capítulo 05

868 Palavras
HENRIQUE NARRANDO A Ingrid me paga e vai me pagar com juros, eu iria transferir ela pro presídio onde só fica as mulheres, mais agora não, essa filha da p**a vai pra dentro da cela do pior inimigo dela, vou colocar ela junto com o filho da p**a do Pitbull, ele vai ter o prazer de matar ela e eu vou estar lá vendo tudo. Sai daquele morro fraco, m*l conseguia ficar em pé, tive que pegar um táxi e vir direto pra casa, minha mãe mais meu pai vai querer me matar quando eu contar o que ela fez, isso se eles não quiser invadir lá hoje mesmo. Valentina - o que aconteceu? - é a primeira coisa que eu escuto quando coloco o pé dentro de casa Mariano - não vai me dizer que a filha da p**a descobriu que tu é tenente - ele fala já com o tom de voz alterado e eu n**o Henrique - ela não descobriu - falo com a voz fraca por que ainda estou sentindo a dor Valentina - então não foi ela que fez isso? - minha mãe pergunta e eu não tinha me dado conta de tanto sangue que eu estou na roupa Henrique - foi Mariano - que merda você fez seu imprestável - meu pai fala furioso Henrique - tentei estuprar ela - falo e sinto o gosto metálico do sangue na minha boca Mariano - FICOU LOUCO HENRIQUE? TU SABE O QUE TU ACABOU DE FAZER c*****o? - ele pergunta bravo e se aproxima - não vai me dizer que deixou essa mulherzinha corta seu p*u? - ele pergunta sem nem uma vergonha por minha mãe está aqui e eu não respondo, vejo minha mãe se aproximar e me dá um tapa na cara Valentina - eu não criei você pra ficar na mão de bandida não Henrique - ela fala brava - vamos invadir lá essa madrugada, e é bom tu tá de pé não quero saber se tá doendo ou não, você procurou o problema agora você vai lá se vingar dessa p*****a - ela fala e eu nem a respondo só vou pro meu quarto e tomo um banho, sentido arde o lugar do corte, por mais que ela deu o ponto Henrique - você vai saber quem eu sou Ingrid, e eu vou te destruí, nem que seja a última coisa que eu faça - falo sozinho enquanto a água vai no meu corpo, vou até minha cama e pego um remédio pra dor e tomo. Nunca achei que a Ingrid fosse algum dia agir dessa forma comigo, e nunca pensei que sua tortura seria tirar meu p*u a fora, isso é humilhação pô, preferia muito mais a morte do que me vê tão incapaz como estou agora. Mais ela vai se arrepender até do dia que nasceu, não vou pegar leve, ela vai saber o que é tortura de verdade, o presídio vai ensinar ela se comporta, mais antes eu mesmo vou fazer esse filha da p**a lembrar de mim todos os dias que ela estiver lá dentro, com esses pensamentos acabo dormindo. { . . . . . . } Acordo com meus pais me chamando, pego meu celular e vejo que já são duas horas da madrugada, vejo uma mensagem de voz da Ingrid e faço questão de nem ouvir, me levanto indo ao banheiro, estou sentindo uma fraqueza da p***a, mais também dormi o resto do dia e a noite toda sem comer nada, não tem como ficar em pé assim. Visto minha farda, e desço indo direto pra cozinha, meus pais me olham sérios mais não falam nada, vou até a garrafa de café e tomo um copo cheio e como pão de queijo Valentina - quero esse gata morta - ela fala e eu n**o Henrique - a morte é pouco pra ela - falo e eles me encaram - quero ela dentro do presídio junto com o chefe do PCC - falo e eles parecem pensar Mariano - por que? - meu pai pergunta me analisando Henrique - ela tem medo dele, e ele quer matar ela, e concerteza vai ser uma morte lenta - falo e meu pai n**a Mariano - não quero saber quero ela morta - ele fala e quem n**a sou eu Henrique - eu vou me vingar dela e da mesma forma que ela não me matou eu não vou mata- lá também, ela vai pra p***a daquele presídio e vai ser eu quem vai colocar - falo e me levanto da mesa indo pra fora, se passa uns minutos e eles saem Mariano - vamos fazer do teu jeito mais se algo der errado com ela lá dentro e esse filha da p**a fugir tu morre Henrique - ele fala e eu concordo Henrique - então vamos pro batalhão? - pergunto e ele n**a Mariano - vamos direto pro morro, o batalhão já tá caminho, nosso foco é apenas a gata, pegou ela pode recuar - ele fala e eu concordo, a gente entra no carro e vai direto pro morro, hoje a Ingrid vai saber quem eu sou e vai saber o quanto eu a odeio.
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