Sinceridade

765 Palavras
se passando alguns segundos desde que minha sogra e minha mãe saiu do quarto, Gabriel abre a porta e meio desconfiado entra no quarto pedi a ele que se sentasse ao meu lado na cama e que ia contar tudo a ele até mesmo as coisas que não tinham contado para os outros, os mínimos detalhes de tudo que tinha acontecido, ele é insistia que não era necessário, que tudo que ele mais queria era esquecer aquele episódio que esse dinheiro em frente, mas para mim era fundamental que ele soubesse de tudo o que fizeram e o que não fizeram comigo eu precisava contar tudo a ele desabafar chorar nos braços dele, e eu sentia que o meu corpo eu precisava dar então comecei desde o início, desde a decisão de ficar no lugar de Sofia e a tentativa de uma violação até mesmo ser perseguida por um animal feroz mas também a amizade de um casal de senhores junto com outra amizade além de me manter sempre motivada a voltar para o meu amado e querer viver por ele, chorávamos muito nós dois cada vez que ele ficava bravo ele dava um soco na mesa ao lado da cama, quando finalmente terminei de contar tudo que estava em meu coração e que me fazia sofrer ele segurou as minhas mãos e me falou o tanto que eu era forte, que ele tinha muito orgulho de mim, mas ficou muito chateado consigo mesmo pois não conseguiu me salvar nos abraçamos e ficamos deitado por mais algumas horas, nesse período acabei dormindo e ele saiu sem eu nem percebi, quando acordei estava sozinha na cama, acordei desesperada parecia estar sonhando o que tava o nome de Gabril, ele entrou correndo no quarto e perguntou o que tinha acontecido, disse a ele para não me deixar sozinha mais pois quando estava sozinha as lembranças ruins voltavam e a sensação de medo me atingia, ele me abraçou novamente e perto do meu ouvido bem baixinho ele disse que nunca mais me deixaria só e que me protegeria de qualquer coisa, nunca mais ninguém comigo nem com nós e assim se passou um mês desde o meu retorno nesse período não conseguia sair de casa nem conseguia ficar sozinha sempre tinha que estar acompanhada ou por Gabril ou pelos meus pais ou até mesmo pelos meus sogros e então era hora de seguir em frente eu precisava sair de casa enfrentar os meus medos, convenci Gabril a me levar no mercado da nossa aldeia seria um ótimo lugar para enfrentar os meus medos, mas Gabril disse que não iria só levaria minha mãe e a minha sogra só por garantia, e assim fomos até o centro da aldeia tinha muita gente no mercado o medo tomou conta do meu coração eu estava travada mas abre segurou minha mão e disse para eu ser firme e mais uma vez forte tentei dar um sorriso e ir em frente andei poucos metros até alguém esbarrar em mim e eu comecei a chorar sem explicação a pessoa pediu desculpa e seguiu em frente mas o meu corpo estava imóvel minha mãe me abraçou e disse que estava tudo bem que eu estava segura então respirei fundo e tentei seguir em frente novamente, mas na frente estava tendo uma discussão entre um vendedor e outra pessoa, aquela situação me assustava parece que a minha maior vontade era correr e fugir dali mas novamente Gabriel segurou a minha mão e a minha mãe segurou a outra mão os dois olharam para mim e sorriram, senti toda coragem que eu tinha voltado para o meu corpo até a minha alma, e então seguimos em frente chegamos até o final do mercado e Gabril me deu um forte abraço, além de dizer que eu era a mulher mais corajosa que ele conhecia voltamos para casa depois de um grande conquista me deitei e descansei a tarde toda e Gabril sempre ao meu lado. Aos poucos fui retornando a minha vida, mas os pesadelos à noite ainda eram constante Léo me perseguindo mas sempre eu tentava esquecer sou documento aos poucos na minha vida foi normalizando e eu e Gabril cada vez mais se aproximava novamente e assim outra vez estávamos em um casamento perfeito com duas pessoas que se amavam profundamente meus pais haviam retornado para sua casa e voltamos a morar sozinho meus todos não iam mais com frequência na nossa casa e tudo voltou como era mas sempre uma pulga atrás da orelha parecia, por onde Léo está ?Será que ele vai voltar?
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