Júnior se estabeleceu no rancho, nos dias que seguiram estava ao lado de Marion, escutava quando a menina vomitava, ou sofria de dores, ia até ela e as vezes passava até a noite no quarto, conversando, contando sobre alguns casos críticos, que tiveram sorte. Marion iniciou um livro, e o que era só uma coisa de adolescente, se tornou a sua nova obsessão. Uma madrugada de chuva forte, escreveu o tanto que conseguiu, sentia tantas dores que se pegava rangendo os dentes. Lillian estava de plantão e Joyce fora tirar uma hora de descanso. ─ Logo seus remédios fazem efeito. - Júnior se ajeitou na poltrona, pelo menos aquela era confortável. ─ Quer que eu conte mais alguma coisa para adicionar ao livro? ─ Não. - Ela negou. ─ Eu acho que vou morrer, Carlito. - Marion sentiu o peito afundar. ─ E

