Capítulo 96

1795 Palavras

Já deitados, luz apagada, só a claridade do abajur fraca, dourada, Elisa repousou a cabeça no peito de Dante. Ele passava a ponta dos dedos pelas costas dela em movimentos distraídos, carinhosos, como se estivesse desenhando mapas invisíveis na pele dela. — Eu amei a sua família, amor. — ela disse baixinho, como quem confessa algo muito verdadeiro. Ele sorriu; ela sentiu o sorriso pelo movimento no peito dele. — Eu… tinha esquecido como eles são divertidos. — Ele suspirou, um pouco surpreso consigo mesmo. — Eles fazem um barulho do caramba, né? — Fazem. — Elisa riu, apertando a mão dele. — E eu adorei cada segundo. Dante virou um pouco o rosto para olhá-la. — Obrigado por ter me obrigado a ir, Lisi. — Não tem de quê. — Tem, sim. — Ele apertou o braço ao redor dela. — Eu… nunca iria

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