Satan narrando continuação Parei os socos, meus punhos, protegidos pelo aço do soco inglês, estavam cobertos por uma pasta de sangue e restos de pele, o Coringa não era mais um homem, era um monte de carne gemendo, uma massa disforme que m*l conseguia manter a cabeça erguida. — Por favor... Satan... me mata... acaba com isso... — ele suplicava, a voz saindo num chiado de quem tem o pulmão furado por uma costela. — Atira logo, pelo amor de Deus... — Deus não tá aqui hoje, seu bosta, só eu — respondi, limpando o suor que ardia nos meus olhos. — Nando! Traz o ferro. A minha marca. O Nando, não demorou aparece com o ferro em brasa, aquele com as iniciais do meu vulgo que eu usava para marcar o gado que achava que podia pastar no meu terreno, para esse verme chegar no inferno, o capeta lá

