Capítulo 16 COIOTE NARRANDO Viro as costas e deixo o comédia falando sozinho. Mas antes de voltar de vez pra boca. Decido voltar e passar o papo reto para os soldados. — Presta atenção na visão — falo seco, encarando os soldados reunidos na barreira. — Se aquele filho da putä aparecer aqui de novo… não conversa. Não pergunta. Mete bala. Ninguém pisca. — Quero o corpo no chão. — continuo. — E se alguém tiver dúvida, é bala do mesmo jeito. Dou dois passos pra frente. — Outra coisa — minha voz baixa, mas fica mais perigosa. — O nome da garota não sai da boca de ninguém. Não é pra comentar. Não é pra cochichar. Não é pra brincar. Ninguém fica sabendo que essa mina tá no morro. Olho um por um. — Quem abrir o bico… eu mesmo mato. Silêncio absoluto. — Entendido? — rosno. — Entendido,

