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2223 Palavras

Enquanto corria para longe dele, também me perguntava o porquê eu estava correndo daquela forma. Eu não conseguia entender o que havia levado minhas pernas a se moverem na direção contrária ao homem que me marcou para sempre. Meu coração batia freneticamente no peito e minha cabeça parecia mais uma junção de várias vozes alteradas tentando se sobressair uma sobre as outras. Quando dei por mim, já estava de frente para meu portão ofegando que nem uma maratonista olímpica. Eu entrei correndo e fui direto para o banheiro para me lavar e ver se a água no rosto e no corpo me faria acordar daquele sonho bizarramente doido. Minha irmã ainda estava dormindo e meu pai estava na rua alimentando os pobres, então tive uma pouco mais de privacidade ao catar uma roupa no varal da copa e uma toalha seca

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