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Predestinada ao chefe da máfia

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proibido
casamento contratual
HE
os opostos se atraem
máfia
drama
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intro-logo
Sinopse

Yurich sofre um atentado que quase o leva a morte, mas é salvo por uma médica dedicada e experiente em busca de uma noiva para cumprir com suas obrigações dentro da máfia propõe um contrato de casamento a bela médica Lyana.

Ele ama matar e ela ama salvar vidas , porém o que os une é um contrato.

Em meio a perseguição e com tantas diferenças será que esse acordo se transformará em um casamento verdadeiro?

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Doce Voz
Yurich Contando as armas no galpão em Kislokan no local abandonado preparado para usarmos como ponto de contagem das munições, longe o suficiente de curiosos e perto o bastante dos meus olhos. — Dobriev, veja quem é. – Disse ao meu novo UnderBoss, depois de descobrir há alguns meses que grandes cargas estavam sendo desviadas das rotas rapidamente matei os idiotas e o coloquei no mais alto cargo por ser um homem fiel. Ratos persistem em tentar tomar o trono, são como uma praga que se infesta e replica pelos esgotos, eles deveriam saber que sentar no inferno queima e morrer pelas mãos do demônio é uma tortura infeliz, pois nenhum deles vai durar muito nas minhas mãos. Ninguém deveria saber que estamos aqui, ou seja, alguém deu com a língua nos dentes, ao menos já tenho alguns nomes que listavam apenas para separar as armas que vão ser enviadas para o Brasil, a terra em que as armas sempre faltam. — Boss coloquei dispositivos de segurança no galpão, podemos explodir tudo com eles dentro – Dobriev falou rápido, enquanto o som dos pneus contra a terra batida se aproxima. O homem é o melhor que tenho, além de ser leal o que é imprescindível então lhe dar o cargo não foi protegê-lo e sim honrar todos os litros de sangue que derramou junto a todas as cicatrizes que tem pela Bratva. Coloco a mão para o lado e puxo a glock presa ao cinto na lateral da calça social acenando em positivo para que ele prepare uma das bombas que estão nas caixas, caminho para a janela a fim de checar ou tentar identificar quem são os idiotas, vejo os carros que viram a esquina da estrada de terra batida em velocidade para passar pelo portão da propriedade, consigo observar os homens dentro dos carros, sou incapaz de reconhecê-los.  —Eles não são russos Dobriev —  Constato e encaro o olhar perplexo do soldado, enquanto coloca a última bomba embaixo de uma tábua em falso, as munições serão perdidas pela explosão mas isso não é problema desde que consiga pegar essas ratazanas soltas no meu quintal. Gostaria muito de poder olhar na cara deles para entender se são Italianos recebendo ajuda de algum traidor de merda, porém jamais deixarei que tomem vantagem sobre o meu território. —Apresse-se garoto. — Ordeno com a fúria reverberando na voz, observando os movimentos ágeis do soldado.  Ele terminou de mexer em alguns fios e ergueu o corpo e se aprontou segurando a arma em uma mão e com o detonador na outra mão..Me coloquei atrás de algumas caixas tomando um posicionamento para não ser acertado enquanto os homens começaram a entrar dentro do galpão atento aos movimentos comecei a disparar na direção deles aproveitando o pente cheio da arma um pouco aborrecido por não ter tempo para estraçalha-los da forma que gostaria ,mirei e atingi um na cabeça logo outro vindo atrás no pescoço quando senti uma pancada na cabeça ficando um pouco zonzo, ao me virar senti o sangue do i****a espirrar no rosto, como um banho de tinta. —Você está ficando velho mesmo Chefe. - A voz do i****a sai risonha. —Vou te mostrar o velho quando chutar a sua b***a mais tarde, vamos aproveitar enquanto eles vão recarregar as armas. - Falei rápido. Nossas armas estavam descarregadas, assim que os tiros cessaram corremos como adolescentes na direção da segunda saída do galpão, com os invasores gritando nas nossas costas e por um momento com a chance real de morrer, ri, meu soldado deve pensar que perdi a cabeça de vez. Olho para trás vendo os homens perto o suficiente. – Exploda essa merda eles estão nos alcançando, p***a !- Gritei com o homem. –Você pode querer morrer, mas eu não quero c*****o, corre mais rápido. O disparo ensurdecedor da bomba junto ao impacto nas minhas costas me fizeram voar, senti uma dor no estômago queimando entendendo que havia sido atingido caindo no chão, colocando as últimas forças para levantar a cabeça o lutando com Yudovich um  Caporegime de Níjni Novgorod.  Queria entender o que falavam pois o ódio estava gritando por sangue, mas só sentia a escuridão levando a melhor o estrago fazendo o efeito, a dor do tiro no meu abdômen,acabou arrancando um sorriso. Devo ter desmaiado, acordado por momentos curtos quase sem lucidez. Sentindo os flashes das pessoas gritando me esforçando para abrir os olhos vi um teto branco, a luz ofuscante machucando as minhas órbitas ressecadas,a voz do i****a que é meu unico amigo gritando com alguem, talvez tenha sentido meu olhar porque agora ele está gritando comigo, enquanto abro um sorriso curto com esforço.  Não consigo responder, não consigo pronunciar que ele é um moleque i****a e por isso precisa continuar vivo. Sinto todas as minhas forças se esvaindo, se perdendo , sou engolido pelo frio abraçado por um manto sombrio.  A consciência vai para a escuridão  e volta num tique tac como as batidas de um relógio de pulso marcando o que imagino ser os últimos momentos, os cabelos ruivos brilhando com vida suas costas alvas no horizonte usando um vestido branco, sou capaz de sentir o cheiro do perfume doce trazendo uma emoção desconhecida. Jamais seria capaz de entrar no paraíso para encontrá-la, então porque essa voz soa como a de um anjo?   Tentei me concentrar sendo atraído pela melodia do timbre diferente sentindo um calor queimar por dentro ao escutá-la querendo abrir os olhos para enxergar se é tão bela quanto sua voz, sendo vencido pelo cansaço.  –Eu não sei quem você é, mas acorde anh, fiz um ótimo trabalho para que entregue os pontos assim, me disseram quem você é, aquele seu amigo é um porre inclusive. Você é um crime querido, lindo e perigoso. – E uma risada tão contagiante preencheu o silêncio e a solidão que sentia reafirmando o desejo de querer abrir os olhos para vê-la – Veja bem, preciso ir.- A sensação da proximidade se foi escutei a porta bater,  conseguindo abrir os olhos com a garganta seca,percebendo a claridade do quarto notando estar em um hospital, ficando irritado por não encontrá-la. A garganta seca causando incômodo e a raiva por estar vivo me atinge com tudo. Escuto a porta se abrir e tento virar a cabeça, na esperança de ver a mulher que falava comigo querendo entender como foi capaz de obrigar a minha alma a sair do limbo. –Por Deus! Ele acordou - Reconheço a voz por um minuto fico decepcionado. Será que foi uma ilusão ou um sonho?  As mãos nos meus ombros me fazem voltar ao momento  –Quem estava aqui Dobriev?- Minha garganta falha e me incomodo com a rouquidão. Levo a mão para o copo de água ao lado, segurando minha mão ele enche o copo de água, aproximando o copo de papel dos meus lábios tomo em um gole longo gemendo com o toque do líquido contra a garganta dolorida.  –Essa é sua primeira pergunta depois da quase morte? - Ele debocha retirando o copo dos meus lábios para colocar de volta no aparador.Sinto o corpo tremendo com esforço mínimo feito, a cabeça girando e a voz continua rodando pela minha mente como se estivesse resgatando a alma que não tenho do purgatório. Médicos entram correndo pelo quarto, fazendo perguntas idiotas e examinando cada parte, nenhuma voz parecida com aquela nenhum traço da sereia.  Enquanto isso, Dobriev fica imovel no fundo da sala observando tudo, o olhar atento, curioso e um brilho leve. Seu rosto noto que agora com uma cicatriz na sobrancelha, a mão enfaixada e o olhar de sempre misturado com o sarcasmo i****a. Espero todos saírem para perguntar de novo, mas logo ele responde antes que pronuncie as palavras.. –Apenas médicos e enfermeiras entram no seu quarto Pakhan. Olho para cima, lembrando da voz suave, da melodia perfeita e em com desejei abrir os olhos mais uma vez para encontrar a dona, tomado pela necessidade de descobrir quem era, o que fez e porque me trouxe de volta quando desejava apenas ir embora de vez desse martírio.  Deveria entender que vaso r**m não quebra tão fácil o pagamento dos meus pecados, é permanecer vivo, é trazer a ruína aos crentes e fazer os descrentes orarem por perdão.Alguém com uma voz tão encantadora e pura deveria ter um pouco mais da noção do perigo ao acenar de forma tão doce em frente aos delírios do d***o, agora, desejo arrasta-la para esse mar de lava que carrega toda devassidão da minha alma, querendo corrompe-la e puni-la. Principalmente por me fazer querer ter outro anjo em meus lençois.

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