CAPITULO 167 BEATRIZ NARRANDO O beijo dele me consumia inteira. Era urgente, era quente, era profundo. A boca dele na minha, a língua invadindo com fome, as mãos firmes na minha b***a me puxando ainda mais pra perto. E eu não queria outra coisa. Não queria pausa, não queria tempo. Queria ele. Ali. Agora. Desci a mão entre nossos corpos, guiando com cuidado, sentindo o paü dele duro, latejando, me esperando. Me ajeitei devagar, e quando encaixei, soltei um gemido contra a boca dele, sentindo meu corpo ser preenchido, tomado, invadido por inteiro. — Ai… Arthur… — murmurei, os olhos fechados, a testa colada na dele. A água quente envolvia tudo, mas o calor real vinha de dentro. Do nosso toque. Da nossa pele. Do nosso amor. Comecei a me mover devagar, rebolando no paü dele, sentindo cada

