BRASA NARRANDO Entrei no banheiro igual um touro enfurecido. Porta quase saiu do batente. Mão no p*u, testa franzida, cabeça fervendo. A Sol andando de biquíni pela casa, aquele rabetão saltando pra fora da calcinha como se não fosse nada. E ainda fala que vai pra praia, cheia de homem, cheia de celular com zoom. Ah, toma no cu! Fui tentar mijar, mas não tem como. Não tem como, c*****o! — p***a… — murmurei, segurando a rola com força, tentando apontar pro vaso, mas a tora de piroca tava igual vara de pescar, dura, torta, pulsando. — Como é que mira assim, irmão? Inclinei o corpo, dei uma afastada nas pernas, tentei baixar mais o tronco. Quase dei um mortal pra tentar acertar a água. A vontade tava explodindo, bexiga estufada, mas o bicho não colaborava. — Fica mole, c*****o! — falei p

