Freitas Narrando Ela se movia no palco como se não tivesse peso nenhum. Cada passo, cada deslizar do quadril, cada rebolada era uma maldita provocação. Não era forçado, não era vulgar, era natural. A porrä da inocência que ela carregava na dança me pegou de jeito. Eu já estive com muitas mulheres. Muitas mesmo. Mas fazia tempo que nenhuma me fazia sentir assim. Ultimamente, quando eu saía com alguma, era só por sair. Eu transäva porque era o que eu sempre fiz. Sem expectativa, sem envolvimento. Um alívio rápido e sem importância. Mas essa garota… essa garota era diferente. Minha mão apertou o copo de whisky com força quando vi um dos otáriös na frente do palco tentando puxar a roupa dela. O segurança logo cortou o barato do cara, mas meu sangue já tinha fervido. Meu paü já tava duro de

