αcσr∂σ
Se tem uma fase da adolescência que eu, do Kyungsoo, abominava era essa; a fase que não conseguimos não pensar em sexo. A fase em que eu não consigo não pensar em Kim Jongin.
Se minha vida fosse um filme americano e Kim Jongin um colega de faculdade eu teria 70% de dar para ele, afinal adolescentes bêbados em filmes americanos podem acabar até mesmo transando com um cara mesmo sem ser gay, o que eu não sei se Jongin é ou não, eu sou!
Mas voltando, se estivéssemos em um universo alternativo tudo seria mais fácil.
Mas a realidade é dura e Jongin é meu professor de Química, um lindo, maravilhoso, delicioso professor de 27 anos que dá aula de Química.
E a única Química que eu consigo pensar enquanto olho para ele é o meu suor misturado ao seu enquanto a gente transa. Quem quer saber de cadeia carbônica? Eu não quero.
Ouvi o sinal tocar e fechei meu caderno e livro, cujo o qual eu não tinha anotado nada naquele dia e quase nada o semestre inteiro.
— Kyungsoo, fique um pouco mais, precisamos falar da suas notas. – disse Jongin baixo, sentando em sua cadeira e me olhando sério.
Esperei todos os alunos saírem da sala e fechei a porta sentando em uma em sua frente.
— Kyungsoo, eu estou muito preocupado com suas notas, elas estão péssimas, você pouco entrega os trabalhos, fica olhando para as paredes enquanto dou aula... – fez uma pausa e suspirou – Você não gosta da minha aula? Não gosta de mim como professor? Vamos conversar, não quero que perca o ano só por uma matéria, pois sei que com os outros professores você estuda.
— A culpa é toda sua por ser um gostoso, não tem como prestar a atenção na matéria. – pensei para mim suspirando e olhando para os lados, mas quando minha visão retornou ao rosto de Jongin ele parecia um tanto assustado e boquiaberto – Eu não falei nada... – disse incerto.
— Foi estranho... você falou. – pigarreou e se ajeitou na cadeira – Você prefere trocar de turma? O professor Kim é mais velho que eu, talvez não tire sua atenção – tentou resolver como a droga de um bom professor, que vontade de morder ele naquele momento.
— Não Jongin, eu não quero outro professor, eu gosto das suas aulas, sinto muito por não conseguir prestar a atenção. Já disseram que sua boca é linda? Sua pele? Sua b***a? – já tinha dito uma coisa, porque não me ferrar de vez, não é mesmo?!
— Kyungsoo, isso é muito impróprio e eu não quero que vá para diretoria, então por favor, vamos voltar ao assunto das aulas.
— Eu mexi com você professor? – perguntei sorrindo e contornei a mesa, sentando nesta, em sua frente.
— Do Kyungsoo, você será proibido de assistir qualquer aula minha se ter mais um passo.
Sorri e me curvei, beijando seus lábios.
— Você é surdo moleque?
— Não dei um passo professor, só me curvei para beijar você, não precisa ter medo, ninguém está vendo.
Eu estava começando a achar que Jongin era daquele tipo de cara abobado, professor que não é casado porque não tem atitude nenhuma e apesar de ser gostoso é um merda na cama, o que até é bem comum.
Mas o professor pareceu irritado quando levantou da cadeira e ficou a minha frente, rapidamente tirando o sorriso do meu rosto.
Por um minuto eu achei que fosse tomar uns tapas e ser mandado para a diretoria.
Mas como Deus me ama, Jongin agarrou minha cintura e me beijou. Beijou de verdade. Colando meu corpo no seu e levando suas mãos as minhas coxas.
— Se isso algum dia sair dessa sala você nem imagina do que sou capaz.
— Toda essa agressividade por um beijo? – perguntei rindo, mas era de nervoso.
— Claro que não, você dá em cima de mim desse jeito e acha que vai sair daqui com o cuzinho numa boa, claro que não, vou f***r ele bem gostoso.
Eu não conseguia ter outra reação que não fosse de ajudar Jongin a tirar as minha calça e voltar a beijar seus lábios enquanto ele abria o cinto da sua calça.
— Confesso que já olhei pro seu r**o antes e vai ser uma honra comer ele, mas tem uma condição.
— Tudo que você quiser. – disse suspirando com seus toques em meu m****o.
— Você vai ser um bom aluno, fazer trabalhos extras e passar na minha matéria, se tirar acima de oito em cada trabalho eu te como de novo.
— Eu aceito. Eu faço.
Concordei rápido enquanto ele pegava lubrificante em sua mochila.
— Por que você carrega essas coisas?
— Por que moro com a minha mãe e não posso f***r em casa, abre as pernas.
Jongin começou com um dedo, o introduzindo levemente, me fazendo suspirar, mas aquele dedo logo virou três, me fazendo mordendo o meu próprio braço para conter os gemidos desesperados.
— Aahn isso é bom. – gemi um tanto alto, recebendo um tapa na perna e os dedos foram retirados de meu interior.
— Ninguém pode ouvir, então se controla. – mandou de um jeito tão sexy que me deixou ainda mais duro, se é que aquilo era possível – Desce da mesa e empina bem esse r**o pra mim, vou f***r ele de um jeito que você nunca mais vai conseguir dar sem pensar em mim.
"Como se todos os meus orgasmos dos últimos seis meses não tivessem sido em sua homenagem", pensei.
Apoiei meus braços sobre a mesa e empinei, balançando a b***a de um lado para outro, recebendo outro tapa de Jongin.
Não demorou para que eu sentisse o m****o me invadindo de forma tão conhecida e gostosa.
Jongin movimentava-se lentamente em meu interior, me fazendo tirar a blusa do uniforme escolar para sentir mais seus toques em cada parte da minha pele.
Suas mãos passavam como uma carícia suave por minhas costas até voltar para a minha cintura, onde ele segurava com força para estocar na mesma intensidade, me fazendo morder o braço novamente, para não gemer alto.
— Você gosta quando eu fodo com força, né?
— Sim, professor, eu gosto quando vai bem forte. – disse com a voz trêmula pelo prazer.
— Abre mais as pernas então.
Fiz o que ele pediu e Jongin começou a me estocar bem devagar, levando as mãos aos meus m*****s, acariciando minha pele para só então levar a mão esquerda aos meus cabelos e a direita para minhas nádegas, separando enquanto estocava com brutalidade, me fazendo gemer manhoso e implorar por mais.
Eu estava exausto pela posição e as vezes que ele tocava minha próstata, não aguentei muito e gozei em sua mesa, tendo meu corpo cansado virado em sua direção e posto sobre a mesa.
Jongin me segurou pelas coxas e continuou estocando rápido e forte, até que tivesse gozado na camisinha, que nem o vi colocar.
— Gostou? – perguntou sentando em sua cadeira enquanto eu permanecia feito um boneco de pano sobre sua mesa.
— Foi a melhor f**a da minha vida, eu não dava nada por você na cama, estou maravilhosamente surpreso. – disse rindo e colocando meu uniforme novamente.
— Se você quiser de novo já sabe como conseguir. Vamos, te levo pra casa.
Concordei e nos vestimos.
Depois de tudo limpo fomos para o seu carro e Jongin me deixou em casa.
{•••}
— Foi sete vírgula nove, pelo amor de Deus, isso não é justo. – pedi manhoso, já na casa de Jongin, afinal acabamos por ter muita i********e depois daquela tarde.
— Não é oito, nada de sexo.
— Por favor, Jongin. Eu tô a duas semanas tirando a mesma nota, você está me roubando, vai. Uma chupadinha, só coloca o dedinho, a cabecinha. Nem vai contar. – pedi mordendo os lábios.
— Ah, Kyungsoo. Você vai se arrepende de ter me pedido isso.