Nicole olhou para Renato com uma expressão decidida, sentindo uma estranha mistura de determinação e nervosismo. “Eu vou junto,” disse ela, quebrando o silêncio tenso que havia se instalado entre eles após o som da campainha interromper o momento quente que compartilharam. O desejo ainda estava ali, latente, mas agora havia algo mais. Uma necessidade de resolver as coisas, de enfrentar o que quer que fosse que os aguardava. Eles não podiam mais ignorar a situação. Renato a olhou por um momento, surpreso com sua resposta. Ele estava prestes a dizer algo, talvez dissuadi-la da ideia de acompanhá-lo, mas a sinceridade em seu olhar fez com que mudasse de ideia. Não adiantaria discutir. Ele sabia que não conseguiria impedi-la. Algo em Nicole, algo que ele não conseguia nomear, o fazia sentir

