— Bem... Você está de volta! — saudou-me o barman, girando a coqueteleira metálica em suas mãos. — Pensei que uma noite seria o suficiente para assustar você. Com uma risada baixa, arrastei-me pelo banco de madeira gelado. Esfregando de leve as minhas mãos — ainda umedecidas pelo momento que tive no banheiro — contra a camisola que modelava-se em meu corpo, encarei o meu reflexo nas prateleiras envidraçadas atrás do homem de pele morena e olhos claros. As luzes piscavam suavemente, girando ao ritmo da música lenta. — s**o não me assusta. O barman arqueou uma sobrancelha, olhando-me com uma ligeira descrença. — Agora é apenas s**o, hein? — brincou, desviando o olhar para o líquido que escorria para um copo largo. — Mesmo que não precise de uma dose de coragem esta noite, tome este Drink

