CAPÍTULO 8

1018 Palavras
DOUGLAS CASTILHO Nós três rimos alto ao ouvir aquilo, só podia ser brincadeira. — Não. Não é não moleque. — Dom falou da viatura, colocamos ela na viatura e saímos. — Porque fugiu de nós? — perguntei na parte de trás da viatura junto com ela. — Porque estão me perseguindo assim? Eu não fiz nada para vocês, não roubei nada da avó de vocês, por favor, não fiz nada! — Nossa, bandidinha, como você é linda. Ẓ— fiz carinho no rosto dela, aquele rostinho perfeito, ela ficou imóvel de novo. — Me deixem em paz! — afastou minha mão. — Quer fazer o que hoje? Vamos sair do serviço as cinco ,vamos te levar para sair. — Dario falou se virando para ela. —Vocês são malucos, eu ja disse para me deixarem em paz. — peguei aquela delicinha e coloquei no meu colo, tentou sair, mas segurei ela com facilidade. — Como se sente no colo de um homem de verdade ao invés daquele magrelo nerd?— perguntei próximo do seu ouvido e vi ela se arrepiar inteira, sorri satisfeito com a reação daquele corpo perfeito. — Fernando é um homem de verdade. — ela falou e eu ri. — Fernando? Até o nome dele é feio. — Dom falou rindo. — Fernando não é feio, e é o meu namorado! — ela falou. Fiquei olhando para a aquela garota, tinha muita ousadia, tinha que admitir isso. — Ele faz você se arrepiar assim, só em falar no seu ouvido? — falei baixo e firme no ouvido dela. Senti um leve tremor em seu corpo e dei uma mordidinha de leve em sua orelha e ela gemeu, mas logo colocou as mãos na boca com os olhos arregalados, assustada com a própria reação de seu corpo delicioso. — Para com isso, eu namoro, e sou fiel ao meu namorado! — Fico feliz em saber que é fiel, caso contrario se não for fiel a nós matamos o vagabundo e trancamos você em casa para o resto da sua vida. — Dom falou sem desviar os olhos do caminho enquanto dirigia. — Meu Deus, vocês são malucos, o que querem de mim? — ela perguntou se mexendo em meu colo tentando sair e lógico que aquilo dela se mexer tanto, me deixou com o p*u totalmente duro. — Nós queremos você, pequena princesinha. — Dario falou — Eu namoro, entendam isso de uma vez! — Vamos entender aquilo que vimos como um pequeno deslize seu, já que não nos conhecia quando aceitou namorar aquele nerd magrelo, mas agora você é nossa e aquele nerd é seu ex. — Dom falou. — Não digam bobagens, Nando é meu namorado. DOM CASTILHO Eu estacionei a viatura num lugar deserto um parque um pouco afastado e me virei para minha bandidinha. — Não pequena ele é seu ex namorado. — eu sai para fora da viatura, peguei minha pequena no colo e coloquei ela no capô da viatura, ficando de frente para ela, abri as penas dela para ficar bem próximo dela — Oh ,ceús, vocês são tão assustadores... — ela falou e eu ri. — Se acalma. — falei sorrindo para ela — Nos de uma chance de mostrar que queremos te fazer bem. — Bem ? Vocês são assustadores me forçando a ficar perto de vocês, eu namoro... Ela se calou quando eu segurei sua cabeça e tomei seus labios com os meus, no começo ela se debateu, mas logo ela ficou mais calma e se entregou ao meu beijo com paixão. Aquilo não era beijo era a perfeição, aqueles labios carnudos eram muito mais deliciosos do que podia imaginar, ficaria ali beijando aquela garota pelo resto da minha vida, que não enjoaria um minuto sequer daquela boca maravilhosa Ela passou os braços pelo meu pescoço me puxando mais para ela e eu adorei aquilo, tive a certeza de que ela era minha e do meus irmãos e ninguém mais tiraria ela de nós nunca. Segurei na cintura fina dela e pressionei ela contra meu corpo, fazendo ela sentir o quanto eu estava e******o com aquele beijo, ela foi para trás com o susto e soltou do meu beijo e antes que ela pensasse em algo, Dario ja tomou seus labios com os dele num beijo voraz. DARIO CASTILHO Céus que garota deliciosa era só no que conseguia pensar ao beijar aquela boca gostosa da nossa delicinha. Que beijo meu Deus, que beijo delicioso, simplesmente incrível o melhor que ja provei e em que com certeza não existia melhor,ela era perfeita e isso me deixava louco eu queria essa garota, queria demais. Eu seria capaz de fazer loucuras por essa garota, ela me retribuia ao beijo com tamanha vontade que tive certeza que ela nos desejava também, ela nos queria e não ia ficar insatisfeita nunca conosco, disso eu tenho certeza DOUGLAS CASTILHO Dario não soltava mais nossa bandidinha, eu queria beija la também p***a, essa boca linda dela esta me instigando a muito tempo. Sem paciência eu tirei ela do capô do carro, pegando ela no colo, Dario resmungou quando a tomei para mim. — Não sabe a vontade que estou de te beijar desde o momento que coloquei meus olhos em você, minha delicinha. — falei e a beijei Provei aqueles labios, que tanto queria e era bem mais gostoso do que imaginei, era uma verdadeira delicia, tive a certeza que nenhuma outra boca me satisfaria como a da minha delicinha, ja estava viciado naquela boca e nada me faria querer outra ou deixar outro encostar nessa boca além de mim e dos meus irmãos. Ela num instante pulou dos meus braços e ficou olhando para nós com aqueles olhos lindos e podia ver o quanto estava confusa. Ela então se virou e saiu correndo pela rua, olhei para os meus irmãos e nós rimos, entramos na viatura e em alguns instantes estávamos do lado dela. — Entra na viatura, não precisa ter medo do que esta sentindo. — eu falei. — Não cheguem perto de mim! — ela falou correndo em direção as árvores.
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