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Maloqueira Sou Eu

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Sinopse

Ser ou não ser, és a questão já dizia sheaskpeare! Acredito que tudo na vida passa e que a perda de alguém independentemente de ser parente ou não, nos torna fortes, capazes de superar e de mudar o jogo, sou Samantha Evans uma garota bastante ousada, atraente e problemática, acabo de terminar o ensino médio e com apenas 18 anos tenho uma vida bem complicada, logo ter um pai alcoólatra não é nada fácil, também a perda da minha mãe modificou nossa vida, ainda sinto sua falta, sou filha única e garanto não é nada fácil agradar meu pai, apesar dessa montanha russa, tenho duas amigas incríveis Verônica Fernandes e Ana Clara Fernandes, as duas são irmãs essas sempre estiveram comigo, as tenho como irmãs, tento ultrapassar qualquer barreira a todo custo, faço o possível e o impossível pra me virar e defender quem eu amo, ser chamada de "maloqueira" tem seu preço!

Obs: Proibido para menores de 18 anos por conter (Cenas de Sexo, Violência e Drogas)

ATENÇÃO: Plágio é crime

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(01)
Olá sou Samantha Evans, mas conhecida como "Maloqueira", todos que me conhecem me chamam assim, exceto meus íntimos e meu pai que me chamam pelo meu nome, não pense você que "maloqueira" é por que sou uma garota errada, fumante que enche a cara o tempo todo, que curte a vida a doidado... não, eu não sou assim gente, recebi esse apelido por ser uma garota extremamente ousada e por pilotar motos como ninguém, também com apenas 13 anos enfrentei um garoto chamado Davi em um racha de motos, ele me chamava de "tampinha" e dizia que eu nem se quer sabia subir em uma moto, então mostrei pra ele quem que mandava naquela bagaça, ganhei dele numa corrida e ganhei minha primeira moto, eu meio que adquiri esse dom, sei tanto pilotar moto quanto dirigir um carro perfeitamente bem, tenho 18 anos, moro em SP São Paulo, sou morena de olhos verdes claros, nem muito alta nem muito baixa tenho 1 metro e 65 de altura, tenho uma vida bem complicada, passo a maior parte do tempo brigando com meu pai Diego Evans um alcoólatra assumido e desempregado que me bate toda vez que lembra da morte da minha mãe Ana Betty Evans, que morreu em um racha de motos e por isso ele vive me enchendo o saco pra que eu saia dessa coisa de moto, mas o que posso dizer? Ta no meu sangue, não consigo resistir, as vezes tenho que fugir pra participar de alguma corrida, pra ajudar em casa tenho uma oficina que fica não muito longe, onde arrumo carros e motos, é assim que mantenho minha vida... Tenho duas amigas Verônica que chamo de Vel uma morena de cabelo ondulado de 18 anos e Ana Clara minha Clarinha uma loira de 17 anos, as duas são irmãs só que vivem brigando entre si, são minhas fieis confidentes, contamos tudo uma pra outra, moram do lado da minha casa, também sofrem só que diferente de mim, quem morreu foi seu pai e sua mãe Glória continua viva, mulher chata que tenta nos afastar a todo momento, vive dizendo que sou uma péssima companhia por que meu pai é um alcoólatra.... Estou nesse momento em um racha de carros, tentando ultrapassar um "mauricinho" de quinta que ousou cruzar meu caminho. Droga, fizeram uma rampa bem no meio do caminho, espero que o possante do meu pai um Chevrolet Camaro 1967 ature por mas tempo, se ele souber que roubei essa belezinha vai me partir em dois, passo pelo quebra- mola e acelero deixando o carro atrás comer poeira, sem nem tocar na rampa faço uma manobra bem louca, fazendo o carro girar no ar e atravessar a chegada, piso no freio e vejo de longe o mauricinho sair do seu carro e dar vários chutes no pneu. Xxx- E MAIS UMA VEZ GALERA, A "MALOQUEIRA" MOSTROU QUE TEM VALOR!- Grita Kill no alto falante. Um carinha de 27 anos, moreno e careca cheio de tatuagens pelo braço que manda e desmanda no racha. Saio do carro e olho minhas amigas na arquibancada pulando de alegria, não só elas como a maioria das pessoas começam a gritar e bater palmas pra mim, giro os calcanhares pra ir embora, quando alguém passa por mim e bate bruscamente seu ombro no meu. Samantha- Me leva! - Digo sorrindo de lado e o cara se vira me olhando feio, ah é o tal mauricinho, chamado Pedro. Pedro- Escuta aqui sua vaca, se você pensa que isso vai ficar assim ta muito enganada... - Diz apontando o dedo na minha cara e eu apenas o encaro. Ele é até bonitinho, tem os olhos pretos e um corpo sarado, tem a tatuagem de um tigre no braço esquerdo, só que seu jeito arrogante faz ele feio e insuportável. Samantha- Se liga oh "mauricinho", vê se cresce e outra, agora você me deve, quem mandou apostar seu carro! - Falo dando as costa pra ele e ele me dá uma rasteira nos pés, me fazendo ir de cara no chão. Levanto do chão bem rápido e dou um soco em sua cara, depois imobilizo ele puxando seu braço direito pra trás e empurrando sua cara no capô do meu carro. Pedro- Me soltaaaa vaca, você vai se arrepender - Ele grita e outros garotos do lado dele vem ao meu encontro, pedindo pra que eu solte ele, bando de puxa sacos. Xxx- Por favor, solta ele... Por favor...- Pedem e dou um chute na b***a do "mauricinho", depois empurro ele de cara no chão e vejo que o canto da sua boca ta sangrando, oh coitadinho. - Procura crescer moleque. - Digo saindo dali e indo abraçar minhas amigas que vem de braços abertos. - Miga, como sempre arrazando! - Fala Verônica me abraçando e arrumando meu cabelo. - Parabéns Samantha minha linda. - Diz Ana Clara e damos um braço em trio. Agradeço as duas e entro no escritório do Kill, ele que tem o dinheiro e da ao ganhador ou ganhadora, só que dessa vez eu lutei por um carro. Kill- Samantha, minha gatinha, aqui esta a chave da moto e... Leva cinquentinha tá! - Diz com a voz tremula e eu jogo as chaves da moto no chão. Me aproximo dele e seguro o colarinho da sua camisa. Samantha- KILL EU LUTEI PELO CARRO, VOCÊ ME DEVE UM CARRO E QUE p***a É ESSA DE CINQÜENTA? - Pergunto jogando o dinheiro no chão também e ele empurra minhas mãos lentamente, acho que respirando pra não ter uma queda de pressão. Kill- Minha linda, minha princesa, rainha dos rachas... - Fala passando as mãos por meu cabelo. Samantha- Chega de enrolação Kill, que droga! Kill- Tudo bem, tudo bem, a culpada de tudo é você, quem mandou agredir o garoto? Agora ele só deixou as chaves do carro e cinqüenta reais pra você... Lembrando que eu recebo metade do que cada ganhador ganha aqui, só que você resolveu fazer suas próprias regras batendo no moleque! - Diz levantando da cadeira e coçando a careca. Samantha- Acho até graça, Kill ele começou me chamou de vaca e não aceitou perder pra uma mulher, o que eu posso fazer se o cara apanhou pra mim? Pedir desculpas? - Pergunto irônica e Kill se volta pra mim com um sorriso no rosto. Samantha- Ah não, nem vem... - Falo andando de costas e ele segura meu braço e me leva até uma cadeira onde automaticamente sento. Kill- Samantha, essa é a melhor ideia que eu ouvi, você pedi desculpas pra ele e pronto, nós saímos ganhando. - Fala como se fosse a coisa, mas inteligente do mundo. Samantha- Que ideia mais estúpida, não eu não vou, já vi tudo, ele me ignorando, seus amigos "mauricinhos" sorrindo de mim e eu não sou miserável pra aceitar uma proposta como essa. - Falo levantando da cadeira, pegando as chaves da moto e saindo dalí. Kill- Pensa bem "maloqueira", sei que você precisa desse dinheiro, assim como eu, pedindo desculpas você até recupera o carro... - Diz elevando a voz. De longe escuto sua voz me chamando, mas não dou ouvidos, só ideia, pelo menos fiquei com uma moto, não queria seu maldito dinheiro só queria o carro, assim venderia minha picap velha e ficaria com ele, que bonito, agora além de ter roubado o carro do meu pai, vou levar uma surra dele, ótimo pra minha cara! . Vou pra oficina do Kill e vejo a moto, uou a pior moto que já olhei na vida, sem macha, sem retrovisor, sem embreagem, sem freios, sem capacete, sem os pneus, na verdade toda sua mecânica sumiu.... Droga, maldita hora que aceitei essa aposta com aquele verme, deveria saber que ele não suportaria perder. Só que isso não vai ficar assim, mais não vai mesmo, ta na cara que ele não conhece a "maloqueira"! Ao pensar mas de duas vezes, decidi fazer o que havia pensado ser a maior estupidez. Estava planejando ir falar com o "mauricinho", só que minhas amigas decidiram ir junto... Oh ideia. Vel- Não adianta Samantha, eu vou e não se fala nisso, somos amigas ou não? - Pergunta levantando da mesa do Kill, onde estávamos os quatro,eu, ela, Kill e Clarinha reunidos. Kill- Não é isso, é que não podem ir tanta gente, tentem entender meninas... Clarinha- Cala essa boca Kill, e Vel eu já disse que eu vou... Sou mais velha um ano que você! - De repente as duas estão se encarando e sou obrigada a elevar a voz, ou vai ter porrada. Samantha- Eu decido aqui, e nenhuma vai comigo... Eu fiz isso, eu vou terminar. - Falo saindo do escritório do Kill e os três vem atrás de mim. Vel- Não será fácil Samantha, quero ir com você... - Diz andando lado a lado comigo e Clarinha se aproxima como um gavião. Isso já ta me irritando! Clarinha- Quem disse que você vai? Eu vou, se tem alguém que entenda ela, essa sou eu...- Fala puxando o cabelo da Vel e as duas estão a tapas e puxões de cabelo. Kill se aproxima de mim e sussurra: Kill- Não vai tirar? Olha que briga de mulher, é briga de doido. - Fala cruzando os braços e eu bufo de tédio. Estou tão acostumada dessas duas brigarem, que qualquer discussãosinha delas nem me espanta. Me aproximo das duas e as afasto segurando seus cabelos. Samantha- Amo as duas, mas pretendo fazer isso sozinha, prometo que quando voltar direi o que aconteceu, agora parem de brigar e vão pra casa. - Falo olhando nos seus olhos e elas acenam com a cabeça positivamente. Kill- Bem, vamos? - Pergunta me olhando e apontando com a cabeça pro carro do meu pai. Vel e Clarinha- Se cuida Samantha! - Falam em uníssono me envolvendo em um abraço. Samantha- Sempre! - Digo entrando no carro após o Kill, ele insistiu tanto que tive que deixá-lo ir comigo. Vamos o caminho todo em silencio, nunca pensei que pediria desculpas a alguém, mas afinal que m*l tem nisso? Após passar 4 quilômetros na estrada, chegamos em uma casa que mas parece um casarão, vejo o Kill abrir a boca em forma de O, e eu arregalo os olhos. Samantha- Kill, eu não vou, não posso fazer isso... - Falo parando de dirigir, dou um soco na janela do carro e ele segura meu rosto. Kill- Ei, desde quando a garota que se chama "maloqueira" tem medo de um "mauricinho" ?- Pergunta arqueando a sobrancelha e entendo seu recado. Viro pra casa e respiro por alguns instantes. Samantha- Tudo bem, é só pedir desculpas... E é só uma casa nada demais... -Falo olhando pro volante do carro. Kill- Uma mansão cê quer dizer né. E não é só uma casa, é a casa dos Stevens... - Diz mostrando um sorriso bobo. Samantha- Nossa ajudou muito em! - Falo o olhando feio e ele apenas encolhe os ombros. Tudo bem, lá vou eu, me benzo antes de sair do carro e vou falando mentalmente: "É só uma casa, você é a "maloqueira", vai conseguir, è só pedir desculpas dai você some dessa casa de riquinhos". Subo as escadas que levam para um Hall luxuoso e dou uma ultima olhada pro carro atrás de mim, o i****a do Kill acena pra mim e faz gestos pra que eu vá em frente. Se eu não te conhecesse, te quebraria agora! Apresso os passos e percebo que minhas pernas estão bambas, mas não vem ao caso, vou fazer isso e já! Rolo os olhos pelo lugar e me admiro a posso ver que a casa é linda, chique e sustentável, através das amplas janelas e paredes de vidro vejo que o dono ama a natureza, a casa é toda bege e suas cores suavizam bem na noite deixando tudo bem natural, dá um quê de modernidade, do lado da grande porta de vidro vejo um interfone e me aproximo do mesmo, aperto em um botão e pergunto se posso entrar. Xxx- Tudo bem, mais a Senhorita gostaria de falar com quem? - Pergunta uma voz computadorizada por trás do interfone e lembro o nome do "mauricinho". Samantha- Am... Pedro Stevens. - Falo olhando pros lados e as portas se abrem. Entro um pouco atônita por que dentro é totalmente lindo na sala de estar a decoração é baseada na cartela de cores com tonalidades que variam do bege ao branco; e amplos sofás e poltronas compõe o espaço que tem detalhes chiques como mesa de centro espelhada e um ambiente bastante confortável, só que algo chama minha atenção além dessa elegância toda, um barulho vindo do andar de cima, o que me diz que o "mauricinho" ta fazendo festa e nem me convidou... Beleza! Sou trazida pra fora dos meus pensamentos por uma mulher de avental e touca na cabeça, deve ser a empregada dele. Xxx- Olá sou Gladys, em que posso ajudá-la? - Pergunta toda formal e isso me assusta. Samantha- Bom, sou Sa-Samantha e vim falar com o Pedro Stevens, ele esta? - Pergunto a olhando e ela me olha triste. Xxx- Esta sim, ta ouvindo essa festa barulhenta?- Pergunta sussurrando e eu faço que sim com a cabeça- Então ele é o responsável por ela, boa sorte garota!- Fala tocando meu ombro e indo pra um corredor duplo. Bom, já que estou aqui não tenho escolha, a não ser enfrentar esse moleque... Vamo nessa! Subo as escadas lentamente e vou em direção ao quarto barulhento, ao chegar no mesmo vejo a porta entreaberta, entro sem ser percebida e me deparo com um bando de moleques bêbados, umas garotas bancando de vadias e dançando em cima de uma cama de casal, lembrando que elas estão só de roupas íntimas e os garotos de bermudas, rolo os olhos pelo quarto e vejo que além de quarto é uma suíte tem até piscina dentro, olho mas um pouco pros jovens pervertidos e observo o "mauricinho", ele esta em um canto do quarto beijando uma loira, é tão lindo pena que vai acabar logo, me apresso e puxo o som da tomada, fazendo a zuada cessar. Logo todos os olhares furiosos estão voltados pra uma garota morena, de olhos verdes, que vesti uma jaqueta de couro preta, uma calça preta colada ao corpo e os cabelos soltos... Eu! Inspiro e respiro indo até o "mauricinho" chamado Pedro que me olha de baixo pra cima. Pedro- Como se atreve vim a minha casa e desligar o meu som? - Pergunta levantando e ficando tão próximo de mim que é preciso eu dar um passo pra trás. Samantha- Desculpe-me Vossa Alteza, mas é que de acordo com nosso trato você deveria me dar um carro se eu ganhasse você em um racha, e advinha? Eu ganhei! - Falo olhando nos seus olhos e ele olha pros seus amigos sem graça. Pedro- Trato? Ouve trato Kaio? -Pergunta com um sorriso de lado e o tal Kaio aparece de brincos e capuz na cabeça. Kaio- Que eu saiba não, e mesmo se tivesse ele não é obrigado a te dar nada. -Fala indo pra trás de mim e ligando novamente o som. Conto até dez mentalmente e cerro os punhos. Além de ligar o som, eles continuam dançando e fingindo que eu não estou alí, argh eu mereço esses pirralhos. De repente eles fazem uma roda ao meu redor e me olham fixamente. Samantha- O que você quer garoto? Quer que eu peça desculpas? Pois bem, desculpa por ter te ganhado no racha e por ter te agredido... - Falo olhando pra ele a minha frente e ele mostra um sorriso malicioso pros garotos ao meu redor. Pedro- Que bonitinho...- Diz fazendo bico- Fica tão gata Pedindo desculpas, pois saiba que eu não desculpo. -Fala fazendo um sinal pra que os garotos me peguem, e é o que fazem. Me carregam até a piscina e tento inutilmente sair de seus braços, mas não adianta, são cinco contra uma. Samantha- MANDA ELES ME SOLTAREM SEU, SEU LOUCO!- Grito lutando pra não chorar e escuto as gargalhadas de todos a minha volta. Pedro- Talvez gatinha se me der outra coisa, podemos até pensar... -Fala mordendo o lábio inferior e olhando maliciosamente pro meu corpo. Samantha- ISSO NUNCA MOLEQUE PROCURA CRESCER, VOCÊ E ESSE BANDO DE FEDELHOS! -Grito dando uma cotovelada em um garoto atrás de mim e o mesmo apenas geme de dor. Pedro- Sendo assim não vejo problema em você levar um banho de agua gelada. -Diz apontando pra piscina e eu me movo freneticamente- Sinto muito "maloqueira"... - Diz soltando um beijo no ar e os garotos me jogam na piscina. Droga! Me sinto molhada, suja, humilhada... Bom, mas eu já sabia que iria passar por isso, o que se pode esperar de um bando de "mauricinhos"? Que te tratem como uma princesa? Mergulho na piscina tentando nadar pra beira e saio da mesma toda encharcada, troço os cabelos e olho furiosa pro Pedro que gargalha junto com seus amigos. Pedro- Pronto gatinha agora sim, você ta numa fria...- Diz se jogando na cama e sorrindo sem parar. De repente no meio da algazarra, alguém entra no quarto com um olhar severo e tenho que admitir bem gato, é um homem que parece bem mais velho que eu, só que ao mesmo tempo bem elegante esta de calça social azul escura dobrada até os cotovelos, calça social e sapato também social, ao que me diz que saiu poucas horas do trabalho, seu cabelo liso de lado o deixa bem sexy, isso sem falar nos seus olhos que deixam qualquer mulher babando... Todas as gargalhadas param e o Pedro parece nervoso, pois olha pro quarto como se quisesse esconder a zona do lugar. Xxx- O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI PEDRO?- Grita olhando pra todos e parando em mim. Fico sem jeito com seu olhar dominador, mas tento manter o olhar firme. Pedro- Dom você chegou, você veio...

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