GATA NARRANDO
Acordei com meu radinho apitando sem para, p***a esse povo não me deixa nem dormi em paz c*****o, pego meu celular vendo que já são quatro horas da tarde, me levanto e passa a mão no rosto tentando controlar a raiva que eu estou por me acordarem
RÁDIO ON -
Ana - gata p***a - ela grita do outro lado
gata - o que foi arrombada, vai t*****r e me deixa dormi c*****o - falo p**a de raiva
Ana - cola na boca que o assunto é sério - ela fala e eu estranho
gata - daqui vinte minutos eu vou
RÁDIO OFF -
Me levanto contra minha vontade e vou direto pro banheiro, tomo um banho lavo meu cabelo, saio e visto uma calça moletom e um cropped, pego o radinho e minha glock coloco na cintura, atravesso fuzil nas costas e desço, vou na cozinha e pego uma maçã e saio comendo, nem peguei a moto quero da um giro pra vê como tá isso daqui.
Favela tá frenética, vapor subindo e descendo fazendo as honda, criança brincando na praça, p**a me olhando torto, uma hora arranco os olhos dessas p***a aí elas para de me olhar assim, vejo vários trabalhadores subindo e descendo, isso aqui tá movimentado pra p***a, sigo caminho até chegar na boca principal, entro já vendo as mandada tudo ali apossando da minha sala
gata - mais tudo um bando de folgada meso - falo e elas ri
isa - que isso a gente aqui doida pra te mostrar uma parada e tu chamando a gente de folgada - ela fala e eu sorrio
gata - o que vocês mandam? - pergunto logo sem enrolação
Ana - sabe o Henrique - ela fala e eu concordo - melhor tu ver com teus próprios olhos essa parada - ela fala indo até a mesa e eu vou junto quando eu olho, não pode ser olho pra elas e nego
gata - como vocês sabem disso? - pergunto
isa - o informante do bope ligou e disse que iria invadir semana que vem só que como tu torturou o filho do comandante eles mudou a data para hoje de madrugada - ela fala e eu a encaro, fecho minha mão com força e dou um murro na mesa
gata - esse tempo todo e eu nunca desconfiei - falo e olho para elas - da o armamento pesado pros nossos vapor, e manda todos descansar, de madrugada quero todos preparados - dou a ordem e elas concordam saindo dali.
Sento na minha mesa e encaro a foto dele vestido com o uniforme do bope e não acredito que fui enganada por ele 4 anos, pô cada dia que passa parece que é uma decepção a mais com ele, não dá pra continuar com esse filho da p**a, fico ali na boca por mais um tempo até das umas 20:00 horas da noite e vou pra casa, chego e me deito no sofá pego o meu celular e vou no contato do infeliz.
mensagen de voz on - -
Gata - já tô sabendo que tu tava de x9 na minha favela seu tenente de merda, mais de hoje tu não passa c*****o brota com os teus soldados aqui que eu vou te dar o que tu merece
mensagem de voz off - -
Subo pro meu quarto e passo direto pro banheiro, tomo um banho e saio colocando um pijama, olho as horas e já são nove e pouco da noite, coloco meu celular para despertar na madrugada e durmo.
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Acordo ouvindo o celular despertar e me levanto, tomo banho para despertar, escovo e saio indo até o closet, visto uma calça coloco uma blusa e o colete, atravesso o fuzil nas costas, pego meu radinho e minha glock, coloco minha toca pra eles não me reconhecer e desço, nem tomo café da manhã, só saio e vou direto pra boca onde todos já estão
gata - eu quero o Henrique e os pais deles mortos, e o resto vocês só matem se vierem de caô pra cima de vocês - falo e eles concordam em base de meia hora escuto os foguetes sendo soltado, já são três horas da madrugada, hoje o Henrique vai saber com que tipo de bandida esse filho da p**a tá lidando.
Desço essa p***a indo pra linha de frente junto com as meninas, meto bala nesse batalhão de merda, eles não trouxeram o caveirão, e esses filhos da p**a não andam sem ele, e sei que eles não vieram tentar uma pacificação, vieram me pegar
Anna - solta granada nessa p***a mano - ela grita pros vapor que joga duas de uma vez e cai uns dez deles, saio dali entrando pelos becos e atiro em todos que vejo até eu ser cercada por eles.
Valentina - bom te ver Ingrid - ela fala sorrindo