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Sorrisos de morte e laços de obsessão

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Sinopse

🕴️ Luciano VarelaAparência: Postura imponente, olhos escuros e vazios, raramente sorri. Quando fala, é baixo e calmo — o silêncio dele já assusta mais que qualquer grito.Personalidade: Psicopata, sociopata, vigia cada movimento dela sem descanso. Possessivo absoluto: não compartilha, não negocia. Parece impassível, mas por trás tem uma obsessão que só ela consegue despertar.Sinal de perigo: Quando os lábios se curvam num sorriso curto e gelado — a cidade inteira já sabe: alguém vai morrer. ⚔️ Elara Voss✅ Exatamente como você descreveu:À primeira vista: Pode parecer simpática, até um pouco carinhosa e educada. Fala com calma, sorri de forma natural… engana qualquer um.O verdadeiro sinal: Quando o “interruptor bate” — seus olhos brilham diferente, e vem aquele sorriso maligno, leve e perigoso. Nesse instante, todo mundo já entende: deu m***a, não tem volta.Traços: Assassina lendária, fria, calculista. Também psicopata, ciumenta e possessiva ao extremo. Se alguém chegar perto do que é dela, ela ri primeiro… e mata depois. 💀 A dinâmica perfeitaEle é o medo institucional: O chefe mafioso que todos respeitam por pavor.Ela é o perigo invisível: A que parece inofensiva até abrir o sorriso fatal.Entre eles: Não existe “dominar” — é obsessão igual. Ele vigia; ela deixa, porque também já marcou ele como seu. O ciúme de um alimenta a crueldade do outro.Frase que resume:“Todos fogem quando ele fica calmo… e todos tremem quando ela começa a sorrir.” 📖 TítuloSorrisos de Morte e Laços de ObsessãoSub título: Quando os Monstros Se Encontram

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O sorriso que assusta
Capítulo 1 — O Sorriso que Assusta A chuva caía sobre a cidade durante a madrugada. As ruas estavam quase vazias. As poucas pessoas que ainda caminhavam apressavam o passo para chegar em casa. Ninguém gostava de ficar fora àquela hora. Especialmente naquela parte da cidade. Porque aquele território tinha dono. Luciano Varela. Seu nome era suficiente para fazer criminosos mudarem de rota. Na cobertura de um enorme edifício, Luciano observava a cidade através das janelas de vidro. Imóvel. Silencioso. Perigoso. Um dos seus homens entrou no escritório. — Chefe, encontramos os responsáveis. Luciano continuou olhando para a paisagem. — Quantos? — Cinco. — E o líder? — Está escondido. O homem engoliu seco. Luciano finalmente virou o rosto. Seus olhos escuros eram frios. Vazios. — Então encontrem. — Sim, chefe. O subordinado saiu quase correndo. O silêncio voltou. Até que o telefone de Luciano vibrou. Uma mensagem. Elara: "Estou chegando." Pela primeira vez naquela noite, algo mudou em sua expressão. Quase imperceptivelmente. Minutos depois, a porta da cobertura se abriu. Elara entrou como se fosse dona do lugar. E, de certa forma, era. Vestida de preto, caminhou tranquilamente até ele. — Boa noite. — Está atrasada. — Três minutos. — Ainda está atrasada. Ela sorriu. — Sentiu minha falta? — Não. — Mentiroso. Luciano não respondeu. O que para Elara era praticamente uma confissão. Ela riu e se jogou no sofá. — Como foi seu dia? — Irritante. — O meu também. — Quantos? — Dois. Luciano assentiu. Como se estivessem discutindo o clima. Porque para eles aquilo era normal. Elara cruzou as pernas e observou o namorado. Mesmo parado, ele parecia uma ameaça. Sempre. Ela gostava disso. Muito. Porque ninguém mais no mundo a fazia sentir segura. Exceto Luciano. E talvez isso fosse assustador. Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos. Até que um celular começou a tocar. Era o de Elara. Ela pegou o aparelho. Leu a mensagem. E então... Sorriu. Aquele sorriso. O sorriso perigoso. Luciano imediatamente percebeu. — Quem? — Uma mulher. — O que ela quer? — Perguntou se você está solteiro. O silêncio que veio depois foi mortal. Luciano encarou a parede. Calmo. Muito calmo. O que era um péssimo sinal. Elara começou a rir. — Luciano... — Nome. — O quê? — Qual o nome dela? — Por quê? — Nome. Ela continuava sorrindo. — Talvez eu não queira dizer. Luciano levantou lentamente da cadeira. — Elara. — Está com ciúmes? — Nome. Ela gargalhou. — Meu Deus, você está mesmo com ciúmes. — Elara. — Está bem, está bem. Ela mostrou a mensagem. Luciano olhou. Memorizou o nome. E devolveu o celular. — Resolvido. — O que você vai fazer? — Nada. — Luciano... — Nada. Isso preocupava mais do que qualquer ameaça. Elara conhecia aquele tom. Alguém estava prestes a aprender uma lição muito desagradável. Ela se levantou e caminhou até ele. — Você é impossível. — E você gosta disso. — Infelizmente. Luciano segurou sua mão. — Não infelizmente. Pela primeira vez, Elara ficou sem resposta. Porque momentos assim eram raros. Muito raros. E por isso tinham valor. Ela apoiou a cabeça em seu ombro. — Somos completamente loucos. — Sim. — Isso deveria preocupar alguém. — Preocupa. — Quem? — A cidade inteira. Elara sorriu. E, pela primeira vez naquela noite, não era o sorriso de uma assassina. Era apenas o sorriso de alguém feliz por estar ao lado da única pessoa que conseguia entendê-la. Enquanto lá fora a cidade dormia sem imaginar o perigo que aqueles dois representavam... Os monstros descansavam. Por enquanto.

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