Capítulo 68

898 Palavras

Satan narrando Puta que pariu, eu não posso nem f***r a minha mulher direito, sentir que sou um homem de verdade por cinco minutos, que algum p*u no cu resolveu que hoje era um bom dia para tentar a sorte no Santa Marta. — Não sai daqui! — ordenei, e minha voz já era o puro aço do Satan. Desci as vielas correndo, a favela já tava acordada no pior sentido possível. Bala cantando, grito ecoando, gente correndo sem saber pra onde, peguei a arma no meio do caminho e comecei a trocar tiro, não tinha estratégia ali. Era abrir espaço no ódio mesmo. — Avança, p***a! — gritei pros vapores. — Não deixa passar! O chão vibrava com cada disparo, virei a esquina e dei de cara com o Polegar, ofegante, arma quente na mão. — Quem é o filho da p**a que tá invadindo? — rosnei. Ele cuspiu chão antes

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