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Contrato de honra - Série Família Sokolov - Livro 2

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Sinopse

Tasya Petrova um dia já foi uma garota feliz que tinha grandes planos para o seu futuro, mas ao perder a sua mãe, percebeu que o seu pai poderia ser o monstro que a perseguiria por toda a sua vida.

Não levou muito tempo para ela notar que ele preferiria se desfazer dela para se livrar do peso que impunha em sua vida.

Vendida, agredida e responsável por um bebê pequeno, percebeu que, se não se tornasse um novo tipo de caçadora, não sobreviveria. Resgatada e colocada em meio a um grupo de possíveis agentes, viu uma factível saída do inferno onde vivia caso se tornasse uma assassina.

Porém, seus planos para o futuro bem estruturado, onde protegeria a sua irmã, ficam em risco quando é responsável pelos atos mais loucos de Egor Sokolov. Ele a quer e não medirá esforços para fazer com que ela note o quão bom juntos eles podem ser se Tasya se permitir ver novas opções para os seus dias póstumos.

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Prólogo. Borboleta fugitiva - Parte 1
Antes Egor O silêncio entre nós é um daqueles confortáveis, o tipo que só se encontra entre irmãos. Estou sentado em uma cadeira, uma cerveja na mão, enquanto ele mexe em algo na cozinha. A TV está ligada, mas nenhum de nós presta atenção no que está passando. — Você tá estranho, sabia? — Nikolai comenta de repente, sem me olhar. — Obrigado, sempre bom ouvir isso — resmungo, tomando um gole da cerveja. — Não, sério. — Ele aparece no batente da cozinha, com uma sobrancelha arqueada. —Desde quando você, o homem que praticamente faz fila de mulheres no telefone, está... quieto? — Essa não parece uma questão vinda de lugar nenhum. — Estou cansado — digo, levantando os ombros em um gesto despreocupado. — Cansado? Você? — Ele ri alto, como se a ideia fosse absurda. — Quem é você e o que fez com meu irmão? — Não começa, Nik. Ele cruza os braços, apoiando-se na parede. O sorriso brincalhão ainda está lá, mas há algo mais nos olhos dele: curiosidade. Como se ele estivesse tentando juntar as peças de um quebra-cabeça que eu nem sabia ter criado. — Isso tem a ver com alguém? — ele pergunta finalmente, o tom cuidadoso, mas cheio de intenção. Não respondo de imediato, minha mente voltando à lembrança dela. Sua risada, que sempre parece um pouco sarcástica. O jeito que ela inclina a cabeça quando me olha, como se estivesse avaliando cada palavra que eu digo. E o modo como ela sempre, sempre, parece escapar antes que eu consiga segurá-la. — Não é ninguém — minto, mas minha voz não soa convincente nem para mim. — Ahá! — Nikolai exclama, vindo para o sofá e se jogando ao meu lado. — Eu sabia. Quem é ela? — Não é nada disso, Nik — insisto, mas ele está se divertindo demais para ouvir. — Você tá caidinho por alguém — ele me provoca, cutucando meu ombro. — Não estou. — Você está! Respiro fundo, tentando afastar a irritação crescente. Nikolai sempre teve o talento de me tirar do sério, mas ele não está errado. O problema é que admitir isso em voz alta faz parecer... mais real. — Ela é um pouco diferente — acabo confessando, a contragosto. — Diferente como? — Como uma maldita borboleta. Nikolai franze a testa, claramente não esperando essa resposta. — Uma borboleta? — ele repete, como se o conceito fosse completamente alienígena. Não acredito que estou falando de um caso de uma noite para o meu irmão. — É isso mesmo — digo, sentindo a frustração crescer enquanto as palavras saem. — Ela aparece, fica por um momento e vai embora antes que eu consiga segurá-la. Não importa o que eu faça, ela sempre escapa. — Você está falando de uma mulher ou de um inseto? — De uma mulher, i****a — retruco, mas há um toque de humor na minha voz agora. — Ela... É complicada. Nós... tivemos algumas noites juntos, mas ela sempre encontra uma desculpa para evitar qualquer coisa que vá além disso. É como se ela estivesse determinada a não me deixar chegar perto de verdade. Nikolai me olha por um longo momento, o sorriso desaparecendo enquanto ele percebe a seriedade na minha voz. — E por que você ainda está atrás dela? Essa é a pergunta que eu tenho me feito. Porque, com todo o esforço que estou colocando nisso, seria mais fácil simplesmente desistir. Mas algo dentro de mim se recusa a fazer isso. — Porque eu preciso dela — admito, a verdade finalmente escapando. — Não sei por quê, mas preciso. É como se algo nela me puxasse, algo que eu não consigo ignorar. — Você está ferrado — Nikolai comenta, mas há um leve sorriso no canto da boca dele. — Não precisa me lembrar — resmungo, passando a mão pelo rosto. — Você tem certeza de que ela vale todo esse esforço? — Sim. A resposta sai antes que eu possa sequer pensar nela, e Nikolai balança a cabeça, como se estivesse lidando com alguém completamente sem salvação. Talvez parte dele me entenda. — Então acho que você vai ter que continuar caçando essa borboleta — ele diz finalmente, dando um tapa no meu ombro. — Boa sorte, irmão. Você vai precisar. — Obrigado pela confiança — respondo, minha voz carregada de sarcasmo. Mas, por mais que a frustração ainda esteja ali, há também algo mais: determinação. Porque, por mais difícil que ela seja, eu sei que não vou parar até tê-la em minhas mãos.

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