O rugido dos canhões do Sereia Sangrenta ainda ecoava pelo mar quando, no navio que se aproximava por trás, Victor observava a cena do convés, os punhos cerrados em fúria. Seus olhos acompanhavam o caos que se desenrolava diante dele, o fogo consumindo o navio mercenário, as lanchas sendo despedaçadas a tiros e os corpos caindo na água — tudo se transformando em um m******e brutal. Ele girou nos calcanhares, respirando fundo para conter a ira crescente. O maldito sabotador que havia lhe vendido informações garantiu que o Sereia Sangrenta era bem equipado, mas nem de longe mencionara que era praticamente um navio de guerra camuflado sob o luxo. “Maldito Renato Guedes…” cuspiu entre dentes, sua voz repleta de veneno. Seus planos estavam se desfazendo diante de seus olhos. Mesmo que as lan

