m*l cheguei no bar e já senti duas mãos firmes na minha cintura. Uma de cada lado. Reconheci o toque antes mesmo de virar. — Tava demorando, hein — disse o Kauê, roçando o nariz na minha nuca. — Já ia mandar o Nathan te buscar lá em cima. — E aí, deixou tua amiga com o chefão? — o Nathan perguntou, colado do outro lado, voz baixa e cheia de ironia. — Uhum — respondi, me virando pra ficar entre os dois. — Tá rendendo mais do que eu esperava, viu. O homem jogou pesado. Kauê soltou um riso baixo, pegando um copo do balcão e me entregando. — E tu? Vai render também? — Já tô rendida, né? — falei, dando um gole e encarando os dois com malícia. — Só que no meu caso, é dose dupla. Nathan passou o polegar na minha cintura, descendo devagar até o quadril. — Então vamo brindar... à melhor jog

