─ Deu merda Li. - Marcelo encarou o copo com café fumegante. ─ Aquele filho da p.uta não vai sair vivo da cadeia. ─ Não me importo com ele. – Ela deslizou os olhos para o amigo. ─ Foi humilhante e revoltante me ver tão exposta, senti que Neto estava e******o ao lembrar daquela monstruosidade. ─ Não duvido. – Marcelo sorveu um pouco do café. ─ Falando em monstro, sei que está com a viagem marcada para essa noite, mas preciso lhe mostrar uma coisa. Ele tirou o celular do bolso, desbloqueou e vasculhou por um tempo, o colocou em cima da mesa e empurrou na direção dela. ─ Ouve. Pensei que estivessem descoberto a escuta, mas ontem, enquanto você estava na delegacia recebi esse áudio. Lillian sentiu o estômago revirar, esticou a mão e acionou o áudio. O ruído de pés se arrastando pela casa

