Capítulo 115

1480 Palavras

Michele Narrando Eu nunca tinha feito isso antes. Nunca tinha segurado um homem assim, muito menos daquele tamanho. Minha mão envolvia a base do p*u dele, quente, grosso, pulsando contra meus dedos. Meu coração batia tão forte que eu sentia o som nos ouvidos. Olhei para cima. Freitas me encarava de cima, os olhos pesados, a boca entreaberta, o peitö subindo e descendo devagar. Ele parecia… impaciente. — Fica à vontade, boneca. — A voz dele veio grave, carregada de desejo. Minha boca secou. A ponta da minha língua tocou a cabeça do paü dele, testando, sentindo o gosto salgado na ponta. Passei devagar, de um lado para o outro, umedecendo a pele macia. Freitas soltou um suspiro pesado, as mãos fechando nos apoios da poltrona. Encostei os lábios e lambi mais uma vez, agora descendo um

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