Nunca vi essa cena

1040 Palavras
19 capitulo *MT narrando* Quando chegou no meu ouvido que aquele cara levou a Mariana eu não me importei com mais nada a única coisa que estava na minha cabeça era salvar ela independente da nossa relação, pensar que ele pode machucar a Mari partiu meu coração em mil pedacinhos... Saímos da boca e entramos no carro blindado, LC tá dirigindo, eu no carona, PJ e foguete no banco de trás guiando o caminho, tem mais dois carros com meus homens vindo também, eu tô eufórico, nervoso, cheiro uma carrada de pó para da uma estigada. LC: Calma MT, vai da tudo certo mano. - Adianta aí LC, mete o pé... Foguete: Chegamos, é esse aqui. ~ Ele fala apontando para o prédio. Chegamos na portaria, nosso plano era outro mas tinha um carro saindo seguimos ele e pegamos o controle do portão, entramos, LC e foguete foram cuidar do porteiro, eu e o PJ subimos para a cobertura, conseguimos abrir a porta com a pistola que estava com o silenciador, assim que entramos vi o que não queria ver, em toda minha vida nunca tinha visto cena tão forte, acho que na verdade uma cena como essa nunca tinha doído tanto em mim como ta doendo agora, o desgraçado aponta uma arma para a cabeça dela enquanto a estupra, Mariana está toda ensanguentada, sem forças, ele se assusta quando entramos e aponta a arma pra mim, eu estou cheio de ódio, isso não me intimida, atiro no ombro dele que cai, vou pra cima dele e bato nele, bato muito, o espanco, jogo toda minha raiva na cara desse desgraçado que já está desfigurado, JP toca no meu ombro... JP: Calma irmão, não podemos matar ele! ~ levanto eufórico, olho pra Mariana e ela está enrolada em um lençol no canto da parede, chorando... coloco a mão na cabeça, desesperado, me aproximo sem tocar nela que esta tremendo... - Ta tudo bem Mari, ninguém mais vai machucar você, vem comigo. ~Ela não fala nada, só chora, pego ela em meus braços que deita a cabeça em meu peito, JP traz o desgraçado e descemos o prédio, colocamos ele na mala do carro, entro com a Mari no banco de traz e LC da partida no carro indo em direção ao morro... Assim que chegamos mando os caras levar o ótario pra salinha, temos que tratar dele rápido ou o bagui vai ficar doido, deixo a Mariana com as meninas na minha casa, ver ela desse jeito parte meu coração, minha vontade é de acabar com o desgraçado mas infelizmente não passo... beijo a testa da Mariana antes de sair, sigo para o carro onde os meninos estão, estamos todos tão revoltados que ficamos em silêncio, esse bagui é pesado... Chegamos na boca e seguimos direto para a salinha, o p*u no cu tá amarrado, cuspindo sangue... Benicio: Você não pode me matar, seu infeliz, o exército entraria aqui hoje mesmo e acabaria com todos vocês de uma vez... - eu não posso te matar ainda, seu bostinha, mas você vai deixar a Mariana em paz, tá me ouvido? Benicio: Ela está ligada a mim, você não pode fazer nada. ~Fala com dificuldade... Levanto e pego o envelope, mando os caras desamarrarem ele e assim que é feito jogo as fotos em cima dele, que observa abismado, em silêncio engole seco. - Você vai apagar tudo que tem da Mariana, vai deixar ela em paz, essa p***a desse casamento não vai existir... Benicio: Como você descobriu isso seu miserável. ~ Fala bravo e eu dou um forte soco em sua cara. - Olha, cara! Eu tô quase te matando, na verdade eu vou te matar, não agora, mas eu vou, então facilita as coisas aí, tu já tá ligado que a fita é essa, tu deixa Mariana em paz e eu não exolano teus b.o, de boa?. ~ Ele confirma que sim com a cabeça. - tudo certo c*****o?. Falo mais alto Benicio: Vou deixar aquela v***a em paz. ~ Ele m*l termina e eu acerto outro murro na cara dele que desmaia, jogo água e ele volta. - Os caras vão te deixar na pista, tu vai dizer que tu reagiu a um assalto, se eu te ver novamente perto da Mariana ou querendo invadir meu morro pode ter certeza que tu vai apodrecer na cadeia e lá mesmo depois de tu comer o pão que o d***o amassou eu mando te matar pra você se encontrar pessoalmente com ele. ~ Ele assente, mando os vapor jogar ele no asfalto distante daqui, os meninos vão, JP vai com eles, entro na minha sala e LC vem atrás.... abaixo a cabeça na minha mesa, ele senta nela e coloca uma não no meu ombro; LC: Isso vai acabar irmão, isso vai acabar! - Eu não tô sabendo lhe dar com essa situação, eu acho que a amo mas sei que nada vai acontecer. ~ Falo e pela primeira vez alguém me ver chorando LC: eu sei que ama!Mariana precisa de apoio, nunca vi uma cena daquela em toda minha vida de bandido! - O cara é um desgraçado! LC: Eu sei que tá difícil pra carai agora depois de tudo, mas deixa o tempo passar... - Vai passar, tá de boa. ~ Falo enxugando as lágrimas LC: Vamo pra tua goma, quero ver minha morena também. ~ Ele fala e descemos pra minha casa, assim que chegamos tá minha mãe ta na sala com cara de enterro... - Cadê ela? Cleide: Ta muito machucada meu menino, as meninas levaram ela pro hospital com o mosca, não deu tempo de te esperar. ~Ela fala preocupada e eu sento no sofá com a mão na cabeça - Tudo culpa minha! Eu preciso saber quem é o x9 LC: MT, uma coisa de cada vez, vai dormir, vou ligar pra Nanda saber se tá tudo bem, a gente descansa e amanha nós vai lá ver ela, se tu ficar na pilha é pior, cansado não resolve nada... Cleide: É meu filho, é pior, amanhã ela vai tá melhor pra vocês conversarem. ~ Eles fala e eu subo pro meu quarto, eu não vou conseguir dormir... tomo um banho e vou direto pro hospital...
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