Porque as coisas tem que ser tão complicadas para mim? Porque minha vida não pode ser normal? Eu encontro alguém que realmente vale a pena, porém ela não sente o mesmo por mim, ainda faz questão de jogar isso na minha cara. Eu tenho esperança que isso mude, que ela possa gostar de mim somente um pouco.
As coisas já não estão fáceis para mim. Meu relacionamento com ela parece uma bomba prestes a explodir, e aí chega minha família para colocar mais fogo nessa bomba. Deus que jantar foi esse? No que eu falhei? Nunca esperei que ela fosse tratada daquele jeito pelo meu pai. Sei que mamãe tentou remediar as coisas, mas meu pai já havia feito o estrago. Ele não deveria ter comentado nada, que falasse comigo, e não com ela. p***a, será que eu não mereço ser feliz? Queria que tudo tivesse dado certo essa noite. Queria que ela estivesse aqui comigo. Como eu sinto falta dela.
Cheguei em casa tem um tempo, não conseguir sair do sofá até agora. Meus pais já ligaram várias vezes, porém eu não quero falar com nenhum deles. Hoje eu só queria estar com ela, sem brigas, sem ela me tratando m*l. Eu não posso pensar em desistir dela. Eu sei que em algum momento seremos felizes, portanto continuarei insistindo com ela.
Passou se horas até eu tomar coragem para ir para o quarto. Para aquele quarto vazio, igual a mim. Sigo para o banheiro, tenho que tomar um banho frio. Eu preciso me acalmar. Eu não sei quanto tempo vou aguentar tudo que venho passando.
Acabo de tomar banho e vou me deitar. Eu preciso dormir para esquecer esse dia de merda. Minha família poderia ter cooperado mais comigo. Deixo de pensar nisso, e embalo em meu sono.
" -Anastásia eu te amo.
-Eu também te amo Christian.
-Nossa lua de mel está sendo ótima, tanto que não queria voltar.
-Eu também estou adorando, só nós dois. Nos amando sem pensar em mais nada. Como eu queria que isso fosse para sempre.
-Shiiii... E será minha linda. Eu vou estar sempre por você e para você. Escuta eu quero muito ter filhos. Não vejo a hora de você me dizer que está grávida.
- Então amor essa é a hora de reforçar o bebê que já está aqui dentro.
- Você está falando sério?
- Muito sério. Eu estou grávida, deve ser de um mês e pouco. Ainda não fui ao médico para confirmar, mas eu fiz o teste de farmácia. Deu positivo.
-Você não sabe como eu estou feliz, você não sabe o quanto eu quis isso. Agora eu sou o homem mais feliz do mundo. Eu te amo, te amo, te amo muito".
Acordo com um clarão em meu quarto, sorrindo e procurando ela na cama, mas vejo que foi só um sonho. Que sonho foi esse? Daria tudo para que não fosse um sonho. Suspiro forte, olho no relógio na cabeceira da minha cama, já é dez da manhã. Eu sempre acordo cedo, mas hoje minha mente estava tão cansada que eu me afundaria em um sono profundo. Me levanto, tomo um banho. Eu poderia ir a casa dela e convencê-la a almoçar comigo. Será que ela aceitaria? Será que ela está melhor? Menos irritada?
Pelo meu celular e há várias chamadas não atendidas e todas da minha família. Eu sei que eu vou ter que enfrentá-los, mas neste momento eu só queria enfrentar uma pessoa. Ligo para Anastásia, e como sempre ela não me atende. Ligo para um dos seguranças, e ele me diz que ela estava correndo, e agora estava sentada no parque. Vou até o closet, coloco uma calça de moletom, uma camisa e um tênis. Eu tenho que correr até o parque. Eu preciso falar com ela. Não quero passar o domingo trancado aqui, sozinho.
Passo por Taylor e digo que vou correr e que ele pode tirar o dia de folga. Corro até o parque e fico procurando ela. A garota que está tanto dominando minha mente e meu coração. Dou uma volta no parque até encontrá-la. Vejo ela sentada triste. E sinceramente não era isso que eu queria. Não gosto nem um pouco de ver ela daquele jeito. Eu preferiria está triste no lugar dela. Mas o que eu estou falando? Eu estou muito triste também. Triste por ela ainda não gostar de mim. Triste por ela não me aceitar. Triste por obrigá-la a ficar comigo. Triste pelo que meu pai fez.
Sigo até ela e me sento ao seu lado, ela não me olha como sempre.
-Bom dia! Digo tentando puxar assunto. Ainda está zangada por ontem?
-O Sr sabe que nunca daremos certo, não sabe?
-Porque não tentamos? Prometo a você que se após tentarmos e realmente não der certo, eu te libero. Não vou insistir mais nisso. E eu vou tentar te esquecer. Digo pegando a mão dela. Ela ainda não me olha e ainda retira sua mão da minha.
-Eu não quero tentar nada. Aquilo na casa dos seus pais foi a gota d'água para mim. Eu não vou aceitar nunca a sua família.
-Não precisa aceitá-los. Eu quero somente que me aceite. O resto a gente ver com o tempo.
-O Sr não entende mesmo. Estou cansada de falar sempre as mesmas coisas. Então se é isso que o Sr quer, vamos deixar as coisas acontecerem. Entrar em um casamento que já está suscetível ao fracasso, que não dará certo.
-Porque você não pensa diferente? Vamos nós dá uma chance.
-Porque você não desistir?
-Isso não está em discussão. Não vou desistir de você. Eu sei que você aprenderá a me amar.
-Acho melhor encerramos aqui essa conversa. Não dará em nada. Ela diz irritada.
-Vamos almoçar juntos? Podemos conversar mais. Sobre o que você quiser. Digo passando a mão pelo rosto dela.
-Não. Ela diz sem mais explicações.
-Então avisa sua mãe que almoçarei em sua casa com vocês.
-Jura isso? Eu terei que aguentar o Sr?
-Sim. Digo sorrindo. Anastásia eu te amo. Meu sentimento por você é real. Eu não pretendo desistir de você, por mais que você não sinta o mesmo por mim agora, eu sei que mais tarde você mudará.
-E como o Sr sabe disso? Como sabe que eu não vou odiá-lo mais por me obrigar a casar? Ela diz se levantando.
-Você me conhecerá melhor. Você vai ver que eu não sou esse cara m*l que você pensa. Anastásia eu me apaixonei por você a primeira vista. E sei que o fato de ter feito o que fiz para ti prender a mim, fez com que você me odiasse, mas eu sinto que isso vai passar. Quando passarmos a conviver mais, você verá que eu sou totalmente diferente.
-Eu não vou continuar desiludindo o Sr. Faça como quiser. A minha opinião não interessa. Só importa o que o Sr pensa e sente, então que morrermos neste casamento. Ela diz e sai andando. Ela pensa que será infeliz, mas eu farei de tudo para que isso não ocorra.
Vou até ela e seguimos em silêncio. Ela não olha para mim, não diz nada. De repente sinto uma vibração em meu bolso. Pego meu celular e vejo que minha mãe, não tem mais jeito de fugir. Atendo.
-Oi mamãe. Digo sem ânimo. Ainda estou chateado por ontem.
-Filho, te ligamos tanto. Poxa podia ter atendido. Ela diz triste. E Anastásia não parou de andar, me deixou parado aqui, não se importando comigo.
-Mãe eu ainda não digerir o que aconteceu ontem. Ela não sabe como estou por dentro.
-Eu sei meu amor. Seu pai ficou muito m*l pelo que ele causou. Ele quer te pedir desculpas. Quer conversar com você e com Anastásia também.
-Não mãe. Eu não vou colocá-la no meio do fogo cruzado novamente. Ela está ainda muito triste por ontem, então é melhor deixarmos ela.
-Eu sinto muito Christian. Nunca imaginei que o jantar terminaria desse jeito. Olha vem almoçar com a gente. Seus irmãos e sobrinhos estarão aqui.
-Eu vou almoçar na casa dela mamãe.
-Filho não volte a se afastar de nós, e nem afasta ela de nós. Eu sei que seu pai cometeu um erro ontem, mas não deixe que isso venha abalar nada em nossas vidas. Eu quero muito conhecer Anastásia melhor. As meninas estão empolgadas com ela.
-Mãe, vamos conversar depois. Eu vou passar ai mais tarde. Digo, porque Anastásia já está longe. Ela realmente está mais chateada do que nunca.
-Tudo bem querido, nós vamos te esperar.
-Ok mãe, até mais.
-Até amor. Manda um beijo para ela.
Desligo e corro para alcançar Anastásia. Chego perto dela, e pareço um estranho. Eu preciso fazer alguma coisa para mudar essa situação. Não posso deixá-la ir, mas também não quero vê-la sempre assim. Vamos em silêncio para sua casa. Chegamos, ela abre o portão e entra deixando o mesmo aberto para eu passar. Entro na sala, ela já está indo para cozinha. Seu pai está na sala.
-Bom dia Ray. Cumprimento meu sogro.
-Oi Christian, como você está? Ele diz com um sorriso no rosto.
-Bem. E o Sr?
-Bem, mas gostaria de entender o que houve ontem, para a minha menina não está com a cara muito boa. Vocês brigaram?
-Mais ou menos. Ela não contou o que houve?
-Não. Ela está com aquela cara desde ontem, quando chegou. Suspiro e não sei se devo contar o que realmente aconteceu. Eles assim como Anastásia podem ficar chateados e nem querer conhecer os meus pais.
-Eu... Quando iria falar algo, Carla e Anastásia apareceu. Sua mãe venho sorrindo e me cumprimentado.
-Como vai meu mais novo filho? Ela diz, e me sinto bem com essas palavras. Vejo Anastásia revirar os olhos.
-Bem, e a Sra?
-Bem também. Ana me disse que você vai almoçar com gente.
-Sim. Se não for nenhum incomodo. Digo
-Claro que não. Afinal de contas você já é da família. Ela diz sorridente. Eu e Ana estávamos conversando sobre o casamento. Ela me disse que não sabe a data certa para o casamento. Vocês dois precisam sentar e conversar sobre isso. Três meses passa voando. Então temos muito o que organizar. A mãe dela diz empolgada. Fico feliz que pelo menos ela está empolgada, coisa que gostaria de ver em Anastásia.
-É a Sra tem razão. Eu e ela vamos conversar essa tarde sobre isso. Falo olhando para Anastásia que está mexendo no celular. Queria tanto que ela se envolvesse.
-Ok, estou aqui para ajudar vocês.
-Obrigada Carla.
-De nada querido. E Ana também temos que ver o seu vestido de noiva. Carla diz.
-Não se preocupe mãe, eu já tenho o vestido. Ela diz, e eu e os pais dela olhamos para ela com cara de espanto.
-Como assim filha? Você comprou o vestido de noiva e nem me chamou para vê-lo, ou comprar com você? Carla diz com uma voz de decepção.
-Mamãe me desculpe, mas é que eu fui ao shopping e vi o vestido em um brechó. Ela diz, e eu fico sem reação. Ela jura que comprou o vestido em um brechó? O que é? Falta de dinheiro para fazer ou comprar um vestido decente?
-Filha, você comprou o seu vestido de noiva em um brechó? Um vestido que foi usado e está lá para ser revendido? Anastásia eu não posso crer que você fez isso. Foi a vez de Ray fala com decepção.
-Não vejo problema nisso pai. Ainda mais que esse vestido será usado somente uma vez, depois me desfaço dele. E outra por mim eu me casaria somente no civil. Ela fala, Carla e Ray se olham e depois olham para mim.
-Que isso Ana, você não quer casar? A mãe dela pergunta, e eu fico apreensivo com essa pergunta, pois a resposta pode ser o meu fim.
-Não é isso mãe, eu só não quero muita coisa. Acho que pode ser uma coisa bem simples.
-Nem vem com essa Ana. Eu só tenho você como filha, e seu casamento será O CASAMENTO. Não vai ser nada simples. Será conforme a tradição manda. Não me importo com nada que será gasto. Será o casamento com tudo que tem direito. O pai dela fala, e eu gostei do que ouvir.
-Ou seja minha opinião não conta. Então vamos fazer o seguinte senta vocês com o Sr Grey aí para resolver sobre o que vocês querem no casamento.
-Anastásia que isso? Nós só queremos que seu casamento seja único, seja especial, pra você lembrar. Carla fala.
-Tudo bem mãe. Não se preocupe. Afinal de contas eu não tenho escolha mesmo.
-Christian desculpe ela, hoje ela acordou com um humor horroroso.
-Não se preocupe, eu conheço esse m*l humor.
Ficamos mais um pouco conversando, até Carla informar que o almoço estava pronto. Sentamos na mesa, e Carla e Ray estavam empolgados com o casamento. Sempre falando sobre o mesmo. Tendo chamar Anastásia para a conversa. Mas nada entusiasma ela. Acabamos de almoçar. Eu me sento na sala junto com Anastásia.
-E agora podemos conversar? Peço a ela.
-Sobre o que o Sr quer conversar?
-Você irá me tratar assim até quando?
-Até o nosso divórcio. Ela diz, e meu coração doeu com essa palavra.
-Nunca haverá divórcio entre nós Anastásia. Eu não vou entrar nesse casamento com esse pensamento. Sugiro que você comece a pensar diferente, pois eu nunca vou te dar a liberdade.
-Que seja Sr Grey. Algo mais que queira discutir?
-Você conseguiu voltar para a faculdade?
-Graças ao Sr não. Perdi o semestre. Sinto muito por isso, mas eu não me arrependo de nada que fiz.
-Então você terá tempo para organizar o casamento. Eu quero muito que ela se envolva.
-É o que o Sr quer não é? Então será. Ela diz, mas em nenhum momento olhou para mim. Pego o meu celular e vejo as datas no calendário.
-Daqui a três meses, que data você quer. Pergunto a ela.
-Marca a data que o Sr quiser. O casamento é seu Sr Grey, eu vou está lá na data e hora marcada. Não se preocupe. Bufo só de ver a reação dela.
-Ok. Podemos deixar para a segunda semana de agosto, o que você acha?
-É essa data que o Sr quer? Marca ai.
-Anastásia por favor, eu não vou me casar sozinho, eu quero muito saber a sua opinião. Tento ter a paciência que não tenho.
-Para mim o que o Sr escolher está ótimo. Não vai fazer diferença se é na primeira semana, na última semana, o importante é que o casamento aconteça. Então seja feito a sua vontade. Chega cansei.
-Tudo bem Anastásia. Será na segunda semana de Agosto. Agora me diz você quer ir para onde na nossa lua de mel. Pergunto com malícia. Eu estou a muito tempo sem ela, sem o corpo dela, isso já está virando merda na minha mente.
-Para lugar nenhum. Não sei se o Sr percebeu, mas eu voltarei a estudar no início de agosto, e não quero me ausentar daqui.
-Tudo bem, podemos fazer o casamento na sexta e curti o final de semana em algum lugar. Digo com decepção. Mas eu não vou contrária.
-O Sr que sabe.
-Será que até quando casarmos será essa formalidade toda? Perguntei já não aguentava ouvir mais esse Sr pra cá, Sr pra lá. Droga de mulher.
-Claro que sim. Eu não pretendo retirar nenhuma regra que foi dada a mim. Ela diz. Eu não quero uma submissa como esposa.
-Eu já disse que eu não quero uma submissa.
-Bem deveria, pois eu ainda não tenho direito de expressar minha opinião
-Em que momento eu não deixei você expressar sua opinião? Digo fazendo ela me encarar
-Eu ainda continuo não querendo casar, não gostando de você. Isso acaba comigo.
-Olha eu vou embora. Depois nos falamos. Digo porque não quero ficar mais magoado do que já estou. Ela não se importa, e eu apenas saio sem dizer nada.
As vezes tenho vontade de jogar tudo pro alto. Me resignar a viver essa vida triste que estou condenado a viver. Ela não pode ser tão fria assim, não é possível que ela não sinta nem um pouco de sentimento por mim. Eu a amo, a amo mais que tudo. E eu vou lutar por esse amor, e fazer ela enxergar que sou um cara bom, legal, amável.
Peço a um dos seguranças para me levar para o meu apto. Chego e tomo um banho. Me troco e sigo para a casa dos meus pais. Vamos ver o que eles têm a me dizer. Ao chegar sou recebido pela minha mãe.
-Oi filho. Achei que você não viesse. Como foi o almoço com Anastásia? Mamãe pergunta.
-Bem. Digo, mas sinceramente não quero falar sobre nada.
-Você está com um olhar tão triste. O que foi? Ela ainda está chateada por ontem?
-O que a Sra acha? Por falar nisso cadê papai?
-Está no escritório. Eu já conversei com ele amor. Não fica assim. Espero que Anastásia também não fique com raiva da gente.
-Também espero mãe. Vou falar com papai. Digo já seguido para o escritório do papai. Bato na porta e ele pede que entre. Eu entro e ele me olha.
-Boa tarde papai. Digo firme
-Oi filho, queria mesmo falar com você. Ele diz cauteloso.
-Pai eu só quero ti pedir uma coisa.
-Peça filho.
-Que quando você tiver que falar algo relacionado a minha vida, fale para mim. Não coloque nunca Anastásia no meio.
-Eu sei filho, eu peço desculpas pela confusão de ontem, mas eu só quero o seu bem, e o dela também. Eu espero que ela não esteja com raiva de mim.
-Olha pai não conversamos sobre ontem, ela não quis tocar no assunto, e eu também não. Mas eu não quero que isso se repita.
-Tudo bem, não vai. Porém eu realmente espero que você esteja pensando no acordo pré nupcial. Papai diz, e eu fico incrédulo.
-Papai isso não será feito, não está em discussão. Eu não quero um acordo entre nós.
-Christian, você não pode fazer isso. Filho você é um homem mais bem sucedido do país, e se algo acontece? Como você vai fazer?
-Primeiro, o dinheiro é meu. Eu posso fazer é desfazer dele a hora que eu quiser. Segundo se o Sr está insinuando que pode haver um divórcio. Isso no meu casamento não é uma opção. Até que a morte nos separe é uma opção. Então pare com isso. Eu já tenho problemas com ela para me preocupar com um pedaço de papel.
-Eu não digo mais nada. Eu só queria ajudar você, e te proteger. Ele falar triste.
-Não precisa ficar assim papai. Eu entendo você. Digo o abraçando. E obrigada pela preocupação.
-De nada filho. Te amo muito.
-Eu também.
Ficamos mais algum tempo conversando sobre outras coisas, e depois fomos para sala. Estava minha mãe, meus irmãos e cunhados. Os meus sobrinhos estavam brincando no jardim com as babás. Eles começaram a perguntar sobre o casamento, e eu respondia tudo. O dia que será. Mais detalhes Anastásia é sua mãe estavam vendo. Minha mãe, Mia e Kate não queria ficar de fora. Elas queria ajudar em tudo. Mas receio que Anastásia não queira uma aproximação delas. Eu não digo nada, somente que falarei com ela. Fico até tarde na casa dos meus pais, e depois vou para o escala, Passar mais uma noite sozinho.