O burburinho se espalhava rapidamente pelos corredores do Sereia Sangrenta. O ataque havia acabado, os últimos inimigos estavam mortos ou haviam sido lançados ao mar, e agora restava à tripulação a tarefa de limpar os vestígios da batalha. Os homens entravam na ala da tripulação aos gritos, chamando todos de volta aos seus postos. Tinha muito a ser feito. Havia sangue para lavar, corpos para se livrar e armas para serem checadas. O Sereia Sangrenta saíra vitorioso, mas a guerra sempre deixava rastros. Nicole estava sentada em um dos cantos, os nervos ainda à flor da pele, tentando processar tudo o que acontecera. O estrondo dos canhões ainda parecia ecoar em seus ouvidos, e a lembrança do terror nos olhos das outras mulheres permanecia gravada em sua mente. De repente, um dos tripulante

