Capítulo 95

2011 Palavras

Elisa ainda estava rindo quando Dante passou o braço pela nuca dela, puxando-a para perto enquanto caminhavam em direção à mesa onde Jorge e Marta estavam. Os dois estavam igualmente suados, com poeira grudada na pele, as roupas úmidas, grama nos joelhos e areia no cabelo; um retrato perfeito da bagunça que tinha sido a tarde. Os primos vinham atrás, todos na mesma situação, parecendo um bando que voltou da guerra. — Misericórdia — Marta falou assim que viu os dois chegando. — Vocês tão… um caco, Dante. Um caco. — Você acha? — Dante abriu os braços, teatral. — Eu tô morto. Morto! Acabado. Eu tava indo ganhar aquele jogo… até ser traído pela minha própria esposa. — Para de chorar — Elisa empurrou de leve o ombro dele, ainda colada ao corpo dele por causa do braço que ele mantinha firme a

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