Barreira da morte

1106 Palavras

Luca O frio cortante da noite londrina atravessava o meu casaco como lâminas de gelo, mas eu quase não sentia. Os meus olhos estavam fixos na tela à minha frente. A Barreira do Tâmisa estava ativada. As suas comportas erguidas cortavam o rio como dentes de aço, contendo a fúria das águas. Mas, pela primeira vez em muito tempo, não era uma medida de segurança. Era uma ameaça. Eu vim direto para cá seguindo as orientações do Christopher, mas a minha mente só girava em torno de uma coisa: Amanda. Os meus homens vasculhavam cada centímetro ao redor do rio. Ela estava ali, em algum lugar. “Ela está em um dos piers.” Foi o aviso do William, depois que eu aceitei abrir a pörra da barreira. Não me permiti pensar nas consequências daquela pequena demonstração de poder que ele queria dar par

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