Pré-visualização gratuita A magia do Natal
Eu odeio a minha família.
Bom, mais provável que eles me odeiem.
Minha mãe me disse que não precisava eu ir para casa da minha tia, que ela ia voltar logo.
Sabe onde ela está agora? No Caribe!
CARIBE, p***a!
Eu devia ter desconfiado do meu irmão quase se jogar na frente de um ônibus pra ir junto.
Ela não teve nem a consideração de me bloquear no f*******: pra eu não ver.
E o pior? O amigo gostoso do meu irmão não ia mais passar o natal com a gente. Poxa, minha esperança de fingir que estava bêbado e finalmente dar para aquele moreno delícia foi por água abaixo, as águas cristalinas do Caribe.
O que me resta fazer nessa tarde do dia vinte e quatro? b*******a pensando nele é claro!
Tirei toda a minha roupa, fui à cozinha beber um suco – não tinha ninguém em casa mesmo e não teria por um bom tempo – voltei para o meu quarto, peguei um tubo de lubrificante, o meu vibrador e me deitei na cama.
Coloquei tudo ao meu lado e flexionei os joelhos, deixando as penas bem abertas, comecei a massagear meu p*u de forma lenta, pensando no Jongin suado e correndo no meu quintal.
Minha entrada já pulsava com a visão daquele moreno delícia. Coloquei o lubrificante em dois dedos os enfiando de uma vez, estava acostumado com isso, eu fazia muito isso pensando em Kim Jongin.
Assim que senti minha entrada mais preparada passei lubrificante no pênis de borracha e liguei na última velocidade.
- Aaaah... Que gosto, hmm...
Eu me estocava com aquele brinquedinho – nada pequeno – de forma desesperada e quase gritando o nome de Jongin.
A mão no meu p*u subia e descia em ritmo frenético, enquanto a outra fazia o vibrador ir cada vez mais fundo.
- AAAH... Jongin... – gemi alto ao ter minha próstata acertada pela última vez e meu g**o sujando minha mão.
****
Acabei pegando no sono depois daquilo. Quando acordei já era de noite e eu ainda não tinha comprado o peru para “ceia” de natal.
Não seria uma ceia já que eu comeria sozinho, tava quase comprando uma galinha pronta na esquina.
Tomei um banho e me “arrumei” para ir ao mercadinho.
Sabe aquelas cenas de filme que a mulher solitária procura pelos doces pra depressão, abre a garrafa de vinho e bebe metade antes de chegar ao caixa? Queria muito fazer isso, mas não é um filme.
Então eu me contentei em colocar três garrafas de vinho no carrinho, algumas besteiras e um peru, que estava o dobro do triplo do preço por eu comprar de última hora, mas é a vida.
Nem era pra eu estar aqui. EU PODIA ESTAR NO CARIBE, MAS MINHA FAMÍLIA ME ODEIA!
Eu vou chorar.
Quando fui passar minhas compras no caixa a mulher ficou me olhando de um jeito estranho. Eu devo estar à cara da depressão.
Quando eu saí do mercado tinha um papai Noel panfletando. Era tudo que eu queria.
“Venha conhecer A Magia do Natal” era o que ele dizia.
- Boa noite, pequeno. O que quer ganhar de natal? Podemos realizar qualquer sonho.
- Sabe que eu tenho mais de dezoito e não sou uma criança estupida, certo? Sabe que eu não vou desejar um carrinho e sim um cara pra me f***r a noite inteira. Pode me dar o cara dos meus sonhos, aquele moreno delícia pra me f***r a noite inteira? Acho que não, essa magia o natal não tem! Então eu vou ficar bêbedo até falar com duendes e t*****r com meu travesseiro imaginando o Jongin. Bom Natal!
É bem provável que eu tenha traumatizado o bom velhinho depois daquela, mas foi mais forte do que eu, minha vida já é uma merda, tudo que eu menos precisava era um panfleto sobre “a magia do natal”.
*****
Cheguei em casa e coloquei o peru – já temperado – no forno. Tirei a roupa de frio e coloquei apenas um moletom grande e meias, o aquecedor estava ligado e não precisava de muitas roupas.
Sentei no sofá com meu pote de sorvete – f**a-se que está fazendo menos dez graus lá fora, eu gosto de ser dramático – e coloquei um filme de terror.
Quando o filme estava na metade tirei o peru do forno e voltei pra sala com meu pote de sorvete e algumas jujubas, mais tarde eu como. NÃO TENHO UMA MÃE PRA CUIDAR DE MIM E ME MANDAR JANTAR.
Sabe aquela cena do filme que está tocando aquela trilha ridícula que é assustadora e tu sente que o assassino vai aparecer na próxima sombra?
Pois é... Foi nesse momento que a campainha tocou. Eu dei um berro e quase senti meu coração voar longe.
Como eu sou uma pessoa muito inteligente eu abri a porta sem nem olhar no olho magico. Se fosse um psicopata eu já estaria fatiado, mas não era... Era só... O Papai Noel do mercadinho?
- Ahn... Quem é você e como sabe meu endereço?
- Posso entrar? – sua voz estava abafada por causa da barba e as muitas roupas de frio, ele parecia um papei Noel do pelo norte mesmo e aquela barriga estava estranha, parecia um balão, até se mexia. O que era bem engraçado.
- Ahn... Não.
- Do Kyungsoo, eu vim realizar seu desejo de Natal, está um frio aqui fora, me deixe entrar.
Dei espaço para que ele entrasse.
O que eu podia fazer? Ele me convenceu e parecia estar tremendo de frio.
- Quantos graus está aqui dentro?
- Vinte e sete.
- Nossa. Enfim... O presente.
Eu pensei que ele fosse, sei lá... Abrir uma sacola mágica, mas não ele foi tirando a roupa, o que de início foi beeem estranho.
Mas eu quase caí duro no chão quando eu vi aquele moreno delícia sem as roupas de papai Noel.
Ele usava só uma regata e uma boxer.
REGATA E BOXER!
Deus me leva!
- Onde está o Sehun?
Ah é, Sehun é meu irmão mais velho, ele tem vinte e três e eu dezenove, Jongin tem a mesma idade de Sehun.
- Ahn... É... Foi para o Caribe com meus pais.
- E te deixaram sozinho?
- É... – sentei no sofá e continuei comendo meu sorvete de menta com flocos.
- Está parecendo alguém que foi chutado pelo namorado.
- É quase isso.
- Não lembro de ter te chutado.
- Não lembro de ter te namorado.
- Mas queria que eu sei. – quando eu ouvi sua risadinha sínica que me dei conta do que estávamos falando, obvio que o meu sorvete quase saiu pelo nariz.
- O QUÊ?
- Não sei, foi você quem disse que ia t*****r com seu travesseiro imaginando que era eu. Não era mais fácil me ligar. É meio óbvio que eu não ia negar. Você tem uma b***a linda.
Aquele sorriso malicioso deveria ser considerado crime, ele estava quase me assassinando.
- EU NUNCA DISSE ISSO! MEU DEUS!
Ele pigarreou e começou a falar imitando a minha voz – ou tentando:
- “Pode me dar o cara dos meus sonhos, aquele moreno delícia pra me f***r a noite inteira? Acho que não, essa magia o natal não tem! Então eu vou ficar bêbedo até falar com duendes e t*****r com meu travesseiro imaginando o Jongin. Bom Natal!”. Foi o que você me disse no mercadinho.
- Eu... É...
- Tudo bem, eu vim te dar o teu presente, o moreno delícia vai te f***r a noite inteira.
Ele começou a engatinha pelo sofá até ficar bem, bem próximo de mim, tirou o pote das minhas mãos e colocou sobre a mesa.
Meus olhos deviam estar muito arregalados. Eu tinha a impressão de que eu nem respirava.
- Calma, eu não vou fazer nada que você não queira.
E com isso ele colou nossos lábios.
De início eu fiquei estático, mas depois eu fui sentindo como se meus lábios derretessem de estar colados aos seus.
Minha boca estava fria e a dele estava quente.
Me agarrei ao seu pescoço e fui deitando no sofá com ele entre minha pernas. Sua língua invadiu minha boca brincando com a minha.
Aquilo era gostoso e bem diferente do que eu imaginei. Era melhor.
Muito melhor.
Ficamos minutos nos beijando, às vezes intercalando com mordidas e sugadas, mas sem separar os lábios de fato. Eu já estava completamente e******o, involuntariamente eu me esfregava nele a procura de mais prazer.
- Eu imaginei que você fosse gostoso, mas não tanto. – ele disse enquanto beijava o meu pescoço. Aquilo foi o suficiente para eu sentir que minhas bochechas estavam mais vermelhas que aquela roupa de bom velhinho.
Suas mãos apertavam as minhas coxas e abriam mais as minhas pernas. Ele ficava fazendo movimentos de vai e vem sobre meu corpo, me fazendo ficar ainda mais e******o.
Suas mãos invadiram meu moletom até que ele estivesse fora do meu corpo, me deixando quase nu. Ele também tirou sua blusa, deixando nossas peles quentes em contato direto.
- Tem lubrificante?
- Aham... Vou pegar.
Fui até o quarto e peguei o lubrificante que ainda estava em cima da minha cama, aproveitei pra esconder meu Nini – nome do meu consolo, me deixa – e voltei pra sala.
Dei o tubo em suas mãos e, sem vergonha nenhuma – mentira – tirei minha boxer e deitei novamente no sofá com as pernas abertas.
Jongin ficou me olhando por um tempo.
- O que está esperando?
- Nada.
- Então...
- Tá, tá.
Ele melecou dois dedos com o lubrificante e colocou só um, minha entrada ainda estava um pouco sensível pelo que fiz à tarde, então gemi um pouco, mas... Aquilo não era suficiente. Eu brinquei com o Nini de tarde, dedos não seriam suficientes.
- Ahn... Jongin... Eu não sei como te dizer isso, mas... É pouco sabe...
Ele colocou mais um e começou a fazer movimentos rápidos, era gostoso, mas eu precisava de mais.
- Mais... Jongin... Mais...
Ele colocou outro dedo... Aish... Que garoto burro!
- Jongin... Me fode de uma vez, eu não quero brincar caramba.
Ele passou lubrificante em seu m****o e começou a me penetrar. Ele nem esperou que eu me acostumasse e começou a fazer movimentos rápidos.
- Aaah, Jongin... Tão grosso... Aaahn delícia...
Eu arranhava suas costas numa tentativa falha de descontar o intenso prazer.
Os movimentos eram tão ágeis que acabamos caindo do sofá.
Ainda bem que na sala tinha um tapete felpudo, assim Jongin não se machucou tanto, mas pra mim foi incrivelmente gostoso, senti seu m****o ir ainda mais fundo me mim.
Eu cavalgava sobre si com tanto fervor que meu pênis ficava balançando de um lado para o outro e batendo contra o abdômen de Jongin fazendo um som... Engraçado pra mim... Era um ploc, ploc bem legal.
Eu sentia os espasmos, sentia o orgasmo perto.
Comecei a comprimir minha entrada apertando Jongin, queria que ele sentisse o quanto era bom f********o comigo.
- Ah Kyunggie... Que delícia... Rebola mais... Aaaahn...
Ele apertava minha b***a me ajudando nos movimentos.
Não demorou para que eu gozasse sujando o peito de Jongin.
Ele elevou seus quadris mais algumas vezes me estocando forte e também gozou.
Caí ao seu lado, naquele tapete felpudo e gostoso. Nossas respirações estavam ofegantes e sentia que meu corpo estava pegando fogo de tão quente.
- Nossa isso cansa...
Ele riu.
- Fala como nunca tivesse feito.
- C-com uma pessoa eu ainda não tinha feito.
- Como assim Kyungsoo? O jeito que você agiu... Você... Você...
- Obrigado Jongin... Tô me sentindo uma p**a agora.
Me levantei e fui em direção ao banheiro, eu estava todo suado e sujo de sêmen. Meu corpo estava levemente dolorido pelo esforço. Isso que dá ser sedentário.
Tomei um banho morno para tentar esfriar um pouco meu corpo.
- Kyung... Eu não quis dizer aquilo. – ele entrou no box junto a mim.
- Tudo bem Jongin. – virei de costas e continuei lavando meus cabelos.
- Não está tudo bem, você ficou bravo. Eu não quero que fique bravo comigo.
Ele me abraçou por trás.
- Já disse que está tudo bem Jongin. A gente nem é namorado, não teria porque eu ficar bravo foi só... Uma transa de natal. Termina teu banho e vamos jantar.
Sai do banheiro e coloquei apenas um moletom, mais nada.
- O quê eu vou vestir?
- Pode pegar uns dos pijamas do Sehun.
Foi o que ele fez e voltou para cozinha só com uma calça de moletom.
Servi o que eu tinha cozinhado para ceia e esquentei no micro-ondas.
- Obrigado.
- Pelo quê?
- Minha família me deixou e eu achei que teria que passar o natal sozinho, mas então você apareceu. Obrigado.
- A-ah... Eu também passaria o natal sozinho se não viesse pra cá, e-eu não tenho família aqui... Meus pais moram no Japão. Mas então... Eu disse que a magia do natal poderia dar o que você quisesse. – rimos.
- Pois é...
Depois de terminar o jantar e lavar a louça, deitamos para ver um filme.
Minha cama era de casal, mas era pequena, fazendo com que a gente tivesse que ficar bem juntinho.
Quando estávamos na metade do filme Jongin começou a passar o nariz pelo meu pescoço e distribuir beijinhos.
- Eu acho que a gente podia fazer de novo. – ele sussurrou.
- Ah Jongin, eu to todo doído.
- Ah, tadinho do meu Soo, eu vou te recompensar.
Ele se enfiou embaixo das cobertas, me virou de bruços e levantou meu moletom.
Jongin deparou minhas nádegas e começou a passar a língua no meu buraquinho.
- Aaaah Nini... Mais hmm...
Empinei minha b***a para sentir sua língua penetrando meu buraquinho. Aquilo era muito gostoso, nunca tinha sentido algo tão bom.
Jongin começou a penetrar um dedo.
- Melhor não Nini, ta sensível.
- Aish... – ele se deitou na cama com os braços cruzados e olhando para o teto.
- Desculpa, mas é que... A gente foi um pouco selvagem antes, mas a gente pode fazer de outro jeito.
- Como?
Fui para baixo do cobertor e puxei sua calça moletom, vendo que ele vestia apenas isso – safado – e comecei a chupar seu p*u que já estava semiereto.
Jongin colocava as mãos na minha cabeça e guiava meus movimentos da forma que queria.
E eu estava gostando daquilo, eu o engolia por inteiro, sentindo tocar na minha garganta, quase engasgando algumas vezes.
Fiz Jongin abrir mais as pernas e passei a lamber seu p*u e chupar suas bolas.
Fui descendo minha língua até chegar em sua entrada.
- O-O que está fazendo?
Não respondi, apenas levantei suas pernas e passei a lamber com mais vontade.
Quando estava babado o suficiente comecei a colocar um dedo.
- Ah Kyung não... Num hmm credito que tá fazendo isso...
Eu dei aquela risadinha maléfica e coloquei mais um dedo fazendo movimentos rápidos.
- Tá gostando Nini?
- Hmm – ele ficava gemendo dengoso e rebolando nos meus dedos... – E-eu não gosto de ser ukeee...
- Só hoje amor...
- Amor?
Coloquei mais um dedo e comecei a gira-los e fazer movimentos de vai e vem mais rápido.
- Acho que já tá bom né? -
Passei lubrificante e comecei a entrar em Jongin.
- Ah Soo, se for pra me comer pelo menos deixa eu ficar em cima.
- Tá tudo bem.
Sai de dentro daquele buraquinho apertado e me deitei com as costas no colchão.
Jongin foi sentando devagar, com os olhos fechados e a boca entre aberta soltando afares.
Ele ficou um tempo sem se mover, mas depois começou a fazer movimentos lentos, ele apoiava as mãos em meu peito e levantava o quadril lentamente para sentar com força novamente.
Jongin sabia mexer, eu sentia aquele aperto gostoso em volta do meu pênis e aquilo me deixava alucinado, aqueles movimentos ficando cada vez mais rápidos. Fazendo com que sons eróticos tomassem conta do meu quarto.
- Aaah... Jongin... Nossa nunca imaginei você fosse tão gostoso assim, hmm...
- Kyunggie... Tão gostoso aaah...
Os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, nossos corpos já estavam suados e estávamos ofegantes.
- Nini, fica de quatro... E-eu quero fazer diferente.
- Por que aaah fica me chamando de Nini?
- Eu acho bonito, agora fica de quatro.
Ele fez bico, mas ficou de quatro, aquela b***a morena e gostosa empinada em minha direção, não pensei duas vezes antes de entrar com força, metendo rápido e fundo.
Jongin gemia e rebolava de encontro ao meu m****o.
- Aaaah Soo, m-mais... Vai hmm... Gostoso.
Comecei a fazer movimentos rápidos, acertando a sua próstata em quase todos eles, até que não aguentássemos.
Gozamos juntos, gemendo alto pelo prazer, fiquei fazendo movimentos lentos para prolongar nosso prazer até que cairmos de bruços na cama a procurando normalizar nossas respirações.
- Isso foi bom. – eu disse sorrindo.
Por um momento eu acreditei que Jongin tivesse dormindo. Suas bochechas estavam rosadas e ele respirava tranquilo com o rosto enterrado no travesseiro, sua franja estava um pouco colada na testa por conta do suor.
Não resisti e passei a fazer carinho em seus cabelos.
- Você é tão bonito... – sussurrei.
- Eu sei. – ele sorriu.
- Ai i****a, eu pensei que estava dormindo. Vamos tomar banho.
- Num quero, cansei.
- Bebezão. – mordi a b***a dele, ele era tão gostoso. – vem pro banho, no banheiro da minha mãe tem banheira.
Fui em direção ao quarto da minha mãe e comecei a encher a banheira.
A água estava morna e gostosa, eu fiquei deitado, sentindo meus músculos relaxarem.
Jongin demorou um tempo até vir para o banho.
- Aish... Meu corpo tá todo melado.
- Deve ser porque tu tá todo gozado. Vem aqui, eu te dou banho. – dei um sorriso malicioso e ele quase correu para dentro da banheira.
Jongin sentou-se em meu colo e eu comecei a lavrar seu corpo. Passava o sabonete pelo seu corpo malhado, eu chegar em seu m****o senti ele começar a ficar e******o novamente.
- Não sanda nunca Nini? Nossa... Já são três da manhã e tu só saber pensar em sexo.
- Foi tu que pediu para que eu te fodesse a noite inteira.
- Não foi bem assim. – murmurei.
- Que seja, pediu. Mas... Deixa eu fazer uma coisa?
- Depende...
- Eu garanto que vai gostar. Fecha os olhos e relaxa.
Fiz o que Jongin pediu, comecei a sentir suas mãos passarem pelo meu corpo, brincar com meus m*****s, apertar minhas coxas e finalmente chegar ao meu m****o.
Ele começou a masturbar vagarosamente. Aquilo estava muito gostoso, mas ficou ainda melhor quando ele juntou seu m****o ao meu. Mais uma vez Jongin estava me fazendo sentir uma sensação nova, me trazendo o sentimento de que eu estava nas nuvens enquanto suas mãos me tocavam e seus lábios beijavam o meu pescoço de forma delicada.
- Nini-aaah...
Não resisti e o puxei para um beijo afoite, entrelaçando as nossas línguas de maneira desajeitada e mostrando o quanto eu o desejava cada vez mais.
Nossos corpos de movimentavam naquele pequeno espaço jogando toda a água para fora da banheira.
Jongin e eu trocamos de posições sem parar o beijo, sua língua percorria toda a minha boca como se não pudesse deixar de sentir cada cantinho e eu fazia o mesmo consigo. Chupava e mordia aqueles lábios grossos e macios.
Jongin era todo gosto, sua pele macia e da cor do pecado, seus lábios... Seu interior... Eu queria estar dentro dele tanto quanto o queria dentro de mim.
Era um desejo insano que me consumia de forma aliciante, me deixando bêbado de prazer.
Eu sentei sobre seu p*u que já estava completamente duro, eu me agarrava ao seu pescoço sem e cavalgava de forma afoita, sem separar nossos lábios daquele beijo que ficava mais intenso a cada segundo, eu sentia que poderia ser consumido por aquele ato, nossos corpos estavam quentes e o banheiro uma zona. Mas eu só sabia me concentrar nos movimentos que ele fazia e em seus lábios juntos aos meus.
Ficamos daquele jeito, naqueles movimentos rápidos e beijos afoitos até que gozamos mais uma vez naquela noite.
...
Depois de arrumar a bagunça que o banheiro tinha ficado e trocar os lençóis, fomos dormir, sem roupas mesmo, eu queria sentir a pele quente de Jongin em contato com a minha.
Ele me abraçou por trás a noite toda, me fazendo cocegas vez ou outra por conta de sua respiração tranquila e minha nuca.
****
Acordei pela manhã sozinho na cama.
O cheiro de café que vinha da cozinha estava delicioso e fazendo meu estomago dar sinal de vida.
Levantei colocando apenas um moletom e indo para a cozinha. Depois do banho de ontem meu corpo estava bem mais relaxado e eu estava me sentindo renovado.
- Que horas são Nini? – o abracei por trás depositando um beijo em seus ombros.
- Quase quatro da tarde.
- MEU DEUS! POR QUE NÃO ME ACORDOU ANTES?
- Sei lá... Você parecia tão casado, preferi te deixar dormindo e não faz muito que eu levantei, eu estava com fome e vim fazer um café... Da tarde. – ele riu, aquele sorriso parecia ainda mais bonito naquele dia. – Além do mais eu queria que descansasse bem para que pudéssemos continuar o que estávamos fazendo ontem.
Ele me puxou pela cintura tomando meus lábios em um beijo calmo, mas ao mesmo tempo selvagem.
Como eu amava os beijos de Jongin.
Separamos os lábios dando vários selinhos estalados.
- Eu estou com fome... – disse rindo e ainda recebendo selinhos dele que também ria.
...
Jongin tinha preparado um café da manha perfeito, com café, cereal, torradas, frutas picadas e suco.
Depois que comemos voltamos para cama. Estava um dia frio e chuvoso, vez ou outra os flocos de neve reapareciam para cobrir a cidade.
Estava um momento perfeito para ficar tomando chocolate quente agarradinho em baixo das cobertas.
Jongin estava com as costas escoradas na cabeceira da cama e eu estava sentado entre suas pernas. Na TV passava aqueles filmes natalinos idiotas que sempre acabava com a família feliz, que não era o meu caso, mas graças a Jongin não foi um natal r**m.
- Gostou do presente? – ele beijava meu pescoço, por um momento senti que ele estava lendo meus pensamentos, mas então lembrei que ele só queria recomeçar outra vez.
- Foi um bom presente, um bom natal.
- Podemos fazer de novo então?
Me virei um pouco em seu colo para que pudesse olhar seus olhos, aquele sorriso de dentes brancos e perfeitos, seus lábios grossos e bem desenhados, ele passou a língua nos lábios como se estivesse ansioso pela resposta.
Meus olhos voltaram a se encontrar com os seus e nossas bocas se encontraram num beijo lento de início, se tocando com calma, com aquela língua travessa adentrando a cavidade timidamente, mas foi evoluindo, foi ficando necessitado, sedento.
Eu sugava os lábios de Jongin e ele mordia os meus. Me virei totalmente, colocando uma perna de cada lado do seu corpo e me movimentando de vagar, fazendo nossos membros de friccionarem e aumentar todo aquele clima erótico.
Jongin passou a mãos por dentro do meu moletom, acariciando meu corpo, suas mãos frias em contato com minha epiderme quente fazia uma corrente elétrica percorrer meu corpo. Ele tirou a única pessoa de roupa que cobria meu corpo, voltando a me beijar de maneira calma.
Eu saí de seu colo apenas para que ele pudesse retirar sua calça, mas aquele m****o chamava por mim, o desejo de sentir Jongin chamava por mim.
Me ajeitei na cama ficando mais próximo ao seu pênis túrgido. Passei apenas a ponta de minha língua em sua glande o ouvindo arfar.
Jongin estava me deixando cada vez e******o com seus gemidos mudos e sua expressão deleitosa.
Eu o chupava com vontade o engolindo por completo, sentindo cada centímetro em minha cavidade e ficando a ponto de explodir com seus gemidos que eram o som mais erótico que já ouvi.
- Kyung... T-tá bom... Não quero gozar.
Parei de chupá-lo e me deitei com as costas no colchão, com as pernas abertas, esperando ele vir até mim.
- Vira de bruços bebê.
Fiz o que ele disse, Jongin empinou minha b***a e separou minhas nádegas, ele apenas soprou minha entrada, fazendo com que eu me contraísse. Jongin riu e passou a língua de vagar e me fazendo arfar.
- Nini...
Jongin era habilidoso com a língua... Com as mãos... Com o pau... Não tinha o que eu não gostasse. Jongin era gostoso e sabia quando tinha que ser lento ou pegar com vontade.
Ele lambeu mais um pouco, eu podia sentir a saliva escorrer pelo meu buraquinho. Quando achou que estava suficiente, começou a adentrar meu corpo.
Seus movimentos eram lentos e ritmados. Mas foram tornando cada vez mais rápidos. Eu o sentia ir fundo alcançando minha próstata diversas vezes. O quarto era preenchido com gemidos e o som das nossas peles se chocando. Eu agarrava os lençóis e empinava mais minha b***a, rebolando e indo de encontro ao seu m****o.
Jongin desacelerou os movimentos e separou minhas nádegas outra vez.
- É tão lindo me ver entrando e saindo de você... Sentindo esse aperto... Você não tem noção do quanto essa b***a é linda.
Ele voltou a fazer movimentos rápidos, me fazendo gemer cada vez mais alto, eu esta a ponto de explodir de prazer.
Jongin saiu de dentro de mim e me virou na cama, entrando de forma bruta.
Minhas pernas circundaram sua cintura e eu arranhava suas costas gemendo alto.
Eu o queria mais perto, mais fundo, mais rápido... Faltava tão pouco.
- Nini... Nini... Aaaah – gritei ao gozar. – Hmm...
Minha respiração estava ofegante e eu m*l conseguia abrir os olhos por conta do cansaço.
Jongin deu mais algumas estocadas e gozou, me preenchendo com os jatos quentes do seu prazer.
Ele se deitou ao meu lado, igualmente ofegante.
Eu sentia minha entrada se contrair e o g**o dele escorrer por entre minhas pernas. Fiquei sentindo aqueles espaços por um tempo, eu ainda podia sentir a sensação de Jongin dentro de mim. E tudo só melhorou quando ele começou a lamber minha entrada, tirando qualquer vestígio de sêmen do meu buraquinho. Eu sentia me entrada pulsar em sua língua.
Depois de todo aquele prazer não resisti e peguei no sono.
*****
Acordei tarde da noite sentindo os beijos de Jongin por todo o meu rosto.
- Tá na hora de tomar banho bebê. A gente ainda tem que arrumar toda essa casa. – ele dizia rindo e me beijando.
*****
Já era véspera de ano novo. Jongin ainda estava na minha casa. Foi bom, claro que não ficamos transando noite e dia, até rolava às vezes, mas a gente gostava de trocar carinhos e ficar naqueles beijos quentes e cheios de saliva.
Faltava dois para meia noite.
Ele estava me abraçando por trás e estávamos olhando para o céu esperando os fogos de quando fosse meia noite.
- Feliz Ano Novo. – sussurrou no meu ouvindo assim que badalou o sino.
- Feliz Ano Novo. – repeti tomando seus lábios para mim.
Ficamos abraçados mais um tempo, até que ouvimos a porta ser aberta num rompante.
- Jongin? O que faz aqui? – disse Sehun com sua habitual cara de nada.
- Vim passar o Natal.
- Mas é Ano Novo cara.
- Cheguei cedo então... Kyung, a gente ainda tem mais doze meses pra aproveitar. – deu aquele sorrisinho de canto e me puxou para o quarto.
Talvez, e só talvez, eu estivesse começando acreditar que a magia do Natal existe.
Mas só talvez...