – ele pergunta encostando em meu ombro. — eStou – eu falo me afastando porque não queria arrumar problemas para ele. — Marielle – ele fala – o que está acontecendo? Porque você não flaa comigo direto? A gente cresceu juntos. — Desculpa Willian, não quero trazer problemas para ningu-em. — O que está acontecendo aqui? – A voz do Pesadelo soa – quem colocou fogo na casa? — A gentre encontrou ela pegando fogo – Jk fala – estamos tentando apagar mas o fogo já consumiu tudo – ele me encara — Que m***a é essa Marielle ? — Eu não sei, eu estava com você. Esqueceu? – eu pergunto para ele e ele me encara — Cadê a sua irmã? Ela nhão estava doente? — Está na creche – Heloisa responde – agora não briga com ela porque ela perdeu tudo, perdeu a casa toda dela. — J´s era – Martin fala – Virou cinza. — Quero saber o que aconteceu – Pesadelo fala – quero saber porque pegou fogo e se alguém colocou, já aviso – ele me encara – vai queimar nos pneus no meio da quadra. Ele passa por mim que nem furacão indo em direção a casa pegando fogo, ele encara Willian virando o seu rosto em direção a ele e willian sai andando, Heloisa me pega pelo braço me puxando dali e me levando para sua casa, sua mãe ainda está viajando. — Calma – ela fala – toma um copo de água. — Você quer que eu fique calma, como? – eu pergunto para ela – a minha casa pegou fogo, com tudo lá dentro.- eu começo a chorar – até mesmo com as lembranças que eu tinha do meu pai, tudo Helo. — Calma minha amiga – ela fala me abraçando forte – calma. — Não tem como ficar calma, a minah vida tá uma m***a, eu não aguento mais – ela me encara — Você está falando em relação ao Pesadelo? – ela pergunta – Ele está te obrigando algo? — Não – eu respondo rapidamente – estou falando em relação a minha mãe, a morte do meu pai – ela me encara – é isso, dói muito. Muito. Ela me encara desconfiada e me abraça e eu abraço ela de volta, eu fico em saber o que eu iria fazer da minha vida, eu vou e busco a Isa na creche e voltamos para casa da Helo, ela fica preocupada perguntando sobre a nossa casa e fica nervosa quando falo que ela pegou fogo mas logo depois ela adormece, eu vou em uma loja e pego algumas roupas para nós na conta do Pesadelo, já que eu estava tendo que me humilhar para ele, ele iria ter que me bancar também, já que pelo jeito vai demorar para ele me liberar dessa maldita dívida. Então já que preciso passar por tudo isso que pelo menos eu consiga dar conforto a minha irmã. Um vapor entregou a pomada que eu tinha pedido para comprar e eu passei nela após o banho e antes dela adormecer. — Sua mãe não vai me deixar ficar aqui – eu falo para ela — Eu converso com a minha mãe. — Provavelmente Pesadelo deve arrumar uma casa para mim. — Você deveria se afastar dele – helo fala me encarando – ele é muito diferente do Martin. — Está tudo bem – eu dou um leve sorriso para ela – ele é diferente comigo e com a Isa – eu falo mentindo e ela me encara.
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