Continua

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após passar uns dois dias de viagem chegamos em nossa aldeia, a nossa primeira iniciativa foi logo levar Sofia até o nosso médico, estávamos na grande esperança que ainda pudéssemos cuidar dela e curá-la, logo que chegamos o doutor colocou soro em suas veias para que se realmente fosse veneno pudesse purificar, e o restante somente as águas da cura poderiam resolver, como já estava ficando a noite levamos Sofia e sua mãe para nossa casa no lago para que no outro dia logo cedo a levassemos até a cachoeira, e assim fizemos passamos a noite na nossa casa antiga, como já tínhamos esquecido aquela sensação de estarmos livre, diretamente na natureza, era minha sensação preferida me sentia triste pois parecia estava esquecendo aquela sensação, logo no amanhecer fomos direto para a cachoeira, como Sofia não conseguia andar Gabril e o meu sogro a levaram em uma marca improvisada, enquanto eu a minha sogra e a mãe de Sofia íamos andando logo atrás levando tudo que precisar com os remédios e entre outras coisas, e enfim chegamos a cachoeira antes que pudéssemos a colocar os rapazes saíram para fazer uma fogueira já que para ter um efeito quase de imediato teríamos que colocar Sofia sem as suas roupas diretamente na água, então sua mãe atirou e logo nós três já colocamos sobre a água sua mãe também entrou para o seu corpo não afundasse, sua mãe o tempo todo chorava e pedia que ela acordasse, logo sentimos o cheiro da fumaça os rapazes já tinham feito fogo, eles fariam algo para comermos, e ele passamos o dia todo, quando a mãe de Sofia se cansava eu ou minha sogra a segurava, era hora de retornarmos pois o sol já sumia entre as árvores, mas na tentativa de aumentar as chances de sua filha melhora a mãe de Sofia nos implorou para que aquela noite ficássemos por ali mesmo, passaríamos a noite sobre o céu estrelado, Gabril sabia que eu amaria essa ideia e de maneira nenhuma a recusaria então ficamos por ali mesmo, passamos a noite sobre um lindo céu estrelado com uma lua enorme e brilhante, ao nosso redor só havia escuridão e ruídos de animais mas era tudo perfeito não sentia medo pois estava acompanhada pelo meu amor e assim abraçada a ele acordei em um dia não muito ensolarado, havia nuvens pesadas no céu, a impressão que dava que não demoraria muito a chover, e então surgiu um problema para nós, não teria como nós cinco mais Sofia ficarmos ao relento muito menos ao lado de uma cachoeira ,deixamos ela na água o máximo que podemos até chegar o momento que decidimos retornar para casa, chegando na cabana deixamos Sofia e sua mãe na casa e retornamos para a aldeia, decidimos manter as informações de Sofia em sigilo de todos, seria mais seguro para as ambas partes, Gabril como de costume voltou para sede e foi resolver as suas obrigações enquanto eu fui ao mercado para comprar roupas e outras coisas para Sofia, sentia em meu coração que ela passaria daquela fase r**m e que retornaria a sua aldeia ainda mais decidida a se tornar a chefe e que colocaria Léo em seu devido lugar. ficamos nessa rotina por mais de meses Sofia e sua mãe ia para cachoeira com os meus sogros enquanto eu e Gabril ficamos na aldeia para manter as aparências, após 3 meses do tratamento de Sofia era visível a sua melhora, ela já andava e falava, mas ainda não era o suficiente para enfrentar Léo e Helena o ideal seria a manter ali por mais algum tempo, mas havia rumores que Léo não tinha mais paciência e que o pai de Sofia não conseguia mais convencê-lo, tínhamos medo que Léo de alguma maneira tentasse levar Sofia a força por isso Gabril aumentou a segurança da aldeia, colocou o vigilantes e colocou também um segurança para ficar com Sofia, certa noite uma grande explosão aconteceu em um dos nossos portões, foi um barulho tão grande que da nossa da casa do lago podemos ouvi-lo, Gabril e meu sogro ficaram muito preocupados, os dois foram verificar o que tinha acontecido minha sogra também foi, eu Sofia e dona Soraia além do nosso segurança João ficamos já que essa explosão poderia ser só uma tentativa de sequestro de Sofia, após mais ou menos uma hora que Gabriel havia saído, acabamos escutando barulhos estranhos, vamos logo ficou atento e pediu para que nós três ficássemos escondidas no quarto enquanto ele daria uma olhada em volta da casa, e então saiu e fechou a porta, meu coração pressentia que algo r**m aconteceria ali e então pedir para que Sofia e sua mãe entrasse dentro do guarda-roupa do nosso quarto de visita e que não saísse de lá enquanto Gabril não retornasse, além disso pedi a Sofia as suas roupas emprestada ela não conseguia entender a minha ideia, mas para mim era evidente que eu faria qualquer coisa para que ela pudesse se recuperar por completo, sendo assim eu daria a ela mais tempo para se recuperar e então me passaria por ela,tentaria enganar Léo caso precisar, nesses pensamentos e as roupas de Sofia me deitei na cama coloquei um lenço sobre o meu rosto na tentativa de escondê-lo, me assusto com uma batida forte na porta tão forte que ela se abriu, três homens entrou pela porta, olhou todos os cômodos pareciam procurar algo, foi quando entraram em meu quarto, eu estava paralisada de medo pois já entendi qual tinha sido o plano de Léo, mas nesse pequeno tempo pude perceber que nenhum dos homens ali presente era Léo, então eles não saberiam dizer quem realmente é Sofia, e assim eu poderia me passar por ela, de certa maneira me sentir aliviada pois poderia ajudar uma amiga, e no fundo sabia que Gabril entenderia a minha decisão. que eu imaginava estava realmente acontecendo? antes que eu pudesse pensar em que fazer, um deles colocou um um pano com um cheiro estranho no meu nariz, era tarde demais quando percebi o que estava acontecendo, aos poucos fui pedindo os sentidos e ao final desmaiei, eles amarraram os meus braços e minhas pernas e um deles me pegou no colo e me levou,não conseguia falar gritar nem me mexer mas enquanto saímos da casa estava escuro e embaçado mas pude ver o João machucado deitado ao chão e essa foi a minha última visão naquela noite.
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