se passou 1 ano desde o nosso casamento, somos muito felizes, temos nossas responsabilidades mas também temos os nossos momentos, eu e Gabril formamos sem dúvida nenhuma um casal perfeito, nas reuniões sempre que eu tinha alguma ideia ele sempre me escutava assim como todos que estavam presentes ele era um chefe compreensivo e sempre compreendia e ouvia a todos ele era um homem perfeito. havia se passado também a festa da colheita foi em outra a aldeia,lá encontrei com meus pais, eles estavam bem, e assim estávamos seguindo a nossa vida perfeita.
certo dia foi convocado a nossa aldeia uma reunião de urgência em uma aldeia vizinha pois estava a vendo grandes revolta da população em relação ao seu chefe, e para tentar manter a paz no nosso clã, nós iríamos até lá para tentar resolver os problemas,e assim fizemos, organizamos a nossa comitiva onde contava comigo e Gabril , os meus sogros e algumas outras pessoas que achavam importantes e necessárias nessa transição, arrumamos tudo que precisávamos e partimos, a aldeia Fronte se localizava a dois dias de distância, por isso partimos com pressa, e foram dois dias bem cansativos até para os cavalos já estavam exaustos, mas com insistência chegamos no noitecer do segundo dia de viagem, fomos recebidos por alguns aldeões as quais nos deram um abrigo para o descanso e no outro dia e que seriamos recebidos pelo chefe, e assim foi ficamos em uma pousada na chegada da aldeia e tivemos um grande banquete como recepção mas todos estranhou o chefe da aldeia não estar presente para nos receber, no outro dia fomos direto para a reunião principal logo cedo pois queríamos resolver o mais rápido possível, então a grande surpresa para mim, assim como a aldeia Tanki a aldeia Fronte também tinha anunciado o novo chefe alguns meses atrás, e para a minha tristeza esse novo chefe era o meu ex melhor amigo Léo, ele se casado com a filha do chefe e se tornou também o chefe, como sempre foi os seus planos a diferença só foi a aldeia, ele não estava surpreso em me ver parecia até feliz, acho que a sua intenção era realmente nos levar a se o encontro para que pudéssemos ver que ele tinha conseguido, mas surpresa ainda fiquei quando vi quem era a dama de companhia da filha do chefe ou seja a esposa de Léo era também a minha ex-amiga, a que ponto chegaram para conseguir o que queriam, e então começou se a reunião Gabril se sentiu desconfortável já que também conhecia toda a nossa história, no meio da reunião a esposa de Léo acabou passando m*l, na minha cabeça só passava que eles estavam a envenenando, para mim era tão óbvio o que eles estavam tramando, assim como quiseram fazer comigo, mas não conseguiria provar nada pois somente eu ouvi o que eles falaram ao final da reunião Léo se aproximou de mim, perguntava por qual motivo eu havia me distanciado dele e de Helena, simplesmente deixei de falar com eles sem nenhuma explicação e que eu me casei e não os convidei nem se quer me despedir quando fui embora da aldeia não queria falar sobre o que eu tinha escutado então tentei mudar de assunto, perguntei para ele como ele tinha conseguido se tornar o chefe em pouco tempo, e ele se gabando disse que Sofia a filha do chefe da aldeia Fronte havia se apaixonado por ele, e que ele também se apaixonou por ela e assim mais rápido que pode já pediu em casamento e se casaram, e então perguntei por que motivo Helena tinha se tornado a dama de companhia de Sofia, e ele procurou uma justificativa disse que era porque elas tinham se tornado muito amigas e como não queriam se separar ele acabou a nomeando como sua dama de companhia eu fingi estar feliz mas em meus pensamentos as peças não se encaixavam, fiquei muito incomodada com tudo aquilo que tinha escutado, quando voltamos para pousada contei todo meu incômodo para Gabril ele de certa maneira concordava comigo mas tinha medo que eu fosse encontrar problemas caso continuasse com essa história, prometi a ele que não diria a ninguém mas que continuaria investigando, Léo nos convidou para o jantar em sua casa e aceitamos como nosso aliado, fomos até a sua casa era muito bonita, mas era notável que quem mandava lá era Léo e Helena, Sofia estava tão fraca e debilitada que m*l conseguia levantar de sua cama, somente em reuniões oficiais que ela se obrigava a se levantar o jantar inteiro ela passou deitada em sua cama e enquanto Léo e Helena estavam sentados à mesa como um casal, aquilo me dava ódio pois sabia o que eles eram capazes de fazer somente por riquezas então antes de irmos embora pedir licença a Léo para que fosse até o quarto de Sofia me despedir, quando eu cheguei lá me deparei com uma moça muito linda mas totalmente descuidada, enquanto estava em seu quarto tentei achar algum veneno,o que eles pudessem estar dando a ela mas não encontrei nada, nesse período Sofia pediu por água, havia uma jarra bem ao lado da sua cama e então me aproximei e coloquei um pouco de água no copo antes que pudesse entregar a ela me veio à cabeça, será que eles poderiam estar colocando veneno na água? seria maneira ideal já que aos poucos e a matando e ninguém notaria, aquilo me tirava do sério pois não poderia acusá-lo sem uma prova mas também não era certo simplesmente deixar para lá, só veio na ideia derramar aquela água para ver se havia alguma diferença assim que ela tomasse uma água natural, peguei a jarra e fingir que havia escorregado de minha mão e deixei cair no chão, todos vieram da sala imediatamente então eu com a voz trêmula disse que havia escorregada da minha mão e que eu sentia muito, disse que não havia problema mas pude perceber a cara de insatisfação de Helena e então foi até a cozinha e peguei a água do pote que bebemos também, levei até Sofia e como de imediato ela parecia uma nova pessoa, como se a água tivesse tirado toda a sua agonia, as minhas dúvidas cada vez mais ficavam verdadeiras, mas não sabia como resolver como faria para desvendar toda aquela história, e assim fomos para a pousada em que estávamos hospedados, contei tudo novamente para Gabril sobre a possibilidade da água envenenada pensamos juntos sobre o que poderíamos fazer e a única coisa possível seria conversar com o pai de Sofia tentar convencê-lo do que Léo e Helena estávam fazendo e assim tentar salvar Sofia enquanto ainda podíamos, naquela noite não consigo dormir estava ansiosa, tinha medo que o pai de Sofia não acreditasse no que eu estava falando e antes que eu pudesse perceber o sol já nascia no céu e a claridade entrou pela janela do nosso quarto tomamos o café da manhã, e fomos direto para casa do pai de Sofia, o seu Fernando nos recebeu com muita gentileza juntamente a sua esposa, e então com muito esforço eu acabei falando das minhas suspeitas em relação a Leo e Helena, e uma nova surpresa surgiu, o pai de Sofia foi contra o seu casamento e sempre suspeito dessa doença de sua filha a qual nunca se encontrava uma cura, nem mesmo com os melhores médicos de outras aldeias, falei da minha suposição, e também das minhas dúvidas em relação a Léo e Helena, o pai de Sofia parecia acreditar em tudo que eu falava e aos poucos fomos montando esse quebra-cabeça louco, mas ainda assim não conseguimos encontrar uma maneira de provar que aquela água estava envenenando Sofia, e então eis que a mãe de Sofia acaba sugerindo uma viagem onde somente a filha iria, uma das nossas cachoeiras é conhecida por ser medicinal seria uma boa desculpa para manter Sofia longe, e então ali finalizamos os últimos detalhes do nosso plano de ataque, Gabril sempre ao meu lado me apoiando, e então ficou tudo certo Gabril sugeria a ideia da cachoeira medicinal e antes que Léo pudesse negar o pai de Sofia aceitaria e quando Helena sugerisse ir junto nós a colocaria como interina no cargo de Sofia, sabíamos que essa proposta os dois nunca recusaria pois seriam mesmo por um breve momento o casal líder da aldeia e talvez ele estivesse em mente que o envenenamento de Sofia já não havia mais jeito e assim fizemos, no outro dia antes de nós partirmos sugerimos a ideia para Sofia e Leo, ele não queria,n**o logo de imediato, e então o pai de Sofia deu a última palavra , em um tom sério ele falou que ela iria pois qualquer oportunidade que tivesse dela melhorar ele tentaria, Léo não tinha como recusar mas como já previsto Helena se ofereceu para ir junto disse que como dama de companhia ela iria lhe acompanhar a mãe de Sofia não perdeu tempo e disse com a voz um pouco trêmula de maneira nenhuma elai Helena pode nos deixar nesse momento, depois de Sofia eu a tenho como filha e não posso de maneira nenhuma deixar o Léo sozinho nessa jornada eu acompanharei Sofia e vocês ficaram aqui para cuidar da aldeia e não falamos mais nisso, e antes que eles pudessem mudar de ideia, seguimos a viagem juntamente com nós ia Sofia e Soraia sua mãe.