Ela me olha de cima a baixo. Mas eu não me intimido com ela. Ela que deve temer algo aqui.
-Oi Bellinha, sorte a sua nos encontramos duas vezes no mesmo dia né? Pergunto já adentrando o apto.
-O que você faz aqui? Por acaso veio conferir onde a amante do seu marido vive? Ela diz e eu tenho vontade de rir da cara dela.
-Não querida, eu vim mesmo é expulsar a " amante" do meu marido do meu apto. Digo e ela arregalou os olhos. Tenho uma vontade imensa de rir.
-Você não pode fazer isso. Ele me deu esse apto para morar. Ela diz.
-Sério? Então está no seu nome? Pergunto erguendo a minha sobrancelha
-Não, mas... Eu nem deixo ela terminar.
-Mas, então é meu esse apto.
-Não é seu. Ela diz irritada.
-Meu amor, eu sou a esposa dele. Sou cansadíssima, de papel passado e tudo. Perante um juiz e um pastor. Meu casamento é mais válido do que essa lente de contato que você usa. Eu sou dona de tudo que é dele. Falo, e vejo ela ficar nervosa.
-Eu não sairei daqui. Se ele quiser, ele que venha me tirar daqui. Ela diz cruzando os braços.
-É, eu achei que você agiria dessa forma, então eu não terei outro jeito a não ser chamar a polícia por invasão, e aí eles vão tirar você a força. Você não vai querer os polícias te carregando a força daqui, vai? Pergunto cruzando os meus braços.
-Eu não vou sair, pode fazer o que você quiser. Ele me deixou ficar aqui, e aqui eu vou ficar. Ele me ama. Você sabia que ele passou a noite de núpcias comigo? Ela diz e me dá uma vontade de rir e ao mesmo tempo de dá na cara dela, para ver se ela deixa de ser vagabunda.
-Sabia sim. Mas esse problema nós já resolvemos no outro dia na nossa cama. Digo com malícia.
-Mentira, ele me disse que vocês dois brigaram pelo que ocorreu comigo e ele. O cachorro falou da nossa briga com ela. Mas eu não vou deixar transparecer nada.
-Foi o que ele te contou? Olha Bellinha, eu não vim aqui para falar do meu casamento, da minha noite de núpcias, eu vim aqui pedir para você sair do meu apto. Então você vai sair por bem ou por m*l?
-Eu já disse não vou sair daqui. Ele que venha me tirar.
-Ok, então. Digo me sentando e pegando o meu celular.
Ela fica me olhando. Eu finjo que ligo para a polícia. Faço uma cena no telefone. Depois desligo e olho para ela sorrindo. Percebo que a mesma está nervosa. Levanto e vou fazer um tour pelo apto. Apto bem grande, e bonito, estilo Grey. Entro no quarto dela e olho closet. Essas roupas tem cara de griffe e bem caras, claro devem ter sido compradas com o dinheiro do meu generoso marido. Olho para o quarto e vejo que ela não me seguiu. Pego todas as roupas dela e coloco na banheira. Ligo a mesma. Bella entra no quarto.
-O que faz aqui? Ela me pergunta.
-Nada, só queria usar o meu banheiro. Digo saindo do quarto. Ela vem atrás de mim.
-Quero que você vá embora agora. Ela diz.
-Bella, que isso, você quer me tirar do meu próprio apto? Você precisa mais que isso para me tirar daqui. Mas aconselho a você ir embora. Seu tempo está acabando. Digo olhando para o meu relógio.
-Eu já liguei para ele, ele me disse que estaria vindo para cá. Ela fala dando de ombros.
-É para eu rir dessa sua piada? Ele não vai aparecer aqui, e nem almenos te atendeu. Olha é melhor você sair numa boa. Eu estou sendo até maleável com você. Há e outra meu marido não te sustenta mais.
-O que? Você acha mesmo que eu vou sair daqui sem um centavo? Não me faça rir você. Ela diz, e eu penso que ela ainda tem um cartão dele em mãos e isso eu vou ter que cancelar também. Ela só me ajuda.
Olho para ela e depois pego meu celular e ligo para a Andréia. E fico olhando para minha querida Bella. Ela não me conhece, e vai conhecer agora.
-Andréia, sou eu Sra Grey.
-Pois não Sra Grey.
-Andréia, por acaso o Sr Grey tem algum cartão de crédito e de débito, sendo usado por outra pessoa que não seja ele? Pergunto e vejo a Bellinha passar as mãos na cabeça. Está nervosa querida? Vai ficar pior. Penso comigo.
-Sim Sra Grey, está sendo usado por uma senhorita... Andréia está com receio de falar, mas eu não dou a mínima se vou expor ele.
-Srta Bella? Pergunto completando o que ela não me disse.
-Sim Sra. Sra Grey, o Sr Grey não vai gostar de saber que eu te contei sobre isso. Ele é capaz de me despedir.
-Não se preocupe Andréia, ele não fará nada. E quanto ao cartão, pode cancelar. Digo olhando para Bella e vejo ela arregalar os olhos.
-Você não pode fazer isso. Ela grita. Ergo minha sobrancelhas e dou o meu melhor sorriso.
-Andréia?
-Sim Sra.
-Já está fazendo o que te pedir?
-Sim Sra, mas o Sr Grey não vai gostar.
-Se ele falar alguma coisa com você, mande ele resolver comigo. Acabou a farra aqui. Assim que for concluído me mande um e-mail com a conclusão. Bjs Andréia e obrigada!! Término e olho para a minha querida "rival".
-Você irá se arrepender do que fez. E eu não vou sair daqui. Eu não tenho para onde ir e também não tenho dinheiro. Ela diz e eu faço uma cara de pena.
-Ó que dó. A pessoa aqui não tem nada. Lamento amor, mas nem eu e nem meu marido tem nada a ver com isso. Para mim mulher que é sustentada por um homem que não é nada seu é p**a, então arrume outro babaca pra te sustentar, meu marido não fará mais esse papel.
-Você está enganada, ele vai continuar, ele e eu temos uma química. Ele não irá me deixar. Olho para ela e já estou perdendo a paciência com ela.
-Não me interessa se você não tem dignidade e correrá atrás dele. Mas te digo que eu vou está na sua cola e na dele também. Agora chega de tanta balela. Você vai sair por bem ou por m*l, não me interessa a forma que você escolher. E sugiro que você troque de roupa, pois eu estou sem paciência.
-Eu não vou. Ela afirma, e eu já estou no meu limite.
-Ok. Digo
Vou no quarto e pego uma peça de roupa que já tinha deixado para ela. Generosa que eu sou. Um sapato também. Pego sua bolsa e vejo que tem uma chave de um carro presa na mesma, presente dado por meu marido também, deve ser. Mas ela não irá ficar com nada. Tiro a chave e guardo no meu bolso. Esqueci que a banheira estava enchendo, na verdade chego no banheiro e ela estava já transbordando. Desligo e vejo todas as roupas boiando. Faço uma nota mental de pedir alguma arrumadeira para cá, tenho que desinfetar esse lugar. Ela está na porta de braços cruzados.
-Aqui estão suas coisas. Acredito que se você não se vestir em cinco minutos, você sairá daqui assim. Digo, cruzando os braços. Ele me olha e senta na cama.
-Eu não irei sair daqui, será que você não entendeu? Ela me pergunta. E minha paciência já era. Pego meu celular e ligo de novo para Andréia. Ela atende no segundo toque.
-Andréia, eu de novo. Quero um chaveiro no prédio Moresec agora. Quero que ele troque as fechaduras de todo apto.
-Sim Sra. Vou providenciar. Ela diz e eu desligo.
-Bella, minha Bellinha, eu não quero partir para a agressão física, mesmo porque não é do meu feitio, mas eu não estou vendo outra saída.
-Se você encostar a mão em mim, eu que vou chamar a polícia. Ela diz e eu começo a rir dela.
-Você acha mesmo que a polícia vai me prender por tirar uma intrusa do meu apto? Meu amor, olha meu sobrenome. E você já está me tirando do sério. Chega dessa conversa. Cansei. Você vai por bem ou por m*l? Pergunto irritada, saco.
-Eu vou pegar minhas coisas, mas isso não ficará assim. Eu vou procurá-lo, você vai ver o que eu e ele nunca vamos nos separar. Ela diz, indo para o closet. Cadê as minhas coisas? Ela me pergunta gritando.
-As roupas, sapatos, carro, não são seus, são meus, foram comprados com o dinheiro do meu marido, então são meus. Estou te emprestado essa ai para você não sair daqui pelada. Falo olhando para ela.
-Você é louca? Eu quero as minhas coisas. Ela diz gritando e minha paciência já era.
-Chega gatinha. Você já me estressou. Digo pegando ela pelo braço e empurrando para fora do quarto.
Ela começa a gritar para eu soltá-la, mas eu estou cansada disso, já deu por hoje, quer ser p**a de alguém, vai caçar outro, não meu marido, o interfone toca e eu a empurro para o sofá e lanço um olhar para ela. Vou até o interfone e o porteiro me informar que tem um chaveiro lá embaixo. Peço para subir, e desligo e fico olhando para essa p*****a. Ela está com olhos de raiva, mas eu não me importo. O chaveiro aparece e eu peço para ele trocar todas as fechaduras do apto. Demora mais uma hora e tudo é feito, com a Bella me olhando com cara de ódio. Assim que o cara acaba eu o pago e pego minha bolsa.
-Então vamos? Pergunto seria, com raiva na voz.
-Eu quero o meu carro. Ela diz. Ele está no meu nome.
-Foi meu marido que te deu? Pergunto erguendo a sobrancelha
-Sim, mas é meu. Eu quero ele.
-Não, você não ficará com nada que ele te deu. E vamos logo, porque eu ainda tenho um jantar para preparar para meu querido marido. Digo a puxando pelo braço.
Ela grita, tenta se soltar, mas eu estou com tanta raiva, que não consigo raciocinar. A joguei porta a fora. Ela caiu no corredor e começou a gritar, não me importa o escândalo que ela arrumará. Fecho a porta e deixo ela lá gritando que eu vou me arrepender. Pode vim que eu estarei preparada. Penso comigo. Saio dali e digo ao porteiro que minha amiga já está descendo e que o carro vai ficar na garagem, e não é para ninguém mexer nele. Eu vou dar um jeito de pegá-lo depois, e ver o que pode ser feito. Mas essa daí vai se arrepender se entrar no meu caminho novamente.
Volto para o escala, e vou direto tomar um banho. Me sinto aliviada por colocar aquela mulherzinha em seu lugar. São quase seis e meia. Me visto com um vestido soltinho e volto para cozinha. Gail já está lá, mas digo a ela que eu é que vou fazer o jantar. Ela me olha e dá um enorme sorriso. Retribuo. Resolvi fazer uma carne assada com batata no azeite e uma salada de frango. Começo a fazer tudo, e quando vejo já passa das sete e meia. Já era para ele ter chegado. Só espero que aquela biscateira não tenha procurado e ele dado trela para ela. Porque se isso acontecer eu juro que acabo com qualquer ele e ela também.
Passa se mais meia hora, e eu resolvo ligar para Andréia. Ela atende e eu questiono se Christian já havia saído. Ela me diz que sim, que tem meia hora que ele saiu de lá. Já era para ele ter chegado aqui. Há mais ele será um homem morto se tiver ido encontrar aquela lá. Eu desligo a ligação. Fico bebendo um vinho. Não é possível que eu mereça ser tão infeliz. Resolvo dar uma chance para esse casamento e agora vou ficar neurótica pensando em que ele pode está fazendo. Merda.
Mais dez minutos se passa e ele chega, com uma cara séria. Espero que não seja para mim. Eu só quero saber onde ele estava.
-Boa noite Sr Grey, achei que não iria me dar o prazer de jantar comigo. Digo olhando para ele, cruzando os braços.
-Sabe que eu amei escutar meu nome da sua boca mais cedo. Ele diz, e eu acabo sorrindo.
-Quem sabe o Sr tem a sorte de escutar de novo hoje.
-Assim espero. Ele diz se aproximando de mim. O cheiro está bom.
-Estava te esperando. Podemos jantar?
-Sim. Ele diz e puxa a cadeira para eu sentar e depois senta.
Ele começa a se servir e passa para mim. Tudo em total silêncio, mas eu não sou o tipo de mulher que está com algo na cabeça e deixa pra lá. Eu quero saber o porquê da demora. Começamos a comer e eu resolvo quebrar o silêncio.
-Porque você demorou a chegar? Pergunto olhando para ele. E ele me olha e suspira.
-Na verdade eu cheguei tem um tempo, mas Bella estava na portaria aqui embaixo. Ele diz me olhando.
-Que porre de mulher hein, o que ela queria?
-Me falar que você a deixou sem nada. Ele diz.
-E você está bravo com isso? Pergunto querendo ver se ele está com raiva do que eu fiz.
-Não. Ela poderia ter ficado na dela. E Ana não estou dizendo que eu não contaria a verdade que sustentava ela. Mas ela poderia ter ficado na dela, ela não precisava vir aqui e dizer coisas que não são verdades. Ele fala transmitindo sinceridade em suas palavras.
-E você o que fez? Indago para ele.
-Nada, só disse a ela que não poderia mais ajudá-la. Ana, eu não quero falar mais disso. A parti de hoje eu só quero focar em nós dois. E se me lembro você saiu do meu escritório dizendo que a gente iria começar a mudar as coisas. Ele diz pegando em minha mão. E eu dou um sorriso para ele.
-E vamos mesmo Sr Grey. Digo olhando para ele.
-Há Deus, e por favor meu nome é Christian, vamos começar mudar isso. Ele diz passando a mãos na cabeça. Eu começo a rir dele.
-Tudo bem Christian. Digo rindo ainda dele.
-Graças a Deus!! Obrigado. Ele diz rindo e levantando as mãos para o alto.
Passamos o jantar todo rindo e conversando. Eu acho que não será nenhum sacrifício fazer esse casamento dá certo. Podemos ser felizes sim, e eu quero isso. Acabamos de jantar. Ele me ajuda a tirar a mesa e diz que vai tomar um banho. Digo que limparei a minha bagunça da cozinha e ele me diz que Gail pode fazer isso, mas eu quero arrumar. Nunca tive ajuda de ninguém em casa, então não custa nada fazer isso. Fico arrumando tudo e depois sigo para o quarto de hóspedes. Vejo ele parado na porta quando saio do closet. Ele me olha e indaga
-Vamos mudar isso também? Ele me pergunta.
-Sim, eu vou dormir no nosso quarto. Mas não levarei nada para lá, porque estamos de mudança.
-Ótimo, então vem, não quero perder tempo, quero ficar sempre com você. Ele já me puxando. Posso te beijar. Ele pede e eu somente aceno com a cabeça.
Ele me beija com vontade, passando a língua em toda a minha boca, sinto que ele busca a minha, e sem muita resistência, começamos uma dança de língua, um saboreando o gosto do outro. Ele começa a passar as mãos pelo meu corpo, subindo uma das mãos pela minha coxa. Vai descendo os beijos para o pescoço, mordendo lambendo e chupando. Enlaço minhas mãos no pescoço dele, puxando seus cabelos para seu corpo fundirem mais com meu. Já me sinto ofegante, eu não me lembrava o quanto ele é bom na cama. Ele me leva pra cama, nunca deixando de me beijar. Me deita com cuidado, e começa novamente a passear suas mãos pelo meu corpo. Já sinto um líquido quente envolver a minha i********e, e me sinto perdida em meio aos seus beijos. Ele sobe uma das mãos para meus s***s e começa a apertá-los. Gemo, já não estou aguentando mais. Eu preciso dele dentro de mim. Ele está me deixando louca. - Christian. O chamo, mas ele não me dá ouvido e continua. Ele vai subindo o meu vestido, até tira-lo. Ele me olha, olha meu corpo todo e passa a lingua na seu lábio inferior. Volta a me beijar com mais fúria. Ficando longos minutos assim, ele passa para meu pescoço e vai descendo até chegar nos meus s***s. Ele beija um dos s***s. morde o bico, me deixando louca, gemo alto, ele parece estar alheio à tudo isso, pois continua no outro seio, fazendo o mesmo que fez no outro. Eu já me sinto ofegante, não consigo raciocinar. Vai descendo e chega na minha i********e, por cima da calcinha, ele me cheira, me deixando mais louca ainda. Socorro nesse homem, acho que ele vai descontar todo esse tempo. Ele tira a minha calcinha e cheira, depois joga para qualquer lugar no quarto. Começa a beijar cada parte da minha i********e, passa sua língua para baixo e para cima. Eu não sei se eu vou aguentar muito, eu já estou na beira do abismo aqui. E começa a me chupar, chupa hora lento, hora forte, eu estou toda derretida e entregue para ele. Ele continua suas chupadas e eu não aguento mais, eu acabo gozando forte e alto, e ele continua chupando cada gota do meu g**o. Me sinto mole, ofegante, uma gelatina nessa cama. Ele vem distribuindo beijos por todo meu corpo enquanto vem subindo. m*l me recuperei ele me beija na boca, e começa a passar seu m****o na minha entrada, e vai até a minha orelha e beija, mordisca o lóbulo e sussurra. - Você tem ideia do quanto eu te quero? Do quanto eu esperava por te ter aqui, assim? Eu nunca mais quero perder você, eu te amo e você é a única que eu quero. Nada mais importa, a não ser você. Ele diz e uma coisa enche meu peito. Um sentimento estranho que não sei decifrar. Ele me beija na boca novamente e se posiciona na minha i********e. Entra devagar, com muito carinho ele vai se movendo, e beijando minha boca, gemo em sua boca, passo as minhas unhas em suas costas para ele se lembrar amanhã que ele é meu e nenhuma mulher pode tocar nele. Sinto seu m****o fundo. sua respiração também está acelerada, ele para de me beijar, e sussurra outra vez no meu ouvido. - Eu estou louco, não vou conseguir ir tão devagar. Olho para ele, os dois estão suados, e sussurro para ele não ir devagar, não precisa se controlar. Ele me beija e investir forte e rápido, me sinto minha barriga se contrair, minha i********e apertar o m****o dele. Os dois já estão no auge, não suportando mais se segurarem. Ele me pede para gozar junto com ele, e isso é o meu fim, e o dele também. Pois nós dois alcançamos a liberação que tanto desejávamos. Ele deita seu corpo ainda no meu, com a respiração acelerada, com sua cabeça no vão do meu pescoço.
Ficamos assim minutos até conseguimos nos acalmar. Ele sai de cima de mim, e deita do meu lado. Me puxa para seus braços e beija a minha cabeça.
-Promete que não iremos nos afastar mais? Ele pede
-Isso depende do Sr, Sr Grey.
-Não, não, por favor, Christian. Ele diz com um tom de diversão na voz é eu começo a rir dele.
-Depende de você Christian. Digo virando para ele.
-Então não vamos ter mais problemas. Eu farei de tudo para ficarmos assim. Ele fala me fazendo olhar para ele e me dá um selinho.
-Para mim tudo bem. Digo beijando o peito dele.
Ficamos ali conversando, não por muito tempo, pois meu marido insaciável queria mais, e eu também queria, queria que aquela noite durasse muito, não havendo nada e nem ninguém entre nós dois.
. Até que enfim nosso casal se resolveram. Espero que gostem gente!